Jornalista da BBC demolindo o presidente da FIFA, Infantino: “Você está envergonhado com o que está acontecendo nesta Copa do Mundo??Você não deveria admitir que perdeu o controle do torneio?”.
Após Seleção Brasileira Feminina ter 4 expulsões no Castelão, técnico Arthur Elias dispara após derrota para os Estados Unidos: "Reflexo de xenofobia".
“A quarta árbitra brasileira não consegue se comunicar direito com as espanholas, que também não estão nem aí para ela. Foi nesse jogo, foi no jogo anterior, a Rejane me falou isso, que ela falava e as espanholas também não ligavam para ela. Era assim com a Débora hoje também. O jogo foi condicionado pela arbitragem. Não é normal o que aconteceu.”
“Foi o jogo em que fui mais desrespeitado na minha vida por uma arbitragem. A Seleção Brasileira foi desrespeitada. Isso impactou no resultado da partida. A seleção dos Estados Unidos fez um grande jogo.”
“É reflexo de uma xenofobia que a gente sofre. Isso vai vir para a Copa do Mundo. Eu garanto a vocês que é xenofobia, que a Seleção Brasileira foi desrespeitada e eu não estou falando isso agora, eu falo isso internamente, mas espero que a gente consiga trabalhar melhor nos bastidores, que vocês da imprensa divulguem, porque fica muito no masculino... Mas vocês não têm ideia do que acontece com a Seleção Feminina.”
🗞️ @geglobo
📸 Gabriel Borges
"Uma das atletas que deu entrevista falando que a atmosfera era muito legal, mas dentro de campo tava falando que a gente é uma merda..
As atletas de lá falam falam falam, mas na hora que não tem câmera querem falar um monte de merda".
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".
Karina, Karen e Kleiton, hoje eu tive um encontro que mexeu comigo. Conheci o pai de vocês, o Sr. Antônio, trabalhador da construção da BR-319, aqui no Amazonas. No meio da conversa, ele me contou que vocês deixaram de estudar. E eu não podia ir embora sem deixar um recado de coração pra vocês.
Por isso, gravei essa mensagem direto do Trecho Charlie da BR-319, com muito carinho e esperança no futuro de vocês. Ouçam com atenção o recado do presidente da República. ❤️
🎥 @ricardostuckert
Luciano Huck veio com aquele papo de que a "elite" está pronta a ajudar e participar da "redução das desigualdades". A resposta do Emicida foi fantástica. Destaco essas duas frases:
"A palavra correta para isso é burguesia"
Dia do Trabalhador é mais do que parabéns.
É sobre acordar cedo, trabalhar muito
e ainda assim ter pouco tempo para viver.
Por isso a escala 5x2 importa tanto.
E vale lembrar: democracia é o nosso direito de ser ouvido e de influenciar decisões que afetam a nossa vida.
Pesquise, conheça melhor quem você elege!!! O seu político de estimação está alinhado com o que você pensa e precisa?
Alguns nomes não passam. Viram memória, referência e parte eterna da nossa história. 🇧🇷✨
Entre conquistas, emoção e inspiração, esses gigantes ajudaram a escrever capítulos que o esporte brasileiro jamais vai esquecer.
Ídolos assim se despedem, mas nunca da lembrança de um país inteiro. ❤️
O Internacional recebe com enorme pesar o falecimento de Oscar Schmidt, ídolo nacional e um dos principais jogadores da história do basquete. Maior pontuador dos Jogos Olímpicos, o eterno Mão Santa deixa um legado extraordinário para o esporte brasileiro.
Neste momento de dor, desejamos força aos amigos, familiares e fãs e manifestamos nossa gratidão por tudo que Oscar fez pelo Brasil. 🖤
de obra, não se vê ninguém trabalhando, uma piada, e os motorisas que se lasquem, ônibus estão passando o maior sufoconos horários de pico, e cadê vocês para auxiliar no caos que instauraram?
Alô @EPTC_POA , que desastre esse bloqueio na Av. Tarso Dutra hein!!!, desde 30/3 o corredor de ônibus está bloqueado e só conseguiram retirar a cobertura da parada de ônibus em frente a Cassol, que baita exemplo de como não se deve fazer um cronograma+
🚨🇧🇷 O Governo Lula acaba de anunciar o MEC Livros, plataforma de acesso a livros digitais, e o MEC Idiomas, para o aprendizado de línguas estrangeiras.
Ambas totalmente GRATUITAS e abertas a toda a população.