O gps é sim uma tecnologia estadunidense. O trump cessar o acesso brasileiro aos satélites americanos impactaria sim no nosso dia a dia. Não é pouca merda. https://t.co/jwfQ8QcHMj
Esse papo do GPS eh só mais uma prova de como o conhecimento da ciência faz falta pra maioria das pessoas.
O que você chama de GPS na realidade é uma rede de satélites que INCLUI o sistema Americano mas tem também o Chines, Russo e Europeu.
Qualquer aparelho com geolocalizacao de 20 anos atrás já usa todos esses de forma padrão.
Leiam mais pelo amor de Deus!
Essa semana no Twitter aprendemos que o processo de colonização no Brasil ocorreu todo tipo de violência, genocidio, escravidão, fome, MENOS ESTUPRO. Isso não teve não viu gente. Violência sexual é de gênero NUNCA EXISTIU na história desse país
@danilo_thomaz03 Vocês querem convencer de que o processo de colonização brasileira teve escravidão, teve genocidio, todo tipo de violência, MENOS ESTUPRO. Sendo que é fartamente documentado. https://t.co/vy3RrrFg6T
@EXLionHeart Negacionismo pura de sua parte. Fique com um artigo do IF de Sergipe que, através de fontes primárias, nos traz um panorama do que era a violência sexual sofrida pelas negras escravizadas no sec XIX: https://t.co/vy3RrrFg6T
https://t.co/vy3RrrFg6T aqui o autor traz uma notícia de jornal, por exemplo, que relata o estupro de uma menina negra de 8 anos! Feita por um adolescente e um homem adulto, em 1859.
Sobre o melindre da direita em rel à afirmação da Lilian Schwarcz de que a miscigenação no BR ocorreu pelo estupro, fica claro a falta de honestidade intelectual deles. É fartamente documentado o estupro de negras escravizadas e indígenas no Brasil colônia, e mesmo após. 🧶
Além do mais, 5 min de pesquisa no Google já impediria que a ignorância triunfasse nesse tipo de debate. Um artigo do IF de Sergipe, por exemplo, a partir de fontes primárias, nos traz o panorama das violências sexuais que as escravizadas negras sofriam no sex XIX. Link -> +
Lilia Schwarcz é uma mulher branca, rica e privilegiadíssima, que usa desse privilégio para sinalizar virtude parasitando a causa negra brasileira. Vive disso, ganha muito dinheiro com isso. Enquanto você, militante acadêmico, se cala sonhando em ser publicado por sua editora. +