Existe uma realidade indigesta que precisamos encarar de frente: tem muita gente celebrando a lesão de Lucas Paquetá. É a prova definitiva de que o clubismo, muitas vezes, cega as pessoas.
Um flamenguista, um palmeirense ou um tricolor cantar feliz “oi, boa noite, hoje vai ter gol do Rayan hoje” é o lado belo da Copa. Mas, em muitos casos, essa não é a realidade.
Há quem prefira a narrativa de que “a Seleção fica melhor sem Paquetá” a ponto de torcer contra o próprio atleta. Comemoram uma notícia como a de hoje, em que o camisa 20, um jogador com sonhos e ambições, que se doava pela Seleção, está praticamente fora da Copa, apenas para inflar o próprio ego e validar uma opinião tática.
É fundamental separar a crítica técnica da desumanização. Um jogador não é uma peça de tabuleiro; é um ser humano que vive do seu corpo e de seus sonhos.
Torço pela pronta recuperação de Lucas Paquetá. Se você não é uma dessas pessoas que torce pelo mal alheio para validar um ponto de vista, este post não é sobre você. Mas, se você se identificou, talvez seja a hora de repensar se o que você sente ainda é paixão pelo futebol ou apenas o reflexo de uma mentalidade destrutiva.
@FioCRF@delaurentiis_br Encontrei o Jean no supermercado, em Niterói, o lado adulto, de 50 anos, me segurou, mas quase dei um carrinho e coloquei a mão na cabeça igual na comemoração do primeiro gol. Falei com ele fingindo normalidade, mas estava explodindo de alegria kkkkk
@liberta___depre Isso é ridículo. Uma gestão bilionária e querer reduzir o clube ao futebol?! Sou radicalmente contra essa sandice que não honra as tradições e a função social do CRF