Eu tenho um problema sério em sair pra lugares que é pagode e depois vira baile mano eu simplesmente me retiro eu tô com pavor de baile kkkkk Deus me livre
Uma vez sobrou 6 reais depois de pagar uma dívida de 600.
Três meses de aluguel atrasado. Sábado caiu 606 na conta. Qualquer pessoa em pânico pensaria em guardar uma parte pra comer. Mas a vergonha de ser despejado fala mais alto. Paguei os 600. Fiquei com 6.
Fui no mercado e comprei um fardo de arroz. Só isso.
Os 20 dias seguintes foram marmita de arroz puro no trabalho. Comia escondido. Não porque tinha vergonha da comida — tinha vergonha de alguém perguntar “só isso que você vai comer?”. Pegava sachê de catchup de graça na lanchonete só pra ter algum gosto.
Não era força de vontade. Era sobrevivência. Quando o dinheiro acaba, o tempo passa diferente. Cada dia vira uma meta. A cabeça não pensa em futuro. Pensa em quantos grãos ainda tem no pote e quantas horas faltam pro próximo pagamento.
Quando o vale caiu, fui ao mercado, enchi o carrinho e chorei no corredor. Não foi emoção boba. Foi o corpo desligando o modo sobrevivência. Foi a dignidade voltando. A sensação de poder escolher o que comer de novo.
O dinheiro vai e volta. Mas a cicatriz da escassez não some. A gente corre atrás de dinheiro achando que é pra comprar luxo. Na real, é pra comprar paz.
Se você já passou por um arrocho desses… qual foi a sua marmita de arroz?
Não gosto mt de postar meu relacionamento, se eu postar tudo que esse homem faz por mim vão querer levar kkkkkkk prefiro falar mal mesmo 😂😂 mas ele é top ❤️🔥🙏
A de trás defendeu a atendente que tava sendo maltratada: "ELA TRABALHA COM A MÃO, NÃO COM A BOCA".
A grossa rebateu: "To comprando. Se vc não tem bala na agulha problema teu."
"AH, TEM BALA NA AGULHA E TÁ FAZENDO O QUE NO GUANABARA,QUERIDA?"
Ícone
“Tá tudo bem, vovó tá aqui.”
Ela subiu no palco. Olhou pra plateia. A cadeira da mãe vazia.
Mas a vovó estava lá.
E quando perguntaram o que ela sentiu, a pequena não reclamou, não chorou de tristeza. Disse, com aquela seriedade de criança velha:
“Minha mãe trabalha muito pra me sustentar, eu e minha irmã. Ela não pôde vir. Mas tá tudo bem. A vovó veio.”
Gente… essa menina entende mais de vida do que muita gente adulta que eu conheço.
A mãe que não foi foi. Em cada centavo que pagou o sapato da apresentação. Em cada noite que chegou cansada e ainda deu boa noite com beijo. Em cada sacrifício que a filha, pequenininha, já sabe reconhecer.
E a vovó que foi foi por todas as duas. Como a gente sempre vai. Sem precisar nem ser chamada.
Isso aqui me partiu ao meio de um jeito bonito. 😭❤️
SAMARA 19 ANOS, GRÁVIDA DE 6 MESES E SÓ QUERIA COMPRAR O ENXOVAL DO FILHO.
Aceitou um trabalho temporário. Pra juntar o dinheiro do neném.
A patroa a acusou de roubar um anel. Chamou um amigo ARMADO. Botou a menina de joelhos. Colocou a arma na boca dela. E ficou batendo por quase uma hora.
O anel? Foi encontrado no cesto de roupa SUJA DA PRÓPRIA PATROA.
Mas sabe o que é mais revoltante?
A viatura da PM apareceu. O policial viu Samara “cheia de hematomas”… e LIBEROU a agressora porque era amiga dela.
E ainda: essa mesma Carolina JÁ TINHA sido condenada antes por acusar falsamente outra funcionária de roubo. Ganhou só prestação de serviços à comunidade.
Impunidade cria monstro. E o monstro voltou.
Samara disse: “Eu já sabia que não ia sair viva dali.”
Uma menina grávida, sozinha, apanhando, tentando proteger a barriga do filho com as próprias mãos.
Isso não é briga. Isso é tortura. Isso é tentativa de homicídio. Isso é escravidão com outros nomes.
Carolina foi presa hoje. O comparsa que é POLICIAL também está com mandado de prisão.
Mas Samara ainda tem medo de sair na rua. Ainda recebe ameaças. Ainda carrega esse trauma no corpo e na alma.
Justiça de verdade não é só prender. É fazer com que essa mulher e esse bebê possam viver sem medo.