@OCaramelo7 Excelente esse texto, vai no âmago do problema. Engraçado que pessoas inteligentes, talvez por questões ideológicas, defendem esse absurdo com uma naturalidade assustadora!
@caiocezarfp Magnitsky Act (Global Magnitsky Human Rights Accountability Act), aplicando sanções unilaterais àqueles que cometem crimes de colarinho branco e violam os direitos humanos em outros países.
@matheus_cia@mbsjr88@PiacesiRamos@caiocezarfp Perfeito, tem várias sanções previstas no "Magnitsky Act". Essa lei teve origem em 2009 com o objetivo de punir autoridades russas suspeitas pela morte de Sergey Magnitsky, advogado russo assassinado dentro de uma prisão federal e já foi usada para punir criminosos de 24 países.
Não gosto daquele papo sobre polarização - acho que ela sempre existiu e já foi mais forte que hoje. Mas esta semana ficou claro que há um grande prejudicado pela tal polarização: o jornalismo tradicional.
Diante do expost do Elon Musk, boa parte da grande imprensa tratou de atuar como panfleto militante em defesa do STF. Perdeu o pudor não só de ser parcial, mas distorcer falas e disfarçar opinião como jornalismo. Musk foi retratado como um demônio racista de extrema-direta, assim como o @shellenberger, jornalista que revelou os arquivos do Twitter.
Entre tantos absurdos, a imprensa polarizada disse esta semana que:
- As críticas de Elon Musk são parte de um plano para reeleger Trump.
- As opiniões de Musk devem ser tratadas como "caso de polícia".
- Musk e deputados bolsonaristas realizaram ataques coordenados ao STF (ou seja, um retuitou o outro),
- Elon Musk faz o que faz porque é racista e sofreu bullying.
- Shellenberger defende a liberdade americana porque quer reabilitar o neonazismo.
- E o campeão, segundo o qual existe uma conexão entre Musk e os assassinos de Marielle:
Puxa, que vergonha de ser jornalista.
Eu quero que o meu condomínio retire o parquinho das crianças e instale uma mesa de poker no lugar.
Como a assembléia de condôminos está se omitindo (recusaram, acredita?!?), terei de agir por conta própria.
Já contratei o trator. Vou tentar não acertar nenhuma criança.
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Outro dia pedi a um amigo o carro emprestado. Como ele se omitiu (recusou, acredita?!?), tive de agir e tomá-lo à força para o meu uso.
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Ah, teve outra vez também que fui numa loja e pedi desconto numa televisão; como o dono da loja se omitiu (manteve o preço, acredita?!?), tive de evidentemente arrestar o eletrônico para a parede da minha casa.
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Tudo isso que fiz acima não foi nem por loucura, nem por autoritarismo, nem por defesa arbitrária dos meus próprios interesses; tudo o que fiz foi em nome do Bem, do amor, da democracia, do humanismo e do iluminismo.
Se houve alguma desavença, é culpa deles, que não queriam aquilo que eu queria que eles quisessem. Aí tive de impor - altruisticamente, claro! - a minha visão de mundo. Esse pessoal é autoritário; adoram me obrigar a obrigá-los.
Espero que da próxima vez esse pessoal aja do jeito certo de maneira livre. O mundo seria tão mais fácil se todos ignorassem seus direitos individuais e simplesmente agissem como eu quero!
Lula acaba de encaminhar ao Congresso um projeto para regulamentação dos motoristas de aplicativo.
Eles terão um sindicato para financiar e pagarão 7,5% para a previdência social. O “salário mínimo” é menor do que eles já ganham, ainda mais com esses descontos.
É o retrato perfeito do petismo: eles te enchem de “direitos” para saquear o teu bolso e te fazer sustentar os companheiros.
Os motoristas ainda terão que trabalhar no máximo 8h por dia. Se eles quiserem trabalhar mais para ganhar mais, terão que pedir autorização para o sindicato.
Os entregadores obviamente ficaram de fora desses “privilégios”. Se é tão bom, por que não inclui-los? A resposta é óbvia.
Os representantes dos motoristas já disseram que a regulamentação é muito ruim e serve apenas para o governo arrecadar mais com a previdência.
Trazer o sindicalismo para dentro da equação é a receita completa do fracasso. As empresas, como Uber e 99, podem sair do país e esses motoristas ficariam sem renda.
Lula e o PT são verdadeiras fábricas de miseráveis e querem destruir o pouco que se tem com leis piores do que eles próprios.
Reportagem, na minha visão, mais importante de 2020, 21, 22, 23 e 24 e até que vire fonte de consulta permanente. Uma das poucas jornalistas que merecem o nosso respeito na profissão @schmittpaula
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