O ilustre rubro-negro Galvão Bueno se despediu das Copas neste domingo. Como forma de homenageá-lo, relembramos essa narração marcante de 2019. “Gabigol tá pedindo, Gabigol tá pedindo”… o resto é história!
Obrigado, Galvão! 🔴⚫️🙏
#CRF#GalvaoBueno
18:00hs 🔔
🌹Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus👑.
Santa Maria, Mãe de Deus,rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte.
Amém! 🙏🏻
O Caramelo é feliz e sabe disso! Além de ser uma fofura! Esse é o cachorrinho que mora no Ninho do Urubu. ❤️🖤
Crédito da postagem e do video : brunadealtry
Neto comenta lances da final da Libertadores de 2025 que poderiam ter resultado em expulsões e destaca que o árbitro adotou o mesmo critério nos episódios envolvendo Raphael Veiga e Erick Pulgar, optando por não expulsar nenhum dos dois.
📹 Os Donos da Bola
Maestro Júnior questiona postura de José Boto no Flamengo: "Ele usa dessa arrogância e prepotência por quê? Tem que fazer como fez o Athletico em buscar o Leozinho no Hercílio Luz. Isso, para mim, tem um valor muito grande. Quando você tem a carteira cheia para ir lá e pagar..."
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NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
Em 85, SEIS......
Dia 24 de março de 1985, Maracanã , para um público de 68.734 torcedores o time do Flamengo recheado de meninos meteu não 1, não 2, mas 6 gols no Botafogo.
Os gols:
0 x 1: Elói (Botafogo), aos 3' do 1º tempo
1 x 1: Adalberto (Flamengo), aos 10' do 1º tempo
2 x 1: Heyder (Flamengo), aos 40' do 1º tempo
3 x 1: Adílio (Flamengo), a 1' do 2º tempo
4 x 1: Chiquinho (Flamengo), aos 13' do 2º tempo
5 x 1: Adalberto (Flamengo), aos 42' do 2º tempo
6 x 1: Gilmar Popoca (Flamengo), aos 45' do 2º tempo
Aqui os 11 que Zagallo colocou em campo para doutrinar Abel Braga:
Fillol; Jorginho, Mozer, Guto e Adalberto; Andrade, Adílio e Gilmar Popoca; Heyder, Chiquinho e Paulo Henrique Filho (substituído por Adilson Heleno).
“Pra mim, Romário no Flamengo (em 1995) é a MAIOR contratação do futebol da América Latina.”
“O Flamengo contratou um jogador no auge da sua carreira, campeão do mundo e eleito o melhor do mundo. É como se o Flamengo contratasse o Lamine Yamal hoje.”
🎙️ Marcos Braz.
🎥 @Basticast365
Campeonato Brasileiro 2026
Estádio: Barradão, Salvador (BA)
Jogo: Vitória x Palmeiras
Data: 29/07/2026
Árbitro: Alex Gomes Stefano
VAR: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira
Análise 1: Entrada forte do Murilo no Baralhas. Lance clássico de cartão amarelo, ignorado pelo árbitro.
Análise 2: Cotovelada proposital do Maurício no jogador Cacá, com não expulsão do jogador palmeirense. Detalhe: jogo 0x0 e 11 jogadores para cada lado.
Bônus: Após o lance da não expulsão do Maurício, na sequência da partida, o VAR aciona o árbitro para expulsão do Cacá em lance com John Árias. Ainda neste lance, sem reinício da partida, o VAR recomenda nova expulsão de um jogador do Vitória, dessa vez Luan Cândido, após o jogador fazer gesto obsceno com as mãos.
INACREDITÁVEL!
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