@Alexmorettibr como esse filho da puta é asqueroso.... esse imundo tem quwr lembrado e responsabilizado por esse comportamento, sabem que vão perder e no dia das eleições fazem uma putaria dessas.... esse cachorrinho do lulace do stf
A única interferência eleitoral que estamos vendo é a do bandidinho que comanda a Polícia Federal. Resolveu abrir um inquérito ideológico fajuto no dia da eleição para ver se agita a militância petista. Não tem problema, vamos vencer e o que é do Andrei está guardado. Bora de 22!
🚨AGORA: O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou neste domingo (4) que a corporação investiga denúncias de possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras. A apuração foi solicitada pela AGU, que acionou a PF e a PGR para investigar um suposto financiamento do governo de Donald Trump com o objetivo de interferir no processo eleitoral e deslegitimar o STF. Segundo Andrei, a denúncia já foi analisada pela área técnica da PF e encaminhada à Diretoria de Inteligência, responsável pela investigação. A PF também informou ter apreendido mais de R$ 350 mil em espécie, possivelmente relacionados à compra de votos.
@MarcioM61326104 Surreal !!O Brasil se tornou uma juristocracia. Os juízes do STF/TSE deixaram de arbitrar o jogo para entrar nele, sem largar o apito. Julgam de forma diferente situações idênticas em prejuízo da direita. Dois pesos e duas medidas!!
@MarcioM61326104 a lei e a constituição náo vale pra essa escoria, esse lixo do gilmar, isso que eles fazem é pra ostentar, pra humilhar a população que eles permanecem intocáveis, por enquanto.... o país não vai dar certo enquanto esse cancer desse lixo de stf estiver ai
@MachadoDarlon Judiciário de FILHOS DA PUTA DESGRACADOS, eu digo sempre, pra comecar a fazer esse país dar certo tem que Limpar esse judiciario aparelhado corrupto e vendido ideologicamente, corja de desgracados, esse judiciario brasileiro perdeu o respeito e a moral, juiz maldito filho da puta
👀🆘️⚖️🗳🇧🇷 Na véspera da eleição, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná e determinou que os votos destinados à chapa fossem considerados nulos na apuração. Na prática, a decisão retira da disputa uma candidatura que aparecia competitiva nas pesquisas e modifica a composição dos votos válidos justamente quando as urnas estavam prestes a abrir. O detalhe que alimenta o debate político é o efeito imediato da medida: Gleisi Hoffmann, candidata do PT, passa a disputar uma eleição sem os votos que seriam contabilizados para Dallagnol — uma coincidência de calendário que, convenhamos, chega com uma pontualidade quase suíça. O episódio ganha ainda mais repercussão porque, no mesmo sábado, uma petição para que os votos de Dallagnol fossem anulados chegou ao gabinete de Gilmar Mendes, relator da reclamação 94.666 no STF. A combinação de uma decisão monocrática do TSE, tomada poucas horas antes da votação, com uma medida que altera diretamente a contagem dos votos válidos abre espaço para questionamentos políticos sobre os efeitos da decisão embora não seja possível afirmar, sem evidências, que ela tenha sido tomada com o objetivo de favorecer Gleisi. No Paraná, portanto, a eleição chega às urnas com uma pergunta inevitável no ar: quando uma candidatura é retirada na última hora e o resultado da disputa muda junto, é apenas o direito eleitoral seguindo seu curso ou o acaso resolveu trabalhar em horário comercial de Brasília?