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🚨🇨🇳🇧🇷
A China e a Estratégia da Dívida: o Risco Silencioso à Soberania Brasileira
A China não invade com tanques. Ela conquista com planilhas de empréstimos.
Seu modus operandi é conhecido e documentado: através da Iniciativa Cinturão e Rota (BRI), Pequim concede bilhões em financiamentos para infraestrutura em países emergentes. Os termos são atraentes no curto prazo — juros aparentemente baixos, liberação rápida, sem as “chatas” condicionalidades do FMI. Mas quando o devedor não consegue pagar (e muitos não conseguem, pois os projetos são superdimensionados ou mal planejados), a conta chega: renegociações que entregam influência ou controle sobre ativos estratégicos.
O caso clássico é o porto de Hambantota, no Sri Lanka: endividado com a China, o país cedeu 70% do controle por 99 anos. Djibouti, Laos, Zâmbia e Paquistão vivem versões semelhantes.
Venezuela, Cuba e Nicarágua são exemplos emblemáticos na América Latina da estratégia chinesa de influência via endividamento. Esses três países — alinhados politicamente a Pequim e opositores aos EUA — acumularam dependência assimétrica, com empréstimos que financiam infraestrutura estratégica (portos, energia, aeroportos) e criam alavanca geopolítica para a China.
O que torna isso especialmente perigoso é o interesse deliberado da China por setores essenciais à soberania e à defesa nacional: portos (que controlam rotas marítimas e podem ter uso dual civil-militar), aeroportos (logística estratégica), redes de energia elétrica (que garantem ou comprometem a segurança energética de um país), minas, ferrovias e telecomunicações. Esses não são investimentos neutros. São chaves para dominar fluxos comerciais, suprimento de energia e capacidade de mobilização em caso de crise.
Aqueles que afirmam que investimento não têm "carimbo ideológico" cometem um erro grosseiro - e talvez premeditado - de avaliação geopolítica.
Quem controla portos, aeroportos, telecomunicações ou a rede elétrica de um país tem alavanca sobre sua economia e sua defesa — sem disparar um tiro.
⚠️E o Brasil está entrando nessa armadilha de dominação geopolítica de forma acelerada.⚠️
O chamado Banco do BRICS (Novo Banco de Desenvolvimento — NDB), com sede em Xangai e presidido por Dilma Rousseff desde 2023, funciona como a face “multilateral” e “amigável” dessa estratégia. Não é o principal instrumento chinês (os bancos estatais bilaterais da China ainda são os campeões de volume), mas é um complemento perfeito: financia projetos “verdes” e de infraestrutura sem interferência ocidental, promove o uso do yuan e legitima a expansão da influência de Pequim como “cooperação Sul-Sul”.
No governo Lula, o Brasil já contratou cerca de US$ 3,8 bilhões (aproximadamente R$ 20 bilhões) junto ao NDB. Agora, em abril de 2026, o presidente enviou ao Senado pedido de autorização para mais um empréstimo — que aumentará ainda mais o endividamento externo com a instituição. Os recursos são para desenvolvimento regional, fundos da Amazônia, Centro-Oeste e Nordeste. Parece bom no papel. Na prática, significa maior dependência de um banco onde a China tem peso decisivo — e onde projetos de energia, portos e infraestrutura estratégica são prioridades.
O risco à soberania não é teoria conspiratória: é assimetria de poder. Quanto mais o Brasil se endivida com credores alinhados a Pequim, maior a vulnerabilidade a pressões futuras — seja em votações internacionais, concessões comerciais, preferência por tecnologia chinesa ou, pior, influência indireta sobre ativos críticos para nossa defesa e autonomia. Dívida barata hoje pode virar alavanca geopolítica amanhã.
Soberania não se mede só por fronteiras. Mede-se por autonomia de decisão econômica e controle sobre setores estratégicos. Quando um país acumula dívida com um polo de poder que usa financiamento exatamente para dominar portos, energia e infraestrutura de defesa, ele entrega pedaços de sua capacidade de escolher seu próprio caminho.
O Brasil precisa de infraestrutura? Sim. Mas com due diligence rigorosa, diversificação de fontes e análise real de viabilidade — especialmente quando o credor mira setores que definem nossa soberania e segurança nacional.
O endividamento com o Banco do BRICS não é neutro. É parte de um padrão maior. Ignorá-lo é arriscar entregar, aos poucos e com assinatura, o que nenhum invasor conseguiria tomar à força.
Lula está entregando a soberania brasileira numa bandeja de prata para a China!
Soberania se defende com diversificação, transparência e análise rigorosa — não com “solidariedade Sul-Sul” que esconde custos geopolíticos.
O padrão está visível: quem ignora a história da dívida chinesa corre o risco de repeti-la.
🇧🇷 💪BRASIL ACIMA DE TUDO!
Gilmar Mendes soltou: o STF tá perto de discutir liberação geral das drogas.
Normal.
Brasil com problema de segurança, tráfico dominando…
mas a pauta é essa.
Prioridades, né.
Brazil’s primary censorship agency, the Integrated Center for Confronting Disinformation and Defending Democracy (CIEDDE), also targets American speech.
Documents show that CIEDDE tried to force X to censor political speech praising President Trump and criticizing former President Biden. X held the line and refused to take the posts down.
These documents show that since at least July 2020, Brazilian judges—particularly Justice Moraes—have tried to force tech companies to remove or censor accounts globally, directly infringing on American free speech and U.S. sovereignty.
Brazilian judges have openly admitted that they are trying to censor speech from “outside [Brazil’s] national borders.”
That’s right: these Brazilian judges claim the extraordinary power to demand the global removal of posts that originate in the United States and elsewhere.
It is a direct threat to free expression and national sovereignty around the world.
🚨The Brazil Censorship Files, Part III
We subpoenaed secret censorship orders from Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes. We received them as part of our oversight of how foreign censorship affects the rights of American citizens.
Our takeaway: Moraes and other Brazilian officials are trying to censor AMERICAN speech.
🧵
We will expose the corruption of @STF_oficial@Alexandre de Moraes.
We will expose the corruption of @LulaOficial.
We will expose the complete and total infiltration of the CCP and BRICS into the Lula regime.
We will elect @FlavioBolsonaro and bring freedom to Brazil!!!
🇧🇷🤝🇺🇸
Silêncio absoluto. Sob o governo Lula III, o Brasil fechou 2024 com 278.229 focos de incêndio, aumento de 46% em relação a 2023 e o pior número de queimadas desde 2010. O bioma mais atingido foi a Amazônia, com 140.346 queimadas e alta de 42% na comparação com o ano anterior.
Mais de 30,8 milhões de hectares foram queimados no Brasil em 2024, área maior que todo o território da Itália, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas. Três em cada quatro hectares queimados eram de vegetação nativa, principalmente em formações florestais.
Os números superaram os de 2019, que motivaram manifestações públicas de artistas e celebridades no Brasil e no exterior.
O país registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década, com 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, em um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos.
A série histórica, iniciada em 2015, ano da tipificação do crime no Código Penal, mostra a escalada. Naquele ano, foram registrados 449 casos, número que praticamente dobrou já em 2016, com 929 vítimas. O índice apresenta crescimento constante e praticamente triplicou em cinco anos: de 4.210 novas ocorrências processuais em 2020 para 12.012 em 2025, segundo o CNJ.
O terceiro mandato de Lula foi marcado por uma sequência de investigações de grande repercussão. O esquema de fraudes no INSS, que desviou R$ 6,3 bilhões e afetou cerca de 9 milhões de aposentados.
O caso Banco Master, com rombo estimado em até R$ 50 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos, revelou a suposta proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaro e ministros do STF. O filho do presidente, Lulinha, teve o nome incluído em relatório, sendo-lhe atribuídos crimes como organização criminosa e tráfico de influência.
Em 2019, quando os dados de queimadas na Amazônia foram menores do que os de 2024, artistas, músicos e atores brasileiros mobilizaram redes sociais, lançaram manifestos e participaram de campanhas públicas de pressão sobre o então governo Bolsonaro. O padrão se repetiu com pautas como feminicídio, violência e cortes em políticas públicas ao longo daquele mandato. O mesmo não se deu no decorrer da gestão Lula 3.