Lo más racista del mundo es creer que toda composición social multiétnica implica de por sí la prevalencia de un componente negro.
Lo más racista es no entender el mestizaje, la conformación de los pueblos indígenas, ni el mapa migratorio de la población negra. No hay nada más racista que pensar al otro (Argentina) a partir de una concepción de sí mismo (EE. UU.) sin entender ningún proceso histórico ni social.
Es una mentalidad absolutamente colonial, y no hay nada más racista que el colonialismo.
Lo más racista es creer que si no hay negritud hay racismo, que los negros viven en bloques homogéneos y que son solo una cuota en la constitución de equipos. Es una concepción esclavista de la vida.
No hay nada más racista que pensar el racismo como patrimonio de un grupo exclusivo, y no como un sistema de opresión que nos atraviesa a todos.
En las últimas 4 finales del Mundial, solamente dos planteles subcampeones se quedaron en el campo de juego hasta la entrega de la copa: Argentina 2014 y Argentina 2026.
Pero bueno... Como no te arrodillaste, no sabes perder.
The only piece worth reading about Messi and Argentina right now. From the start, the hate campaign felt inorganic—and this exposes why. The implications are frightening, reaching far beyond one athlete, into how narratives are manufactured and public opinion weaponized.
Voy a decir algo antes de irme un ratito de twitter (este mes fue insoportable). No tengo pruebas pero tampoco dudas de lo que hicieron en redes, todo lo que dijeron de nosotros, del pueblo argentino y de la selección hizo mella. Les llegó a ellos y nos llegó a los civiles. E hizo daño.
Este pueblo no se merecía ni el 2% de las bestialidades que escribieron en redes y transportaron a la vida real. Nos han dicho xenófobos, racistas, genocidas, colonizadores, tramposos, violentos, etc. etc. Una locura incoherente y CLARAMENTE PREMEDITADA.
Somos un pueblo sufrido y resiliente, somos gente q le pone el pecho a las balas y sigue adelante. Con mil y un quilombos, pero que siempre sonríe y que es solidario con cualquiera que lo necesite. Incluso si es gente que nos ha pateado cuando estábamos en el suelo.
Muchos acá y afuera han sido MUY DESAGRADABLES y GRATUITAMEMTE VIOLENTOS con el pueblo argentino y con gente como Messi que en la puta vida hizo algo malo. Espero que no seamos boludos y no olvidemos. Hagámonos respetar.
‼️💥 Circula por redes una imagen del supuesto "pisotón" de Messi a Spence.
❌ Se trata, claramente, de una imagen modificada con IA, que transforma el dorsal 25 del inglés, en el dorsal 23.
▪️ Además, el lateral no levanta el pie del césped en ningún momento durante la acción.
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.
1/11 🚨 INVESTIGACIÓN:
⚪🔵 Racing terminó como el equipo MÁS perjudicado de la liga.
🟡🔵 Rosario Central, como el MÁS beneficiado.
A Racing lo tratan 37 veces más severamente que a Central (a igualdad de minutos y posesión)
Analizamos 507 partidos de LPF (Clausura 25 + Apertura 26)
El resultado fue EXTREMO
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