A parte mais engraçada dessa reportagem é ouvir jornalistas dizendo que o tema "não deveria ser politizado". Em 2026, depois de anos transformando cada morte da Covid em arma política contra Bolsonaro @jairbolsonaro , descobrimos que agora existe uma preocupação repentina com responsabilidade, equilíbrio e separação entre saúde e política.
Quando Bolsonaro estava no Planalto não havia esse cuidado. Não existia prudência. Não existia espera por investigação. Não existia contextualização. Existia apenas uma narrativa pronta: Bolsonaro era o genocida, o negacionista, o culpado por tudo. Cada problema sanitário virava manchete política. Cada debate científico virava disputa ideológica. Cada decisão era tratada como crime moral.
Agora que surge um problema envolvendo um imunizante sob outro governo, a imprensa corre para alertar que o assunto está sendo politizado e que é preciso evitar associações indevidas. Curioso. O princípio que não existia em 2020 apareceu magicamente em 2026.
O problema nunca foi a politização. O problema sempre foi quem estava sendo politizado.
Quando era Bolsonaro, a política podia invadir a ciência, a medicina, os hospitais e os cemitérios. Quando não é Bolsonaro, a mesma imprensa pede calma, responsabilidade e análise técnica.
A memória é uma inimiga cruel das narrativas. E a hemeroteca continua sendo o maior pesadelo de quem passou anos confundindo jornalismo com militância.
A melhor análise sobre a escala 6x1 foi de Cláudio Humberto, na Rádio Bandeirantes: “O que é chocante nessa discussão da escala 6x1 é que quem está tomando decisões a esse respeito é gente que não trabalha, gente que nunca trabalhou seriamente na vida. Conjugar o verbo trabalhar não é exatamente o forte dessa turma que está discutindo esse assunto. É um escândalo que uma discussão como essa aconteça em pleno ano eleitoral.”
Assistir a analista dizendo que o encontro de Flávio com Trump "afasta moderados" e mostra "rachadura na base" é a prova de como a bolha de gabinete está desconectada da realidade das ruas.
Donald Trump é o epicentro do movimento conservador mundial. Estar alinhado a ele não é "medo de perder a base", é consolidação de um projeto de poder internacional que o sistema tenta, mas não consegue conter.
O eleitor real não quer acenos mornos ao centro; ele quer lideranças fortes que jogam pesado no tabuleiro global. O choro dos "isentões" com essa aproximação é o termômetro de que a estratégia está certíssima. 🎯
Donald John Trump acaba de anunciar que os Estados Unidos vão libertar Cuba.
"Precisamos ajudá-los. Eles não têm como sobreviver. Não têm comida. Não têm eletricidade. Não têm energia nenhuma.
Vamos libertar Cuba." 🇺🇸🇧🇷
Marco Rubio: “Povo cubano, falo diretamente com vocês. O sofrimento que vivem é resultado de um sistema que concentra riqueza na GAESA enquanto faltam energia, alimentos e oportunidades. Os EUA estão prontos para ajudar o povo. O futuro pode mudar.”
🇨🇳🇺🇸 Donald Trump na China: Juntos, temos a oportunidade de usar esses valores para criar um futuro de maior prosperidade, cooperação, felicidade e paz para nossos filhos.