TODO o sistema não descansará enquanto não matar o a presidente @jairbolsonaro , preso sem desviar um centavo dos cofres públicos, torturado e esculachado diariamente.
Como ele sobrevive? Eu sinceramente não sei!
Dois pesos. Duas medidas.
Alexandre de Moraes proibiu Jair Bolsonaro de receber visitas com finalidade “político-eleitoral” até o fim das eleições.
Além disso, suspendeu por 30 dias praticamente todas as visitas ao ex-presidente, mantendo apenas exceções para advogados, médicos e profissionais de saúde. Na prática, a decisão também inviabilizou a visita do presidente argentino Javier Milei.
A comparação com o passado é inevitável.
Quando Lula estava preso, recebeu a visita do ex-presidente uruguaio José Mujica. Anos depois, o mesmo Mujica participou da campanha presidencial de Lula em 2022 e esteve ao seu lado no ato de encerramento da campanha.
Se visitas de natureza política eram admitidas em um caso, por que passaram a ser proibidas em outro? O que mudou? Só os personagens. A lei sabemos que é a mesma.
Compartilhe este post se você também acredita que a Justiça deve aplicar o mesmo critério para todos.
O escândalo dos R$ 129 milhões do Banco Master foi revelado em 9 Dez 25.
221 dias depois, Alexandre de Moraes continua sem dar qualquer explicação pública sobre o caso.
A-lei-xandre proíbe Bolsonaro de ter VISITAS POLÍTICAS e manifestações politico-eleitorais ate O FIM DAS ELEIÇÕES.
Agora ta explicito o porque Bolsonaro foi preso, para que nao se envolva nas eleições, nao eleja seus candidatos e assim o bolsonarismo perca força.
Isso é uma interferência direta no pleito.
Lula fez de sua cela um comitê de campanha.
Quem compactua com isso, abraçou o autorotarismo.
ISSO NAO É DEMOCRACIA
Além de proibir por 30 dias todas as visitas até as eleições, agora Moraes proíbe o presidente da Argentina de visitar Jair Bolsonaro. Como levar a sério as eleições nesse país?
A CAIXA-PRETA ELEITORAL FOI ABERTA
Allan dos Santos @allanconta5 fez o que a imprensa convenientemente desaprendeu: separou documento, hipótese e pergunta ainda sem resposta.
Os arquivos retirados do sigilo apontam que a China obteve dados de 220 milhões de eleitores americanos, que sistemas eleitorais possuem vulnerabilidades exploráveis e que a CIA documentou métodos venezuelanos de manipulação eletrônica.
Há ainda um processo criminal envolvendo a Smartmatic e um suposto esquema de suborno nas Filipinas, além de disputas internas sobre como a inteligência americana apresentou essas ameaças.
O que os documentos comprovam é a alteração de votos em escala suficiente para mudar o resultado da eleição americana de 2020.
O escândalo já é gigantesco: potências estrangeiras colecionam dados eleitorais, sistemas apresentam brechas e burocratas decidem o que presidentes e cidadãos podem saber.
Enquanto isso, no Brasil, urna eletrônica continua sendo tratada não como tecnologia, mas como divindade nacional. Não precisa convencer, basta exigir fé.
Democracia que proíbe a pergunta antes de apresentar a auditoria deixou de ser democracia. Virou catecismo eletrônico com resultado oficial e dúvida criminalizada.
Não que seja relevante atualmente, mas a constituição diz que mesmo numa situação grave como o estado de defesa, ainda assim, é proibido deixar o preso incomunicável.
Lembrando que uma das hipótese de aplicação do estado de defesa é justamente risco às instituições (democracia).