Mãe, Católica, Conservadora, Patriota, Sou Brasil
Por que Eu o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, Eu te ajudo. Isaias 41-13
É uma honra contar com seu apoio no dia 22, em Roraima, @magnomalta@flaviobolsonaro, meu irmão, é uma imensa satisfação fazer parte dessa família e poder manter o legado do meu irmão @jairmessiasbolsonaro em Roraima, terra tão querida por nós!
Nos encontramos na convenção, dia 22, em Roraima!
Em 1986, durante uma entrevista ao Roda Viva, Lula fez uma declaração que hoje merece ser revisitada. Questionado sobre países que não realizavam eleições livres, afirmou que “a eleição não é tudo”, dizendo que ela seria apenas “uma vírgula dentro de um sistema democrático” - declaração que provocou a indignação de Boris Casoy.
Quatro décadas depois, essa declaração parece dialogar com a trajetória política de Lula, que jamais escondeu sua admiração por diversas experiências socialistas na América Latina.
O caso mais emblemático é o da Nicarágua - Daniel Ortega “chegou ao poder pelo voto”, concentrou poder ao longo dos anos, desmontou os mecanismos de oposição, prendeu adversários, fechou veículos de imprensa e agora anunciou que o país simplesmente não realizará mais eleições - nem mesmo para fingir “democracia”.
Antes disso, repetiu a mesma retórica usada por inúmeros regimes autoritários; chamou seus opositores de “golpistas” e “traidores da pátria”.
O Brasil, evidentemente, não é a Nicarágua, mas é impossível ignorar que o país vive um processo de concentração de poder sem precedentes. Decisões do STF passaram a restringir a liberdade de expressão de opositores, ampliando a judicialização da política e fortalecendo um ativismo judicial que tem beneficiado sistematicamente o governo Lula. O resultado é um ambiente em que o debate político se torna cada vez mais limitado, enquanto as instituições deixam de ser vistas como árbitros imparciais para se tornarem protagonistas da disputa política.
Tudo isso não aconteceu por acaso - É resultado de um projeto político construído ao longo de décadas, de forma gradual, ocupando espaços estratégicos e ampliando sua influência sobre as estruturas do Estado.
O vídeo de 1986 não prova, por si só, que Lula pretendesse reproduzir o modelo adotado hoje por Ortega. Mas revela que sua visão sobre democracia sempre foi diferente da concepção liberal que coloca eleições livres, alternância de poder e limites institucionais como pilares inegociáveis.
Continuar ignorando os sinais deixados por Lula ao longo de décadas seria repetir um erro que outros países da América Latina já pagaram caro por cometer.
Em 2022, Bolsonaro alertou.
Lula se calou. Hoje, Ortega persegue religiosos, censura a imprensa e acaba com as eleições. O silêncio da esquerda escancara sua falsa defesa da democracia.
Como os fatos nos mostram: Para Lula, a parceria eleitoral fala mais alto do que o dever de dar respostas aos aposentados prejudicados pela fraude no INSS.
O ditador Daniel Ortega declara que a Nicarágua não terá mais eleições que possam permitir a chegada da oposição ao poder e anuncia novas leis para impedir tentativas de mudança de governo. Esse é o aliado de lula que Moraes determinou a remoção de postagens associando ambos em 2022.
O supermercado virou o retrato do fracasso de Lula. O dinheiro compra menos produtos, o carrinho fica vazio e o povo sente no bolso a inflação do PT. A propaganda acabou. A realidade chegou, e o Brasil não aguenta mais Lula e PT! @FlavioBolsonaro Presidente!
ALERTA PARA O BRASIL! Em entrevista para o jornalista @claudio_dantas_ . @BolsonaroSP mostra que o avanço do autoritarismo na América Latina segue um roteiro previsível, mas escancarado.
De um lado, a denúncia trazida à tona por Donald Trump expondo documentos que apontam esquemas de manipulação de dados e sistemas operados pelo regime da Venezuela. Do outro, a ditadura de Daniel Ortega na Nicarágua, amigo de Lula, que anunciou o fim das eleições no país para impedir qualquer alternativa de poder.
E o Brasil segue no contramão da transparência. Por aqui, qualquer questionamento legítimo sobre o sistema eleitoral ou pedido de auditabilidade das urnas é sumariamente ignorado, perseguido ou transformado em "ataque às instituições".
🚨ATENÇÃO | Flávio resumiu o Brasil de Lula: 39 ministérios, máquina inchada, imóveis da União parados, burocracia travando quem produz e um povo pobre em um país riquíssimo.
A proposta: tesouraço, IA contra desperdício, menos imposto e responsabilidade fiscal.
O Brasil precisa emagrecer para voltar a crescer.
Lula chamou o adversário de “assassino”, disse que, antigamente, traidor era enforcado e terminou o discurso dizendo que faz tudo em nome da democracia.
A democracia do Lula vem com corda no pescoço e selo de “amor”.
🚨Kim Paim traz Andreza Matais: o alerta é que Alexandre de Moraes tentaria atuar nos bastidores do TSE em 2026, criando estrutura informal para interferir, julgar e intervir nas eleições. “Pode anotar.” O recado: sem ingenuidade com 2026.
Kim Paim: Marco Rúbio culpa Lula diretamente pelas tarifas: não negociou de boa fé, colocou ego à frente do povo brasileiro.
Mário Sabino: faltou vontade ao governo Lula para negociar, protecionismo, falta de proteção à propriedade intelectual e ações contra Big Techs.
Lula provocou.