Lojas fechando, desemprego em alta, pessoas buscando trabalho para prover o básico para suas famílias, consultas aguardadas por tanto tempo, compromissos agendados e simplesmente não têm transporte. Você concorda com esse tipo de greve que prejudica + de 4 milhões de pessoas?
Sindicalista: "Nossa exigencia é que se faça um plebiscito, porque é o povo que tem que decidir sobre as privatizações".
Mas o povo paulista já decidiu quando elegeu Tarcisio.
O sindicalista, que diz que a greve não é política, dá entrevista com o adesivo de um partido de esquerda colado no peito.
Consórcio Nordeste.
Sumiram com R$ 50 milhões.
Nenhum aparelho respirador foi entregue.
Isso ocorreu em plena pandemia.
E a investigação, onde está? NINGUÉM SABE.
Alguém foi preso? NÃO.
O dinheiro foi devolvido? NÃO.
É assim que a esquerda atua...
Espero que ocorra. Não faz sentido não termos uma alternativa de direita. O Nunes só será uma opção se for ao 2o turno com o Boulos. Entendo que a vitória será difícil, mas abrir mão seria um erro. Temos que plantar na eleição municipal esta semente de um candidato verdadeiramente de direita.
A greve é por salarios atrazados?
Não
Melhores condições de trabalho?
Não
Então é por que?
Porque o governador é Bolsonarista e quer privatizar e ai fazemos greve, mostrando a população que a unica linha que funciona é a privatizada
Sobre a greve anunciada para esta terça-feira, 3 de outubro, pelos sindicatos dos trabalhadores do Metrô, CPTM e Sabesp, o Governo de São Paulo reforça que esta é uma greve ilegal e abusiva, a qual torna refém a população que precisa do transporte público. É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão.
É importante esclarecer à população que a greve não foi convocada para reivindicar questões salariais ou trabalhistas, mas sim para que os sindicatos atuem, de forma totalmente irresponsável e antidemocrática, para se opor a uma pauta de governo que foi defendida e legitimamente respaldada nas urnas.
SOM DA LIBERDADE
A FORÇA DE UM OLHAR REAL
Rafael Fontana
Quanto mais batem, mais a bilheteria cresce, fato. A velha mídia ocidental, hoje resumida a um convescote na ilha de Epstein, perdeu essa batalha cultural. Ficou feio demais abraçar os abusadores, a imprensa adotou uma conduta indefensável.
Agora, passado o êxtase da estréia, quase tudo já foi dito sobre o filme mais comentado de 2023 - pouco me resta a falar. E, sinceramente, não descerei ao pré-sal para rebater o argumento de fãs de “Amor, Estranho Amor”.
Vou focar na parte técnica, esta, sim, pouco avaliada. E vou reclamar, prepare-se. O áudio, por exemplo, deixou a desejar em algumas cenas, incluindo algumas concatenações de som e imagem.
Outra ressalva: o desenlace de alguns nós do roteiro me pareceu, à primeira vista, um pouco ingênuo, quando não óbvios. Porém, ao rever as cenas que me incomodavam, percebi um distanciamento proposital do padrão das tramas de Hollywood, e uma aproximação ao neorrealismo europeu, com flashes de Vittorio de Sica em “Ladrões de Bicicleta”.
Ou seja, o filme subiu no meu conceito: ponto para o diretor Alejandro Monteverde.
Neste mesmo sentido, percebe-se atuações mais próximas de modelos mexicanos, em detrimento dos americanos, como a performance da pequena Cristal Aparicio na pele de Rocío, a menina escravizada por predadores sexuais.
Já nos primeiros minutos, a personagem Rocío mostra que roubaria a cena, ao mesmo tempo em que deixaria apertados os corações da audiência. Ao lado do irmão Miguel (Lucás Ávila), os protagonistas mirins entregam na tela a doce ingenuidade das crianças. É justamente o roubo dessa pureza genuína que tem mexido com os brios do público.
A força de O SOM DA LIBERDADE reside no realismo brutal de sua história, alicerçada por fatos degradantes dos nossos tempos.
Bater não adianta. Pelo contrário, alimenta o desejo de estar do lado certo, a vontade de comprar ingressos para presentear amigos e, mais importante, comprar também a briga para salvar milhares de crianças das garras dos aliados da mídia.