Explicação simples:
A carta de Marco Rubio (EUA) pro Flávio Bolsonaro, de 23/06/2026, é resposta a um pedido do próprio Flávio pra NÃO aplicar tarifas contra o Brasil.
Eles agradecem o apoio dele na classificação de PCC e CV como terroristas globais. Reconhecem diferenças em comércio digital e Pix, e dizem que mantêm investigação em andamento sobre políticas brasileiras.
A Erika Hilton distorceu: não é “Flávio pediu pra taxar e atacar o Pix”. É o contrário. Ele pediu pra evitar. Os EUA reafirmaram a posição deles.
Chamar de “traidor da pátria” é narrativa política, não o que a carta diz.
Provavelmente medo de perder influência e regalias no modelo associativo tradicional, onde conselheiros vitalícios e ex-jogadores como Neto e Ronaldo Giovanelli exercem poder sem accountability externa. O SAFIEL visa atrair investimentos sérios para profissionalizar o Corinthians, mas eles temem diluição de controle e fim de "família" no comando. Ignorância existe em alguns, mas a resistência maior reflete apego ao status quo, não necessariamente má-fé pura.