EAI? QUEM VEM PRA GUERRA COM VOCÊ?
Essa pergunta nunca fez tanto sentido para mim. Estamos há dias tentando chamar atenção para problemas que não começaram agora. Estamos cobrando o sucateamento da base, a falta de investimento, a cultura do apadrinhamento, a falta de renovação das seleções, os prejuízos aos clubes, a falta de transparência e tantas outras coisas que vêm sendo denunciadas pela torcida há muito tempo. E quantas pessoas estão ouvindo? Quantas pessoas estão realmente dispostas a se expor e cobrar mudanças quando não existe holofote, engajamento ou benefício? Quando defender o vôlei significa comprar uma briga? Porque é muito fácil vestir a camisa da inclusão quando ela está bonita, quando gera engajamento, quando todo mundo está olhando. Difícil é permanecer ao lado de alguém quando o preconceito aparece. Difícil é estender a mão quando defender aquela pessoa significa enfrentar uma multidão.
E agora, diante de uma decisão que atinge diretamente uma atleta, o debate tomou uma proporção enorme. A Tifanny virou alvo de ataques e discursos de ódio simplesmente por querer continuar fazendo aquilo que ama: jogar vôlei. Não podemos aceitar que uma atleta seja desumanizada. Não podemos transformar uma pessoa em um debate político e esquecer que existe uma vida, uma carreira e uma história por trás dessa discussão. Existe uma atleta com uma história de anos disputando a Superliga. Existe alguém cujo trabalho e sustento estão sendo diretamente afetados por uma mudança anunciada de maneira abrupta e CRUEL. E eu não consigo olhar para tudo isso e simplesmente ficar calada.
A CBV FOI CRUEL COM A TIFANNY!!
O esporte deveria ser capaz de unir pessoas. De inspirar. De criar oportunidades. De transformar vidas. E talvez seja justamente agora que precisamos descobrir quem realmente está ao nosso lado. Quem vai se expor? Quem vai defender o vôlei? Quem vai defender os atletas? Quem vai cobrar uma gestão que precisa prestar contas? Quem vai continuar aqui quando o vôlei precisar de audiência para sobreviver?
Não precisamos concordar em tudo. Não precisamos pensar da mesma maneira sobre todos os assuntos. Mas podemos concordar que o vôlei brasileiro merece transparência, respeito, investimento e um projeto de futuro. Por isso, voleifãs, não vamos desistir.
Continuem falando sobre a base. Continuem cobrando. Continuem questionando. Continuem defendendo as atletas. E, principalmente, não deixem que nossas diferenças façam com que esqueçamos aquilo que temos em comum: o amor pelo vôlei. Porque gestão nenhuma é maior que o esporte. E quando chegar a hora de olhar para trás, eu quero poder dizer que nós estivemos aqui. Que não ficamos em silêncio. Que não abandonamos o vôlei quando ele mais precisava da gente.
TIFANNY MERECE RESPEITO!
SALVEM O VÔLEI
#FORARadames #MUDAcbv
CBV TRANSFÓBICA?
Nesse vídeo te explico porque essa nova decisão é um erro, ignora a ciência por trás dos níveis da Tifanny e abre portas pra uma vigilância absurda sobre o corpo de TODAS as atletas.
Dá o play! 🏐🏳️⚧️
#FORAradames#MUDAcbv
CBV NO JORNAL NACIONAL 🤮
QUE VERGONHA @volei VCS SÃO HORRÍVEIS
USAM DA COMUNIDADE PRA VENDER CAMISETAS E ATACAM A TIFANNY E O VÔLEI BRASILEIRO DESSA MANEIRA, INACEITÁVEL, CRIMINOSO, VCS SÃO CRUÉIS #FORAradames#MUDAcbv
Parabéns a CBV, se não bastasse os vexames recentes em seleções de base e adultas, conseguiram ser pauta no principal telejornal do país. E vamos colocando o vôlei negativamente na mídia associado a fracassos, vexames, escândalos e equívocos 😠
É simples: se não há ganho esportivo comprovado, a regra é unicamente discriminatória.
Acaba o falso dilema entre equilíbrio esportivo x Direitos Humanos.
A decisão representa um grave retrocesso na proteção dos direitos humanos no esporte. Ao transformar um critério biológico em barreira absoluta de elegibilidade, a CBV segue orientação do COI de uma medida discriminatória, sem apresentar respaldo científico suficiente nem transparência sobre o processo que levou a essa mudança.
VOLEIFÃ, ISSO É COM VOCÊ!
Não adianta reclamar só entre nós. Se queremos mudanças, precisamos fazer barulho. Base abandonada, falta de transparência e uma gestão que precisa prestar contas ao torcedor.
ENTRE NO MUTIRÃO, SALVEM O VÔLEI!!
Poste sua indignação e use #FORAradames
É uma gestão inteira que precisa ser questionada em várias frentes: a base sendo sucateada, a falta de transparência, o favorecimento de familiares, decisões que impactam o futuro do vôlei e pouca abertura para quem cobra respostas. O vôlei brasileiro merece mais. #FORAradames
CBV em 2017 criando uma regulamentação:
Atletas trans podem competir, desde que cumpram determinados critérios médicos.
CBV em 2026:
Decidimos abandonar esse modelo e adotar no âmbito nacional a política que o COI estabeleceu para suas competições internacionais.
#FORAradames
A decisão de barrar mulheres trans no vôlei brasileiro não foi simplesmente uma imposição inevitável do COI. A CBV decidiu por conta própria seguir essa política para se alinhar as entidades internacionais. Mais uma vez a gestão de RADAMES LATTARI se supera #FORAradames#MUDAcbv
Como tem pessoas defendendo a CBV, vou postar aqui o que entendi fazendo uma pesquisa rápida.
A CBV não parece ter sido obrigada a adotar a nova política do COI sob pena de perder verba ou sofrer uma sanção financeira, como algumas pessoas estão dizendo. Não encontrei nenhuma informação dizendo que, caso a CBV não proibisse mulheres trans nas competições nacionais, o COB cortaria seus repasses. O que existe é uma pressão institucional e esportiva para alinhar o vôlei brasileiro às regras internacionais. O COI mudou sua política para as competições olímpicas, e a FIVB também adotou critérios semelhantes. Pelo que entendi da justificativa da CBV, se a entidade mantivesse uma regra diferente, poderia haver um conflito entre a elegibilidade de uma atleta na Superliga e sua possibilidade de disputar competições internacionais.
Por isso, a CBV decidiu aderir à política e justificou a mudança justamente pelo alinhamento com COI, FIVB e CSV, especialmente pensando no próximo ciclo olímpico.
Então, não me parece correto dizer que “o COI obrigou a CBV ou ela perderia dinheiro”. O mais correto seria dizer que a CBV optou por seguir as regras internacionais para manter o vôlei brasileiro alinhado ao sistema internacional. Se existir alguma consequência financeira específica para a CBV caso não siga essa política, ela precisaria estar prevista em algum regulamento, acordo ou critério de repasse. Eu não encontrei evidência disso na pesquisa que fiz até agora. Se eu estiver errada em algum ponto, por favor, me corrijam, de preferência com a fonte.
Los brasileros para opinar de la vida personal de las atletas o insultarlas fácil aparecen para hacer tweets virales de mínimo 10k de likes pero para hacer algo por su volleyball que está cayendo a pedazos ni 100 interacciones
Estão destruindo a nossa renovação, transformando atletas jovens em mercadoria, iludindo famílias com mentiras e promessas! O vôlei brasileiro agoniza por pura ganância e incompetência dessa atual gestão.
SALVEM O VÔLEI.
#MUDAcbv#FORAradames
Empresários acumulam procurações de até 40% dos atletas da Superliga. Com isso, ditam escalações, controlam transferências e inflacionam a folha salarial. Isso sufoca os orçamentos das equipes e afasta os patrocinadores tradicionais.
SALVEM O VÔLEI.
#MUDAcbv#FORAradames
🏐 🇧🇷 BRASIL x CHILE 🇨🇱
🏆 Mundial Feminino Sub-17
➡️ Playoffs de 17º a 24º
📆 12/08/2026 (quarta)
⏰ 15h00
🏟️ National Stadium Park 01
📍 Santiago - Chile
📺 VBTV (https://t.co/aS5Ag8cpFI) e YouTube | Volleyball World
@S0Svolei#FORAdentinho as jogadoras tem que ser completas, tem que treinar tudo, passe, bloqueio, ataque, força, saque, paralela, china, salvar, levantar, manchete e etc, temos que incentivar tbm, e mudar isso nas escolas municipais e particulares e incentivarem o vôlei #FORAradames