Ludwig von Mises nasceu em 29 de setembro de 1881, faria 145 anos hoje.
Em 1920, ele apresentou o problema do cálculo econômico no socialismo: sem propriedade privada dos meios de produção, não existem preços de mercado. E sem preços, o planejador não tem como saber o que produzir, quanto produzir ou onde investir.
O resultado todos conhecem.
Em homenagem ao aniversário de Mises (145 anos 🥳), confira o texto de @Handre sobre a sua o grande obra prima:
Ludwig von Mises publicou Ação Humana em 1949, vinte anos após ter fugido da catástrofe socialista que assolava a Europa. Ele escreveu a obra inicialmente em alemão em 1940, concluindo o manuscrito enquanto fugia da Áustria ocupada pelos nazistas.
Em 1949, os economistas keynesianos controlavam todas as principais universidades e os tesouros públicos do mundo ocidental. Mises não contava com apoio institucional, nem com uma cátedra permanente nos Estados Unidos, nem com subsídios governamentais.
O argumento central do livro destrói, em sua essência, a pretensão do planejamento centralizado. Todo valor econômico é subjetivo, o que significa que os preços surgem das escolhas individuais dos seres humanos, e não do insumo de mão de obra ou de decretos governamentais.
Os planejadores centrais não podem reproduzir o sistema de preços porque os preços exigem propriedade privada e troca voluntária para gerar informação real. Retire esses elementos e os planejadores ficam às cegas, alocando capital de forma errada em grande escala.
Mises chamou isso de “problema do cálculo socialista”, e nenhum keynesiano jamais respondeu a ele de forma satisfatória. O estado intervencionista corrompe a coordenação econômica por meio de cada controle de preços, subsídio e esquema de impressão de dinheiro.
Essas ferramentas distorcem o sistema de sinais que coordena milhões de decisões independentes. Você paga por isso diretamente: a inflação confisca suas economias, os tetos de preços criam escassez e os subsídios redirecionam o capital de suas necessidades reais para setores ligados a interesses políticos.
Mises construiu seu método com base na praxeologia, o estudo formal da ação humana em condições de escassez. A economia deriva da lógica da escolha, não da regressão estatística. Isso deu aos pensadores do livre mercado uma base sólida que os críticos empiristas não podem simplesmente descartar com um voto.
“Ação Humana” ainda tem grande impacto porque o Federal Reserve imprimiu mais de US$ 9 trilhões desde 2008 e as consequências previstas por Mises — bolhas de ativos, maus investimentos e caos monetário — ocorreram exatamente dentro do previsto. O livro não envelhece porque a natureza humana não muda.
“A origem cultural de Ludwig von Mises”, por Erik von Kuehnelt-Leddihn, revela o mundo aristocrático, poliglota e liberal do Império Austro-Húngaro que formou Mises — e ajuda a entender por que sua defesa da liberdade foi tão firme e intransigente. Leia o artigo. https://t.co/BA0kBnhSbi
Murray Rothbard published Anatomy of the State in 1974, drawing on decades of radical liberal thought stretching back to Lysander Spooner and Albert Jay Nock. Rothbard had watched the New Deal permanently expand federal power, watched the warfare state consume American liberty through two World Wars, and watched every mainstream economist rationalize each grab as necessary. He was done being polite about it.
More of a pamphlet than a book, the central claim is simple: the state is a gang that holds a geographic monopoly on violence and taxes you without your consent. Rothbard strips away the mythology schoolchildren absorb, the idea that government emerges from a social contract, and that its laws represent collective will. No contract exists. You signed nothing. The state perpetuates itself by capturing intellectuals, buying off subject populations with redistributed loot, and convincing you that its existence is as natural as gravity.
His sharpest insight concerns how states grow. They manufacture crises, real or fabricated, and use emergency powers that never fully expire. The income tax introduced in 1913, justified as temporary and modest, illustrates this perfectly. Top marginal rates hit 94 percent by 1944. The emergency became permanent architecture.
Rothbard also dissects how states co-opt opposition. Regulated industries capture their own regulators. Dissidents get absorbed into bureaucracies. The system doesn't only crush its critics; sometimes it employs them.
The book's legacy sits in every serious libertarian argument made since 1974. Hans-Hermann Hoppe built on it. The modern anti-state legal scholarship at Mises Institute traces its spine directly to Rothbard's framework here. It radicalized a generation of readers who had been told that reform, not abolition, was the only serious position.
Todos são esquerdistas. Todos se julgam os engenheiros sociais que o Brasil precisa. Todos se creem superiores ao brasileiro honesto e trabalhador.
Mas, no fundo, eles são pessoas desprovidas de qualquer fibra moral, são pessoas com a alma corrompida.
“Os irmãos Mises”, por @barbi20816 , mostra o contraste entre o positivismo de Richard von Mises e o apriorismo de Ludwig von Mises, recolocando a disputa metodológica no centro das ciências sociais. Leia o artigo.
https://t.co/Wen4aSmL7x
Honestly, in time we'll look back on this in the same way people look back on Christians being used as living candles in the gardens of Nero's palace and women and children being devoured by lions and tigers in the Coliseum.
“As verdadeiras elites vs. as elites governantes”, por Ryan McMaken, mostra como elites de mercado servem consumidores voluntariamente, enquanto elites políticas e corporativas vivem de coerção, privilégios e saque estatal. Leia o artigo.
https://t.co/zMb7p8OhPJ
MAIS UM ABUSO DE ALEXANDRE DE MORAES: Policiais judiciais e capangas de Alexandre de Moraes fecham rua publica em SP por conta de casamento do filho do tirano, e capanga agride o empresário Gabriel Kanner (@gabrielkanner ) que tentava passar pela via.