Block para o jogo ilegal! ✋🚫
Ao lado do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, assinei hoje uma nova medida que garante o bloqueio de recursos financeiros de empresas ilegais de apostas.
Com a nova Lei Antifacção e a inteligência acumulada no combate a crimes financeiros, Ministério da Fazenda, Ministério da Justiça e Advocacia-Geral da União avançam para sufocar o fluxo de recursos de bets ilegais.
Cumprido o devido processo, os recursos bloqueados serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública e reforçarão o combate às estruturas financeiras do crime organizado no país.
🎥 @ricardostuckert
Me encontrei hoje em Évian, à margem da reunião do G7, a seu pedido, com o presidente Volodymir Zelensky. Por cerca de 40 minutos, ouvi suas avaliações sobre as situações atuais do conflito, das possibilidades de um cessar-fogo e a busca de uma solução diplomática. Expus minha expectativa de que o Conselho de Segurança da ONU possa atuar de forma mais efetiva para encerrar um conflito que já dura mais de quatro anos. Acordamos manter contato nas próximas semanas.
📸 @ricardostuckert
@bbbrezenski Não foi exatamente isso. Trata-se de contingenciamento temporário para cumprir o teto orçamentário. O fluxo de recursos em breve volta ao normal
Participa SP lançado!
Juntos, vamos escrever uma nova história para São Paulo.
Lançamos hoje a nossa plataforma colaborativa para ouvir a população e construir um programa de governo com mais diálogo, participação popular e compromisso com o povo paulista.
Acesse https://t.co/HV5d295OQo e ajude a construir um estado com mais oportunidades para todos e todas.
A pátria começa pela nossa cultura.
Conhecer a nossa história, valorizar a nossa língua e reconhecer a riqueza do nosso povo é fortalecer o Brasil. Por isso seguimos investindo na cultura: para que cada brasileiro conheça melhor o seu país e tenha orgulho de suas raízes.
Porque uma nação forte é aquela que valoriza a sua própria identidade.
🎥 Audiovisual/PR
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Tive a honra de conhecer mulheres soldadoras que estão ajudando a transformar a construção naval no Amazonas.
Elas mostraram competência, dedicação e um resultado que precisa ser reconhecido: têm produtividade 25% maior que os homens. E quem produz mais, merece ganhar mais.
Muitas conquistaram ali o primeiro emprego com carteira assinada e hoje ajudam a sustentar suas famílias com dignidade e independência. E agora, com o fim da escala 6x1, elas também terão mais qualidade de vida e mais tempo para viver com suas famílias.
Foi um orgulho enorme conhecer mulheres que ajudam a construir embarcações e, ao mesmo tempo, um Brasil mais justo para todas.
🎥 @ricardostuckert
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.