@otimistaoficial Pode fazer o cancelamento e pedir o retorno do dinheiro investido . Só chamar um advogado e ele resolve e mto melhor do que ficar nessa ciada
9/ No fundo, era um choque de visão:
Belchior — mais crítico, mais existencial Raul — mais livre, mais provocador
10/ Agora a pergunta que divide:
isso foi só interpretação… ou o Raul realmente mandou essa como resposta?
Fala aí 👇
🧵 1/ Tem gente que jura que essa música do Raul Seixas foi uma indireta BEM direta pra Belchior…
E quando você presta atenção… faz sentido demais.
Segue 👇
8/ Nunca existiu uma briga assumida entre os dois.
Mas essa troca de ideias em forma de música?
Isso existiu.
E muita gente acredita que foi bem mais pessoal do que parece.
6/ Não é uma resposta escancarada.
Mas o tom… a atitude… parece muito alguém respondendo uma crítica que incomodou.
7/ E vamos ser sinceros:
Raul nunca foi de fazer música “à toa”.
Quando ele queria provocar… ele provocava MESMO.
4/ Só que o Raul não era de engolir crítica calado.
Ele sempre foi mais provocador, mais irônico… daquele tipo que responde com música.
5/ E aí vem Eu Também Vou Reclamar.
O clima da música? Deboche.
Quase como se ele estivesse dizendo: “Ah é? Então eu também vou reclamar…”
2/ Belchior tava incomodando muita gente.
As letras dele batiam forte questionando a geração, criticando discurso vazio, jogando a real sem medo.
3/ Em Como Nossos Pais ele basicamente diz : “Vocês falaram tanto de mudança… mas continuam iguais”.
@agiotandarilho@ZattarRafael Eu latindo no quintal pra economizar com o cachorro kkkk.
Os caras querem tapinhas nas costas e pessoas mamando nos comentários
🧵 1/ Essa música conta uma história REAL que muita gente prefere esquecer.
“Diário de um Detento” não é só um rap… é um retrato cru do Brasil.
Segue o fio 👇
2/ A música foi escrita por Mano Brown em parceria com Jocenir, que viveu na pele o que é retratado na letra.
9/ Mais que entretenimento, “Diário de um Detento” virou estudo em escolas e universidades pela sua importância social e histórica.
10/ No fim, a música mostra algo que pouca gente vê: o lado humano por trás das grades.
7/ A música virou um marco no rap nacional, não só pelo peso da história, mas pela forma crua e real de contar tudo.
8/ Curiosidade: o horário citado na música (“8 horas da manhã…”) segue exatamente a linha do tempo dos acontecimentos daquele dia.
5/ O mais pesado: muitos trechos da música são praticamente adaptações diretas do que Jocenir escreveu no seu diário.
6/ O som foi lançado pelos Racionais MC's em 1997, no álbum Sobrevivendo no Inferno.
3/ Jocenir era ex-detento do Carandiru e escreveu tudo em forma de diário… relatos reais, sem filtro.
4/ A música descreve o dia 2 de outubro de 1992, data do Massacre do Carandiru — um dos acontecimentos mais chocantes da história do Brasil.