Não se preocupe, pois não busco justificativas. Eu também não escolheria outros aspectos da minha vida em detrimento ao Império, que é, em meu coração, o fator de maior importância. E, como o senhor disse, tenho minha mãe, e também Cerise.
Acredito que nenhum outro integrante da sua vida possa competir em importância com os X-Men. Compreendo que isso pode ser difícil para um filho, no entanto.
Assim como você e Lilandra, ele também se questiona se o próprio valor é igual ao que dou aos x-men. Eles foram meus primeiros “filhos” e minha primeira família, então acho que ele acredita que não é justo que fiz mais por eles.
Compreendo. Essa história não era de meu conhecimento, apenas sabia sobre sua identidade por menções nas mentes de Vampira e Gambit. Eu pretendo conhecê-lo para que possamos manter uma boa relação. Minha linhagem materna já possui complicações o suficiente.
Eu não devo ter medo. Medo é o assassino da mente. Medo é a pequena morte que leva à aniquilação total. Eu enfrentarei meu medo. Permitirei que passe por cima e me atravesse. Onde o medo não estiver mais, nada haverá. Somente eu permanecerei.
Gostaria de ouvir mais sobre isso, por favor. Meus tutores pouco lecionam sobre minha herança mutante e a história de nossa raça. Os assuntos do Império são ensinados com mais afinco.
A senhora minha mãe odiaria ouvir isso, mas Cerise é como uma mãe para mim. Lembro da voz dela cantando canções de ninar e me contando histórias. Ela esteve comigo desde o início, naquele ovo apertado. Agora, a distância entre nós é estranha.