UMA INOVAÇÃO DO BRASIL DE LULA
Segredo de estado nas visitas aos presos por crimes de corrupção no Brasil
Sabiam que o governo Lula por meio do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, decidiu manter o sigilo de 100 anos imposto pela Polícia Federal aos registros de visitas a Daniel Vorcaro durante os três meses em que o dono do Banco Master esteve detido em uma sala na superintendência da Polícia Federal, em Brasília ?
CABE PERGUNTAR POR QUE TAL SIGILO EM ALGO TÃO DESTITUIDO DE RELEVÂNCIA NUM PROCESSO CRIME DE TAL MAGNITUDE COMO A CORRUPÇÃO DO BANCO MASTER A MAIOR DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL ?
https://t.co/csR1utl0c6
Tomei ciência através da imprensa de despacho do PGR que encaminha à procuradoria eleitoral regional a representação feita pelo ministro Gilmar Mendes que me acusa de abuso por conta da proposta de indiciamento por crime de responsabilidade que apresentei no relatório da CPI do crime organizado. Registro que a advocacia do Senado pediu sem sucesso acesso aos autos, embora cópia tenha sido encaminhada para divulgação pela mídia. O PGR afasta a principal acusação do ministro Gilmar, que seria de crime de abuso de autoridade, mas deixa aberta para apreciação da procuradoria regional a hipótese de ilícito eleitoral. É mais uma tentativa absurda e ilegal de intimidação contra um parlamentar honesto e independente por conta de um voto/relatório proferido nas dependências do Senado. Vamos demonstrar o equívoco flagrante da acusação do ministro Gilmar, com tranquilidade e respeito técnico, confiando na autonomia e qualificação da procuradoria regional eleitoral. Tenho plena consciência dos riscos que corre quem desafia os poderosos em Brasília, mas sigo firme na missão de garantir que no Brasil a Justiça um dia seja igual para todos.
Not sure if Americans realize how much of the worst discourse tactics end up globally imported due to social media connectivity.
In Brazil, Lula's wife is facing criticisms for spending lavish sums on foreign travel to luxurious places. She claimed the criticisms are all due to "pure misogyny" -- at exactly the same time that a center-left AOC clone named @tabataamaralsp is pushing a censorship bill to "criminalize misogyny." That would make it a crime to question the First Lady's travel expenses or that Congresswoman's views (since they always claims it's due to misogyny).
Here was a debate on Brazil's Globo News network about why Kamala struggled to win over black voters. One of the network's extremely affluent commentators, @sandraacoutinho, argued that it was all due to sexism, and when a fellow male commentator on the panel disagreed with her, she accused him of "mansplaining": all copied and imported from the bowels of the lowest-level American social justice lexicon:👇
É estarrecedor, mas também revelador, como Alexandre de Moraes pode permanecer no STF e continuar julgando e prendendo pessoas depois que todos vimos as provas de que Vorcaro/BM pagou à empresa de sua família pelo menos R$ 80 milhões. Tudo isso sob um contrato obsceno de R$ 129 milhões que sua esposa negociou e enviou diretamente a Vorcaro, e o casal então comprou dezenas de milhões em novos imóveis.
O tratamento extremamente favorável do STF em relação ao BM começou quando Dias Toffoli — cuja família também recebeu enormes quantias de dinheiro de pessoas ligadas ao banco — viajou em um jato particular para uma partida de futebol no Peru com o advogado petista @augustodeAB, que representava diretores da instituição. Poucos dias depois, Toffoli ordenou que todo o processo do Banco Master fosse mantido em sigilo absoluto.
Você não encontrará um advogado respeitável que diga que R$ 129 milhões é uma quantia razoável ou compreensível para qualquer profissional, mesmo o mais renomado, quanto mais para uma advogada comum como Viviane de Moraes. Além de seu papel como esposa do ministro, ninguém consegue explicar o que poderia justificar essa riqueza geracional transferida ao casal por esse banqueiro bilionário, corrupto e ladrão.
E esqueceu-se, embora não devesse, que a Globo noticiou que Vorcaro conversou com Alexandre de Moraes no dia de sua prisão sobre uma operação, e que Xandão também se encontrou com ele nas festas.
Não há escândalo judicial pior em nenhum lugar do mundo, pelo menos na última década. Mesmo assim, ele permanece impassível, com o mesmo imenso poder sobre o país e a vida das pessoas, como se nada disso tivesse acontecido.
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Ao Supremo o que é do Supremo
Editorial, O Estado de S. Paulo (28/06/2026)
Está em curso um movimento para fazer do STF uma corte revisora do TSE até em casos sem matéria constitucional inequívoca. Não se rasga a Carta por interesses circunstanciais
A poucos meses do início oficial da campanha eleitoral, uma tensão institucional tem ganhado corpo ao arrepio da Constituição. Ao que parece, está em curso um movimento para fazer do Supremo Tribunal Federal (STF) uma espécie de corte revisora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mesmo em casos que não envolvam matéria constitucional inequívoca.
Os sinais dessa movimentação estão à vista de todos. Como este jornal publicou há poucos dias, alguns ministros do STF passaram a atuar diretamente em casos de evidente impacto eleitoral como anteparos, digamos assim, à condução dos trabalhos da Corte Eleitoral pelo ministro presidente Nunes Marques. Especialistas ouvidos pelo Estadão alertaram para o risco de um “drible” institucional por meio do esvaziamento de competências que a Lei Maior reservou expressamente ao TSE.
Nesse sentido, é exemplar o episódio envolvendo Romeu Zema (Novo), que fez críticas satíricas aos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli. O caso – que nem sequer deveria ter chegado a um tribunal superior – foi rapidamente atraído para a órbita do Supremo, malgrado estar inserido no contexto da pré-campanha. Em Roraima, por sua vez, a discussão sobre as regras aplicáveis às eleições suplementares no Estado levou o STF e o TSE a se pronunciarem simultaneamente sobre a mesma matéria, gerando insegurança jurídica quanto ao resultado do pleito.
O problema não é a revisão de um ou outro julgado da Justiça Eleitoral pelo STF, hipótese plenamente coadunada com a ordem jurídica vigente quando há matéria constitucional em discussão. O risco é a gradual degradação do papel institucional do TSE por questões alheias ao Direito. Se qualquer controvérsia eleitoral puder ser carreada ao Supremo a depender das veleidades de um ou outro ministro, o TSE deixará de ser, na prática, a instância máxima da jurisdição eleitoral. Não foi isso o que o constituinte originário autorizou.
O desenho institucional brasileiro distribuiu com clareza papéis e responsabilidades entre os tribunais superiores. Ao STF, como se sabe, cabem a guarda da Constituição e o julgamento de ações penais que envolvem algumas autoridades com prerrogativa de foro. Ao TSE cabe conduzir as eleições e dar a palavra final sobre a aplicação da legislação eleitoral. O arranjo sempre foi esse, simples e equilibrado.
O TSE, obviamente, não é um puxadinho do STF. Sua existência responde à necessidade de conferir especialização, estabilidade e uniformidade à aplicação das normas eleitorais. Esvaziar suas funções por meio de intervenções descabidas implica enfraquecer o modelo institucional consagrado pela Carta de 1988.
Mais preocupante ainda é a impressão de que esta súbita necessidade de supervisão do TSE, digamos assim, coincide com a mudança da presidência da corte. Ora, as competências constitucionais não variam conforme a identidade dos ocupantes de cargos públicos. Não se amassa a Constituição por interesses circunstanciais. O alcance das atribuições do TSE não pode ser ampliado sob um presidente nem restringido sob outro. Isso vale para interferências externas.
Não há democracia sólida onde as regras de competência são elásticas. Quando há matéria constitucional em jogo, evidentemente a palavra final cabe ao Supremo Tribunal Federal. Fora dessa hipótese, não é dado ao Supremo ampliar o alcance de suas atribuições, muito menos para se apresentar como espécie de interventor na Justiça Eleitoral.
O TSE e o STF são autônomos dentro das competências que a Lei Maior lhes atribui. A manutenção desse equilíbrio é comando, não ato de vontade. A Constituição impede a concentração de poder em qualquer instituição republicana. Contorná-la em nome de conveniências circunstanciais não fortalece a democracia brasileira. Ao contrário: enfraquece a arquitetura de freios e contrapesos sobre a qual repousa o Estado Democrático de Direito.
A parada gay, esse ano, diminuiu bastante de tamanho, com a imprensa alegando que 37 mil pessoas compareceram ao ato – contrastando com os números anunciados em outros anos, que chegaram a 3 mi de pessoas.
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Bom, primeiro, nunca houve 3 milhões na parada gay, nem três e nem 1 milhão. 1 milhão é muita gente.
A maioria das pessoas caem nesse conto do 1 milhão de pessoas porque nunca fez conta, nunca parou para pensar no assunto. Se tiver uma manifestação de 1 milhão de pessoas em São Paulo, a cidade vira um caos generalizado.
Então, deve ter havido no momento de pico 100.000 pessoas, e olha que 100.000 pessoas é muita gente, mas é possível numa manifestação muito grande, muito grande. 100.000 pessoas. A partir daí é difícil.
Também não sei se nessa parada gay teve 37.000 pessoas, porque eu não contei, não sei de onde tiraram esse número. É possível que não tivesse nem 37.000 pessoas.
É evidente que é uma crise. O problema é o que o próprio pessoal falou: financiamento.
Isso aí não é um movimento real, é um movimento que é financiado por grandes empresas. Eu vi que o discurso da Sâmia Bomfim foi criticar as empresas que não financiaram a parada gay.
Quer dizer, Sâmia Bomfim é do MES – Movimento da Esquerda Socialista, que também se diz revolucionário e trotskista; e ela está criticando os empresários, os capitalistas, porque não financiaram a parada gay.”
Uma imoralidade !
O exemplo vem de cima... e quando quem dita regras comete imoralidades, a desonestidade deixa de ser exceção e vira normalidade criando uma cultura da esculhambação !
O Brasil vive uma crise brutal na segurança pública.
Mas, para o governo Lula, até a criação de um Ministério da Segurança vira moeda de troca política para aprovar PEC.
Enquanto negociam cargos, o brasileiro segue preso dentro de casa e o crime cada vez mais livre nas ruas.
Atualização sobre abusos de ministros do STF: o presidente Fachin, respondendo a recurso nosso, reconheceu (com muito jeito) que a atuação de Gilmar Mendes no caso Maridt (o fundo da família Toffoli) não seguiu as regras processais e proibiu novos malabarismos similares.
Para quem não lembra, Gilmar usou um processo arquivado para se considerar prevento e bloquear a quebra de sigilo do fundo Maridt, que teria recebido milhões ligados ao Master.
Não será fácil nem rápido, mas vamos seguir lutando por uma Justiça igual para todos.
O que está acontecendo com esta indicação do Messias para o STF envolvendo os membros dos três poderes da República - especialmente Lula do Executivo e Alcolumbre e senadores - é uma vergonha.
Conchavos, encontros secretos, contrangimentos e vazamentos, cargos e bilhoes de emendas nas vésperas da votação numa esbórnia que nada tem a ver com o respeito de uma democracia que se preze...
republica de banana é pouco para dizer da democracia que temos !
Lula não é um mitômano não tem essa patologia.
É sim, um político desonesto que se revela nas promessas levianas e que servem apenas para enganar o eleitorado e a cidadania.
Neste vídeo de um debate na campanha de 2022 tudo fica bem evidente ...
“Vossa excelência afirma, por exemplo, que o STF é instituição central do nosso arranjo democrático. Permita-me humildemente discordar. O STF é um dos três poderes da República", diz Marinho ao votar contra Messias em sabatina
https://t.co/3oTBswf0fF
Há uma escalada autoritária quando o Estado passa a perseguir, reprimir e punir cidadãos por manifestações que, pela lei, dependem exclusivamente da iniciativa do ofendido. Quando autoridades assumem para si esse poder, o que está em jogo já não é a proteção da honra é o controle da palavra.
Os crimes de calúnia, injúria e difamação são de ação penal privada e só o ofendido decide se quer levar o caso à Justiça. Não cabe ao Estado agir por conta própria muito menos transformar esses tipos penais em instrumento para intervir, censurar, intimidar inclusive num inconcebível abuso transformando a Polícia Federal numa gestapo qualquer...
Tratar tais crimes como se fossem de ação pública é uma distorção grave. É a substituição da vontade individual pelo arbítrio estatal. É o poder público escolhendo quem investigar, quem calar e quem punir
Isso não é aplicação da lei. É usurpação.
Quando o Estado passa a agir dessa forma, especialmente para proteger autoridades públicas de críticas ou acusações, abre-se um precedente perigoso: o de usar o aparato estatal para blindar o poder e constranger o cidadão.
É assim que se inicia a erosão das liberdades e se não estancado o fim da democracia .