Sao Paulo - SP
Angra dos Reis - RJ
Porto Alegre - RS
Sao Carlos - SP
Barretos - SP
Juiz de Fora - MG
Belo Horizonte - MG
Manaus - AM
Cabo Frio - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Belém - PA
Fortaleza - CE
Recife - PE
Salvador - BA
Nova York, EUA
Goiânia, Goiás
Brasilia, DF
São Gonçalo, RJ
Capelinha, MG
Essas foram as cidades pelas quais passei (algumas mais de uma vez) durante a cobertura eleitoral. Segui de perto a campanha do candidato Flávio Bolsonaro, mas também cobri diversos atos dos candidatos Lula e Renan Santos.
Foram mais de 60 dias nessa pegada. Eu, uma mala e o Brasil. Para um jornalista foi extremamente educativo. Principalmente pra confirmar que não poderia haver distância maior entre a realidade dos políticos em Brasília e a vida do cidadão comum em vários rincões nacionais.
Obvio que uma cobertura nessa intensidade tem um custo (pessoal, inclusive). Mas, com ou sem respostas para algumas perguntas - e com pouquíssimas propostas - acabou.
Luiz Inácio Lula da Silva está reeleito. Cobri os últimos atos de campanha dele no RJ no 1º e 2º turno. Vi uma diferença de engajamento nas ruas gigante entre esses dois atos. E ela apareceu nas urnas.
Também há um Brasil de gente que não se sente representado pelo projeto petista de país. E outro mar de brasileiros que nega simultaneamente os projetos de Lula e do Clã Bolsonaro. A obrigação do presidente reeleito é governar para todos. E a obrigação da imprensa é seguir fiscalizando o governo eleito, que tem enormes desafios pela frente, vários deles causados por medidas tomadas às vésperas das eleições.
Ao eleitor, se você ficou satisfeito com o resultado de ontem: celebre, mas lembre que você votou em alguém, mas não é obrigado a concordar com tudo. Se você ficou insatisfeito com o resultado, saiba que há um Congresso eleito que fará oposição e que não há solução para o país fora da democracia.
Não briguem com seus próximos por causa de política. Se brigou, faça as pazes.
Cobrem-nos, não os endeusem.
Nota da PF diz que não há registro de saída de Flávio Bolsonaro do país e que senador não é considerado foragido, nem poderia ser preso ou vigiado permanentemente.
Apuração minha com @igorgadelham e @gustzucchi
Flávio Bolsonaro e familiares entraram nos EUA com autorização "humanitária" de 1 ano de permanência.
O visto “DT” é concedido, por exemplo, a refugiados ucranianos.
https://t.co/ghXzlJ6hDH
Registro mostra que Flávio usou passaporte diplomático brasileiro para entrar nos EUA — mesmo com documentos, em tese, cancelados pelo STF👇🏽@Metropoles https://t.co/5zrQJExFOT
Departamento de Migração da Argentina confirma oficialmente: Flavio Bolsonaro, a esposa e duas filhas ingressaram no país e seguiram em voo para o Equador.
Órgão do governo argentino diz que senador teria entrado no país às 22h50 de terça-feira e embarcado no avião às 23h30
La Dirección Nacional de Migraciones informa que a las 22:50 hs del dia 27/10, ingresaron por el paso fronterizo de Puente internacional Tancredo Neves en la provincia de Misiones, los ciudadanos Flavio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina Figueira Bolsonaro y Luiza Figueira Bolsonaro, quienes lo hicieron con documentación hábil de viaje sin ningún impedimento legal para el ingreso al país, asimismo los tránsitos fueron registrados por la autoridad de aplicación sin incidentes.
Por su parte, a las 23:30 hs, la comitiva ingresante abordó un vuelo privado despachado por la compañía Baires Fly S.A con destino a la ciudad de Guayaquil, Ecuador, según se informó en el plan de vuelo.
Contexto da fala: Donald Trump desembarcou por volta das 0h30 (hora local, 1h30 no Brasil) na base aérea de Maryland, retornando de um evento no Texas.
Falou com jornalistas do pool antes de embarcar para a Casa Branca. A primeira pergunta foi sobre Flávio Bolsonaro.
@malkerting Ela pediu asilo, Brasil concedeu e o governo peruano autorizou tanto o pouso da aeronave brasileira quanto o deslocamento de carro até o aeroporto. Tem imagens disso.
Há evidências que sugerem que ocorreu uma operação de extração de Flavio Bolsonaro do Brasil. Ainda não há essa confirmação por parte de oficiais americanos, em on ou em off.
Existe uma diferença grande entre o senador ter deixado o país por conta própria e ter a entrada garantida nos EUA e o governo americano ter atuado ativamente para retirar Flávio do Brasil.
@malkerting Diferente. Governo do Peru autorizou a saída dela. Aqui estaríamos falando de algo que teria enganado por completo as autoridades brasileiras