PARÉM DE FALAR QUE OS ESTADOS UNIDOS INTERFEREM NOS OUTROS PAÍSES!!!
EU SEI QUE JÁ HOUVE ALGUNS CASOS ISOLADOS COMO:
🇯🇵 Japão (1945–1952, ocupação militar direta, invasão, ataque atômico)
🇬🇷 Grécia (1947–1949, apoio militar)
🇨🇳 China (1945–1953, apoio militar aos nacionalistas, confronto indireto na Guerra da Coreia)
🇰🇷 Coreia do Sul (1945–presente, ocupação inicial, guerra, bases militares e tutela estratégica)
🇮🇷 Irã (1953–presente, golpe de Estado, sanções, operações encobertas, assassinato seletivo)
🇬🇹 Guatemala (1954–presente, golpe de Estado, repressão prolongada e apoio a regimes militares)
🇹🇷 Tibete (1955–1970, financiamento, armamento e treinamento de insurgência via CIA)
🇵🇭 Filipinas (1946–presente, contrainsurgência, apoio militar interno e bases estratégicas)
🇮🇩 Indonésia (1958–1965, apoio a rebeliões, golpe militar e massacres em massa)
🇨🇩 Congo (1960–1965, desestabilização, apoio a golpe e assassinato de Patrice Lumumba)
🇩🇴 República Dominicana (1961–1966, intervenção política seguida de invasão militar direta)
🇧🇷 Brasil (1961–2016, apoio ao golpe militar, tutela durante ditadura e lawfare institucional)
🇬🇾 Guiana (1964, interferência eleitoral e desestabilização política)
🇵🇪 Peru (1965–presente, interferência política, pressão diplomática e cooperação militar)
🇬🇷 Grécia (1967–1974, apoio político ao regime militar)
🇨🇱 Chile (1964–1973, interferência eleitoral, sabotagem econômica e golpe de Estado)
🇦🇷 Argentina (1976–1983, apoio político, militar e de inteligência à ditadura)
🇦🇴 Angola (1975–1992, financiamento e apoio a forças armadas na guerra civil)
🇲🇿 Moçambique (1977–1992, apoio indireto a forças insurgentes)
🇹🇷 Turquia (1980–presente, apoio e legitimação de golpe militar e regime aliado da OTAN)
🇵🇱 Polônia (1980–1989, financiamento e apoio político a movimentos oposicionistas)
🇳🇮 Nicarágua (1981–1990, financiamento, treinamento e coordenação dos Contras)
🇭🇳 Honduras (1980–presente, base regional, apoio a golpe e cooperação militar)
🇬🇩 Granada (1983, invasão militar)
🇱🇾 Líbia (1986–2011, bombardeios, sanções, desestabilização e mudança de regime)
🇵🇭 Filipinas (1989, apoio militar interno contra levantes)
🇮🇶 Iraque (1991–presente, guerra, sanções, bombardeios, invasão e ocupação)
🇭🇹 Haiti (1991–2004, pressão diplomática, intervenções e mudança de governo)
🇸🇴 Somália (1992–presente, intervenção militar, bombardeios e operações especiais)
🇸🇩 Sudão (1998, ataques aéreos contra alvos estratégicos)
🇷🇸 Sérvia (1999–presente, ocupação indireta e tutela internacional)
🇽🇰 Kosovo (1999–presente, ocupação indireta e tutela internacional)
🇦🇫 Afeganistão (2001–2021, invasão, ocupação militar e mudança de regime)
🇾🇪 Iêmen (2002–presente, bombardeios, drones e apoio militar)
🇸🇴 Somália (2006–presente, ataques aéreos contínuos)
🇸🇾 Síria (2011–presente, apoio a grupos armados, sanções e bombardeios)
🇵🇾 Paraguai (2012, apoio diplomático ao impeachment relâmpago)
🇧🇷 Brasil (2013–2016, interferência institucional indireta e lawfare)
🇧🇴 Bolívia (2019, apoio político e diplomático à derrubada do governo)
🇵🇸 Palestina (Israel/Gaza) (1967–presente, apoio militar, financeiro, diplomático e logístico dos EUA à ocupação israelense e às operações militares em Gaza)
🇻🇪 Venezuela (2014–presente, sanções econômicas, invasão, sequestro)
🇨🇺 Cuba (2026, cerco marítimo, estrangulamento econômico)
MAS TIRANDO ISSO, ACHO QUE NÃO TEVE MAIS NADA NÃO!!! PAREM DE RECLAMAR DA AMÉRICA!!! ELES ESTÃO APENAS LEVANDO A DEMOCRACIA AO MUNDO!!! 🇱🇷🗽🦅
Sinto vergonha, e não é pouca, ao ver brasileiros aplaudindo o sequestro de Nicolás Maduro como se isso fosse sinal de força, justiça ou civilização.
Maduro é um ditador, isso é fato. O que está em debate é outra coisa, aceitar que um país estrangeiro capture um chefe de Estado à revelia do direito internacional.
Apoiar esse tipo de ação é legitimar a barbárie quando ela vem chancelada pelos Estados Unidos. É normalizar a ideia de que potências podem agir acima de qualquer regra, escolhendo quem pode ou não governar.
Hoje foi a Venezuela. Amanhã pode ser qualquer país que contrarie Washington, inclusive o Brasil.
Os brasileiros que comemoram atitudes de Donald Trump não percebem, ou se recusam a perceber, o quanto isso é nocivo à nossa pátria.
Não fortalece a democracia, não liberta povos e não combate autoritarismos.
Apenas reafirma a velha lógica colonial de tratar a América Latina como quintal.
Isso não é coragem política, é servilismo. Não é defesa da liberdade, é desprezo pela soberania.
Apoiar esse tipo de prática é, no fundo, torcer contra o próprio país, e expor uma ignorância política que cobra um preço alto, a dignidade nacional.
A fraude no ENEM que veio à tona nos últimos dias não é apenas um episódio isolado de irresponsabilidade: é o retrato cru de um sistema que há anos escancara desigualdades, manipulações e silêncios convenientes. E, para entender a gravidade disso, basta olhar para a narrativa que se desenha, uma narrativa que, em muitos aspectos, lembra Round 6.
Assim como na série, onde jogadores são colocados para competir em condições injustas enquanto aqueles com poder controlam tudo dos bastidores, aqui também existe uma engrenagem subterrânea que decide quem tem vantagem, quem tem acesso e quem será deixado para trás. A diferença é que, no nosso caso, não é ficção: são vidas reais, sonhos reais, estudantes reais sendo sacrificados em nome de lucro, status e poder. O mentor que supostamente acessa questões vindas do próprio CAPES e utiliza esse material em suas mentorias não é apenas um “professor esperto”: ele é a ponta visível de uma estrutura muito mais profunda. Uma estrutura que opera, silenciosamente, ligada a privilégios, contatos internos e, possivelmente, funcionários do próprio INEP. E o mais estarrecedor não é apenas o vazamento, é a forma como ele é distribuído.
Esse homem mantém dois mundos separados:
o grupo “comum”, com alunos que pagam entre R$1000 e R$3000 e recebem apenas materiais previamente preparados;
e o grupo VIP, formado por pessoas com poder aquisitivo extremamente alto, que pagam valores além do absurdo, recebendo supostamente a prova completa, com prints e questões idênticas às aplicadas no ENEM.
Isso é mais perverso do que parece. Não se trata apenas de corrupção. É a institucionalização de um abismo social. Porque enquanto milhares de estudantes brasileiros viram noites estudando, choram de ansiedade, fazem revisões com o pouco que têm e acreditam na promessa de um exame democrático, outros compram atalhos. Atalhos caros. Atalhos que custam o futuro de quem não pode pagar. E não deveria pagar, pois é CRIME! Quando esse mentor agradece publicamente pessoas do INEP, e se seguem nas redes sociais a pergunta que ecoa é inevitável:
será que os filhos desses servidores não estariam justamente entre os tais “VIPs”?
Se isso se confirmar, não estamos diante apenas de uma fraude, estamos diante de uma corrupção estrutural, onde quem deveria garantir integridade se torna cúmplice do colapso. E é aqui que entra a desigualdade de forma mais brutal. Porque esses alunos VIP não estão competindo com os outros candidatos. Eles estão competindo com um gabarito. Eles não estão correndo a mesma corrida. Eles começam quilômetros à frente.
E ainda têm coragem de chamar os alunos que pagam “só” três mil reais de pobres. Imagine, então, a realidade de quem não pode pagar nada. E não deveria pagar, pois é CRIME. Como exigir igualdade de oportunidades quando nem mesmo o ponto de partida existe para todos?
O ENEM foi criado para ser um instrumento democrático de acesso ao ensino superior, mas, ano após ano, se transforma em um campo de batalha desigual, onde quem tem poder compra vantagem e quem não tem reza por justiça. E o silêncio dos órgãos responsáveis não é apenas omissão: é cumplicidade.
O INEP precisa se posicionar.
O Ministério da Educação precisa se posicionar.
O Ministério da Justiça precisa investigar.
Porque isso não é um caso isolado, não é uma coincidência, não é um deslize técnico: isso acontece desde 2023. E continuará acontecendo enquanto fingirmos que não vemos.
E quando a fraude se junta com a desigualdade, o resultado é devastador.
É uma prova que não é igualitária.
É um processo seletivo que não tem equidade.
É um país que continua colocando seus jovens em arenas injustas e chamando isso de “mérito”. Não existe mérito onde não existe igualdade de condições.
Nós, estudantes, estamos lutando por uma prova justa, igualitária, íntegra. Estamos pedindo o mínimo +
@dheny_sales teve uma vez, no inverno, q meu chuveiro desligou e eu fiquei 1 mês tomando banho gelado pq eu achei q tinha queimado. dps, um belo dia, coloquei no quente e ele estava caindo água quente de boa😭