Vou ser direto: tem uma mulher em SP chamada Dona Sônia que há 38 anos cuida de crianças que crescem no meio do tráfico. Só ela, do zero, sem parar.
Ela nunca teve sede fixa. Apareceu um terreno por R$ 200 mil. É agora ou nunca.
Eu sou padrinho da ONG Nova Esperança e tô pedindo ajuda.
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Em 1933, depois do incêndio do Reichstag, Hitler convenceu o Presidente Hindenburg a assinar o Reichstagsbrandverordnung, um decreto que entre outras coisas pretendia
"restringir os direitos de liberdade pessoal [habeas corpus], liberdade de expressão (de opinião), incluindo a liberdade de imprensa, a liberdade de organização e reunião, a privacidade das comunicações postais, telegráficas e telefônicas. Mandados de buscas domiciliares, ordens de confisco, bem como restrições de propriedade, também são permitidos além dos limites legais prescritos de outra forma."
Então, enfie esse papo de que "Hitler hoje defenderia liberdade de expressão" no rabo.
Jesus era judeu e nasceu em Belém, na Judéia, região predominantemente judaica. Em 70 da era comum os romanos destroem Jerusalém e expulsam os judeus, renomeiam a região para Assíria Palestina (terra dos filisteus) para humilhar os judeus e apagar a história judaica na região. O islã só veio a existir 600 anos depois e ocupar a região por meio da expansão colonial de saladino por volta do ano 1000 da era comum. A falácia que Jesus era palestino só serve para tentar apagar a história judaica da região e se apropriar da fama de Jesus e do Natal na época de sua celebração para forçar as pessoas a falarem sobre a causa palestina. A causa palestina é importante e justa porém Jesus era judeu e nasceu em uma região judaica. A tentativa de apagar a história judaica da região não passa de uma apropriação religiosa e cultural perigosa e antissemita.