Sensacional! Bingo! Excelente, Flávio Bolsonaro!
É exatamente isso.
Na sua live, Flávio Bolsonaro mostrou a quem Lula serve: ao sistema, à casta mais alta da sociedade, às elites, principalmente à elite financeira e à elite política.
Lula é o pai dos ricos, dos bancos e dos banqueiros.
Foi excelente você trazer essa informação na sua live.
E é por isso que o sistema está desesperado. O sistema não quer Flávio Bolsonaro, assim como não queria Jair Bolsonaro em 2018 e fez de tudo para impedir sua eleição. Depois, em 2022, lutou de todas as formas para impedir sua reeleição.
A mesma coisa está acontecendo agora com Flávio. É uma raiva visceral.
Eles vão fazer de tudo: criar narrativas, fabricar crises, procurar qualquer pretexto para desgastar sua imagem, tentar silenciá-lo e, se puderem, até torná-lo inelegível ou fazê-lo desistir.
Mas há uma coisa que eles não conseguem impedir: a conexão de Flávio Bolsonaro com o povo.
Quanto mais ele fizer lives, quanto mais falar diretamente com os brasileiros, mais vai se conectar, mais vai dialogar e mais vai conseguir transmitir sua mensagem.
Nós precisamos dar força para que Flávio Bolsonaro continue essa missão.
Que live! Sensacional!
Esse final de live foi sensacional.
A conclusão do Flávio Bolsonaro me lembrou muito o Jair Bolsonaro. É isso: se conectar com o povo, falar com o povo.
Flávio, faça mais lives. Escolha um dia da semana, assim como seu pai fazia, e mantenha esse contato direto com as pessoas. O povo precisa disso. O povo quer isso.
Você alcançou quase 30 mil pessoas ao vivo em plena segunda-feira, no início da semana, em um horário em que muitos estavam indo trabalhar ou voltando do trabalho. Excelente.
É exatamente isso. Pode ter certeza de que o povo está com você, assim como esteve e continua estando com Jair Bolsonaro.
Que lapada. Que porrada.
Flávio deu um recado claro para a direita permitida. E agora eu pergunto: o que vocês vão responder?
Vocês querem estar conosco na luta pelo Brasil e pela liberdade ou vão continuar pregando voto nulo, voto em branco e outras alternativas que só favorecem quem está no poder?
Sensacional. Que live.
É isso, Flávio. Era exatamente isso que o povo estava esperando.
@Reimont Veja se é homem e pede a prisão de Lula por interferência na PF para não investigar lulinha; pede a prisão de lulinha por receber dinheiro do careca do INSS. Seja homem e não covarde
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político.
A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição.
O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais.
Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático.
Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.
A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes.
Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática.
Senador Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado Federal
@Andre17121979 Onde a lei cessa o direito a livre manifestação? Lula enquanto preso, manifestava, recebia visitas sem interferência do STF, fazia entrevistas sem interferência do STF, qual é a regra de Moraes, ser da esquerda política?
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Marcos Valério afirmou em 2022, em delação homologada pelo STF, que o PCC mantinha relações com esquemas ligados ao PT.
@mauad_joao Gostaria de ver o Fernando debatendo ao vivo com Temer sobre essa entrevista, colocando-o no muro para esclarecer as violações à CF por parte de seu pupilo AM e outros do STF, será que Temer terá coragem de falar?
Fernando Schüler pegou um limão (a entrevista do Temer) e fez uma limonada. Genial! 👇
Temer está correto. Cumprir a Constituição é a chave para pacificar o país
Fernando Schüler
“Cumprir rigorosamente a Constituição”, diz o ex-presidente Temer, é a chave para pacificar o País e seguir em frente. Temer não poderia estar mais correto. Se a Constituição diz que um cidadão comum não tem o chamado “foro privilegiado”, um pastor, por exemplo, não deveria ser julgado originariamente pelo Supremo. Mesmo que cometesse o gravíssimo crime de chamar algumas autoridades de “covardes”.
Se a Constituição diz que um parlamentar tem imunidade por “quaisquer” palavras e opiniões, nenhum deputado deveria ser processado por fazer uma denúncia de abuso de autoridade na tribuna da Câmara. E, se a Constituição diz que há “liberdade de pensamento”, nenhum youtuber deveria ser incriminado por achar isso ou aquilo sobre os próprios limites da liberdade de expressão.
De modo que o ex-presidente tem razão na ótima entrevista que deu ao Estadão esta semana. O detalhe fica por conta de uma pergunta singela: quem não estaria exatamente cumprindo a Constituição? Se o País não souber observar a realidade com alguma frieza e responder a esta pergunta, não acho que iremos muito longe. Pois de que vale ter uma Constituição se perdemos a capacidade de entender — e logo respeitar — o sentido mais simples, claro e objetivo das palavras inscritas na Constituição?
O direito não é feito da vontade pessoal desta ou daquela autoridade. Parte de comandos, conceitos e limites institucionais que não podem ser remodelados livremente segundo as conveniências do momento. Se, por alguma razão, driblamos o sentido do texto, de modo que “censura prévia” deixe de ser censura prévia, que “quaisquer” deixe de ser quaisquer e que “instância devida” deixe de significar instância devida, há muito já deixamos de ser um Estado de direito. No que exatamente nos convertemos, deixo para o entendimento de cada um.
O ex-presidente acerta ao apresentar sua “Estrada para o Futuro”. Ele convida intelectuais de referência, alinhados com sua visão, como Marcos Lisboa e Marcos Troyjo, e oferece um caminho possível para o próximo governo. Pode-se concordar ou não com as ideias de Temer e seus convidados. Mas é exatamente esta a função de um ex-presidente. Ele diz que os eleitores estão esperando “projetos para o País”, e não “disputa de nomes”. Nisso, confesso discordar. É possível que exista uma maioria silenciosa que gostaria de ver reformas estruturais. Exatamente como o próprio Temer fez em seu governo. Uma reforma como a trabalhista, que flexibilizou e melhorou as condições do mercado de trabalho. Ou quem sabe a Lei das Estatais, que moralizou e melhorou a gestão das empresas públicas.
Mas, cá entre nós, a grande massa de eleitores sequer entende do que tratam essas reformas. O próprio ex-presidente saiu do governo, depois de fazer um belo programa de modernização, com uma rejeição bastante alta. A triste realidade é que é a turba militante que dá o tom em nossa democracia digital. E funciona na direção precisamente inversa do que sugere Temer: quer a guerra entre “nomes”, e não projetos.
O ex-presidente acerta no diagnóstico sobre as origens da polarização tóxica que tomou forma no País nos anos recentes. A explosão das redes sociais cumpre um papel aí, mas sua origem foi o tipo de retórica inaugurado pelo lulismo com o “nunca antes neste País”. A lógica da guerra miúda traduzida no “nós contra eles”. Tudo isto que “se ampliou de tal maneira”, diz Temer, “que a outra ala resolveu se organizar nos mesmos moldes”.
Não penso que exista saída simples para este estado de coisas. As democracias, na era digital, radicalizaram o que Madison chamou de “animadversão”. O debate duro que marca a vida republicana. É possível imaginar a emergência de líderes com alguma virtude. Presidentes que não ponham a Constituição na condicional, como vimos em tempos recentes, ou que evitem chamar seus concidadãos de proto-nazistas, como também observamos por estes dias. Mas não há garantia nenhuma quanto a isto. O que se pode exigir é que os agentes de Estado, representando instituições, recusem este jogo. Ajam com imparcialidade e moderação. E é isto, de fato, que não vem acontecendo em nossa democracia.
É no debate econômico que Temer oferece sua grande contribuição. E, nisso, ele tem um lado na polarização brasileira. Desde o início dos anos 90, o Brasil sempre teve duas turmas no que diz respeito à economia e ao papel do Estado. Elas não são perfeitamente nítidas, nem estruturadas em dois grandes partidos.
Mas basta uma análise das votações no Congresso, em nosso longo ciclo de reformas, nas últimas três ou quatro décadas, para observar com bastante clareza sua existência. Já na privatização da Usiminas, em 1991, as duas turmas estavam lá. Uma a favor, outra contrária. Foi o mesmo com o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a privatização da telefonia. E, mais recentemente, com a reforma da Previdência, a privatização da Eletrobras, o marco do saneamento e a autonomia do Banco Central.
Com raras exceções, esta é a história da polarização “estrutural” brasileira, que se dá um pouco abaixo da epiderme da gritaria e dos afetos políticos. Essas duas visões estarão novamente frente a frente nas eleições deste ano, independentemente de nossos humores e velhos ressentimentos.
A segunda agenda para o debate de 2026 é institucional. O STF se colocou no centro da vida política brasileira nos anos recentes. E é natural que o debate sobre a sua atuação esteja no centro do debate eleitoral. O próximo presidente deverá indicar três ou quatro novos ministros para a Corte. Isto afetará decisivamente nosso entendimento sobre o que significa “cumprir rigorosamente” a Constituição. E definirá muito do que discutimos sobre segurança jurídica, direitos individuais e liberdade de expressão.
Cada um pode ter a visão que quiser sobre o País, mas é importante, na vida democrática, reconhecer o que está em jogo. De modo que Temer nos dá uma ótima contribuição. Em algum momento, dispor de um programa de reformas ajudou o País a andar para frente. Oxalá nos ajude de novo, neste País um tanto sem rumo no qual nos transformamos."
Jair Bolsonaro representa o caminho da prosperidade. Gostem dele ou não, a verdade permanece a mesma: foi o único presidente que colocou os interesses do Brasil acima de projetos de poder e governou pensando no povo brasileiro.