Zezé di Camargo protagonizou um dos maiores gestos simbólicos já vistos na guerra cultural. O cara deslegitimou a ditadura de Moraes com um vídeo de 3 minutos, perante uma plateia de milhões de pessoas fora da bolha da direita.
A comunicação que ele usou foi genial. Não atacou ninguém, não foi agressivo, não usou vocabulário político (“Magnitsky”, “ditadura”, “perseguição”, etc). A mensagem chegou, sem ruídos, a um público não militante, pouco ou nada ideologizado, que até então não havia se dado conta de que havia um problema sério acontecendo no país.
O SBT agiu da forma mais infame possível tratando Moraes como celebridade. É comum políticos participarem de inaugurações de toda sorte, mas não ministros do STF. Moraes não foi apenas convidado: o sujeito recebeu palco, holofotes e aplausos. Espetáculo deprimente.
Embora Silvio Santos tenha dito que o SBT sempre está com o governo (pois este é o dono da sua concessão), tenho sérias dúvidas sobre se ele embarcaria nessa canoa furada. Moraes não detém a concessão do SBT, é só um amiguinho de ocasião do governo mesmo.
Zezé conseguiu aumentar o custo de se endossar uma aberração moral. A bajulação, agora, ficou mais cara.
Quando um artista como Zezé marca essa posição, a normalização do poder é interrompida. Ele quebra aquela aura de unanimidade. Outros artistas vão passar a considerar o custo reputacional de associar sua imagem à de um ditador.
Esse episódio é um típico exemplo do que Gene Sharp considerava como medidas não violentas para o confronto de ditaduras.
Respeito máximo ao Zezé di Camargo 👏👏👏 Postura digna e à altura de sua posição cultural no país. O vídeo dele deve ser compartilhado à exaustão.
@zcloficial
Ninguém se importa com o Brasil.
E nunca se importou.
O caso da Lei Magnitsky só escancarou o óbvio:
não houve reação, não houve constrangimento, não houve consequência.
Teve silêncio. Aquele silêncio educado de quem olha e pensa: “deixa afundar”.
E não, isso não é porque o Brasil é respeitado.
É justamente o contrário.
O Brasil nunca foi relevante.
Nunca foi exemplo.
Nunca foi ameaça.
Nunca foi prioridade.
Não seria agora, em pleno colapso institucional, que alguém iria ligar.
Alexandre de Moraes ficou fora das sanções não porque o Brasil é forte, mas porque não vale o esforço.
Sancionar exige custo político.
E o Brasil não justifica nem o incômodo.
Para o mundo, somos apenas um território grande, barulhento, instável e previsível no fracasso.
Um país onde nada funciona direito, mas tudo funciona exatamente como esperado.
E tem mais:
é ótimo para os países de primeiro mundo que o Brasil seja assim.
Instável? Ótimo.
Dividido? Melhor ainda.
Sem segurança jurídica? Perfeito.
Sem poder tecnológico, militar ou institucional? Ideal.
País rico não quer concorrente novo.
Não quer outro país forte sentando à mesa.
Quer fornecedor barato, mercado consumidor e problema distante.
Eles não querem um Brasil desenvolvido.
Querem o Brasil exatamente como sempre foi:
confuso, dependente, barulhento e irrelevante.
Aqui dentro, vendem discurso de soberania.
Lá fora, somos apenas um estudo de caso do que não dá certo.
O mundo não está contra o Brasil.
Isso exigiria algum tipo de respeito.
O mundo simplesmente não liga.
E quando abusos passam sem reação internacional, não é estratégia.
É desprezo.
Esse é o lugar do Brasil hoje.
E, sendo honesto, é o lugar que ele ocupa há décadas.
Copie e cole:
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
ANISTIA JÁ
AMPLA GERAL E IRRESTRITA
Presidente Lula, o senhor está satisfeito agora?
O senhor declarou apoio à opositora do então candidato Trump. Era o melhor para o Brasil? Não. Mas o senhor preferiu colocar a ideologia acima do interesse do povo.
O senhor, presidente Lula, não perdeu uma oportunidade para atacar com palavras o presidente da maior economia do planeta, a maior economia das Américas. E, ao invés de diplomacia, preferiu apostar em ataques infantis contra um país muito mais poderoso e mais forte do que o Brasil.
E agora, após um governo que vai de mal a pior, o senhor vai tentar dizer que o seu fracasso é por causa do presidente Trump? Não, presidente Lula. O fracasso do seu governo é por causa das escolhas equivocadas e repetidas que vem fazendo, de uma visão de mundo ultrapassada e que agora coloca o Brasil pela primeira vez em toda história contra seu aliado estratégico mais tradicional, os Estados Unidos.
O povo brasileiro vai corrigir, se Deus quiser, essa sequência de barbaridades de sua política externa que cada vez mais se aproxima de ditadores e ditaduras e conseguiu a proeza de destruir a relação mais antiga do Brasil nas Américas, o primeiro país a reconhecer a nossa independência. Não há exemplo mais contundente do descalabro do Lula 3 do que essa palhaçada diplomática criada pela megalomania do governo do PT. O Brasil vai se livrar disso tudo. Enquanto isso, o povo vai sofrer as consequências dessa irresponsabilidade do radicalismo que o PT assumiu de dividir o país e dividir até mesmo o continente americano.
Parabéns, presidente Lula, se o seu objetivo era marcar a sua volta pelo populismo mais repugnantemente, o senhor verdadeiramente conseguiu. Deus proteja o povo brasileiro. Nós da oposição nunca vamos desistir do Brasil.