O que estamos vivendo nessa atual conjuntura não é mais entre direita e esquerda - mas sim, um duelo entre aqueles que têm caráter, moral, ética e princípios, que preza pela liberdade, pela verdadeira democracia, pela dialética, pelos direitos constitucionais, pela família, pela justiça, pelo estado de direito; contra aqueles que compactuam com o crime organizado, com a corrupção, com a barbarie, com a ditadura, com o autoritarismo, insistindo maquiavelicamente em destruir o ser humano.
A guerra é entre a luz e as trevas. Essa é a minha definição.
Assisti esse filme ontem porque diziam ser de suspense e estava muito bem avaliado no IMDB.
Achei o pior que assisti nos últimos anos. A partir dele, cheguei a 2 conclusões:
1 - Nem sempre a opinião da maioria vai ser bom para você ou está correta. Na verdade, frequentemente é o contrário.
2 - Hoje não dá mais para simplesmente assistir um filme e rir, chorar ou se assustar. Você precisa passar por uma propaganda progressista ou uma sátira do mundo atual.
Isso se dá sobretudo porque as premiações de cinema (como o Oscar) estão obrigando estúdios a colocarem cotas e críticas sociais para que os filmes possam concorrer.
O mundo, ele está chato!
@Ideias_Radicais E o povo xingando o Zema de caipira, na mesma respiração que xinga de asqueroso? Só por causa do sotaque dele de Araxá?
Os caipiras são um grupo cultural subnacional do Brasil
A juíza de direito, Doutora Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), obteve um triste e injusto desfecho em sua brilhante carreira.
Depois de mais de um ano de perseguição, censura, difamação e maledicência, tendo seu trabalho removido, seu sustento removido, todos os seus direitos constitucionais removidos - nesta quinta-feira, 25 de maio, a juíza Ludmila obteve o golpe final.
O presidente do TJ-MG, desembargador
José Arthur de Carvalho Pereira Filho estabeleceu sua aposentadoria compulsória.
A doutora Ludmila levantou sua voz diante das arbitrariedades que vinham acontecendo dentro do Supremo, criticou o inquérito das fake news, expressou sua opinião diante de toda arbitrariedade e totalitarismo implantado no país. Teve muita coragem. A coragem que falta para muitos togados e advogados que continuam sendo cúmplices desse regime autoritário que se instaurou no país. Ela disse inúmeras vezes, que não era o momento para se omitir e se calar diante dos fatos - e mesmo assim muitos covardes continuam calados. Enquanto a tirania avança, em uma escalada jamais vista.
A justiça não é mais cega, e é sobre isso que a Dra.Ludmila tentou alertar - o ativismo judicial assassinou a verdadeira jurisprudência e a sua constituição. E para que eles legitimem suas injustiças, eles devem rotular todos seus inimigos de “Bolsonaristas”, para justificar seus maus feitos - que baixeza, que decadência virou esse sistema “judiciário” partidário e ideológico brasileiro.
Registro aqui minha solidariedade e agradecimento, por tudo que a Excelentíssima juíza Doutora Ludmila Lins Grilo fez pelo Brasil. O tempo se incumbirá de mostrar quem foram seus verdadeiros heróis, escreveremos essa história.
@ludmilagrilo