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Vou começar a levar esse tipo de comentário para o jurídico resolver.
Está passando dos limites.
Se não está claro, vou deixar agora. TODA e QUALQUER mudança é feita EXCLUSIVAMENTE por questões técnicas pela STAFF.
Por favor me ajudem salvando link do post, prints e tudo mais que essa pessoa postar.
Está forjando prints alegando coisas que o Matt disse pra arranjar cancelamento e hate. Isso aqui vai tudo pra justiça porque eu não tenho paciência mais pra pilantra criminoso.
Avisem os amigos/mutuals de vocês que deram RT nisso aqui que isso é uma farsa e eu vou tirar essa pessoa do quinto dos infernos pra acabar com a vida dele no judicial agora.
@cinemagrath Ei @melao_oho vamos provar esse print na justiça. Tu é grande pra fazer imagem fake, vai ser grande pra receber o processo.
BOA. SORTE.
Acabou a minha paciência.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu provocou ampla controvérsia durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas em 2025 ao afirmar que os cristãos representavam 80% da população de Belém sob controle israelense, mas que esse número caiu para menos de 20% depois que a Autoridade Palestina assumiu o governo. Ele ainda declarou que Israel é o único lugar do Oriente Médio onde os cristãos se sentem seguros.
No entanto, essas afirmações desmoronam quando examinadas com atenção. Fatos históricos e sociais, documentados em estudos acadêmicos e em declarações oficiais emitidas por igrejas palestinas, mostram que o declínio da presença cristã na Palestina está ligado principalmente às políticas israelenses desde 1948, e não às da Autoridade Palestina.
Netanyahu apresentou uma comparação política simplista entre os períodos de controle israelense e de administração palestina em Belém, responsabilizando esta última pela diminuição da população cristã. Contudo, essa narrativa ignora uma longa trajetória histórica de acontecimentos que afetaram profundamente a presença cristã na Palestina.
Desde a Nakba de 1948, o cenário demográfico mudou drasticamente. A guerra e o estabelecimento do Estado de Israel levaram ao deslocamento de cerca de 700 mil palestinos, incluindo aproximadamente 60 mil cristãos que se tornaram refugiados. Antes da Nakba, a população da Palestina era de cerca de 1,98 milhão de pessoas, das quais 145 mil eram cristãs (7,6%). Após a guerra, apenas cerca de 34 mil cristãos permaneceram dentro do território que se tornou Israel, reduzindo sua participação para aproximadamente 2,4%.
Essa queda acentuada não foi resultado de uma “má governança palestina”, mas da ocupação e do deslocamento forçado — algo particularmente significativo considerando que cerca de 34% das terras em Jerusalém Ocidental ocupadas por Israel pertenciam a igrejas cristãs.
A ocupação de 1967 aprofundou ainda mais a crise por meio de políticas destinadas a reduzir a população palestina — especialmente os cristãos — e levá-los à emigração, através da confiscação de terras e propriedades e de sua transferência para o controle do Custodiante de Propriedade de Ausentes, que as arrenda a israelenses.
Os cristãos foram visados por duas razões principais:
Política: apoiar o projeto do “Estado judeu” ao retratar a Palestina como uma terra exclusivamente islâmica, justificando assim a negação de direitos aos não judeus.
Econômica/territorial: grande parte das terras da Palestina histórica era propriedade de fundações religiosas islâmicas e cristãs, e uma presença cristã reduzida facilita sua apropriação.
A Cidade Velha de Jerusalém é um exemplo contundente dessas políticas. Em 1967, sua população era de cerca de 70 mil pessoas, com os cristãos representando 40%. Hoje, essa proporção caiu para apenas 1,5% devido à pressão sistemática e ao deslocamento.
Em resposta a essa erosão demográfica, o presidente Mahmoud Abbas criou, em 2012, o Comitê Presidencial Superior para Assuntos das Igrejas, com o objetivo de proteger a presença cristã, reduzir a emigração e preservar a identidade multirreligiosa da Palestina.
Pesquisas acadêmicas — incluindo um estudo intitulado “A tolerância religiosa como pilar da segurança nacional” — destacam que a convivência entre muçulmanos e cristãos na Palestina não é um fenômeno recente, mas parte integrante da identidade nacional.
Durante séculos, muçulmanos e cristãos formaram um único tecido social que resistiu à divisão sectária. Esses estudos enfatizam que a verdadeira ameaça a essa convivência não vem de dentro da sociedade palestina, mas das políticas coloniais e de ocupação israelenses, que aplicam uma estratégia de “dividir para governar” com o objetivo de fragmentar a sociedade palestina e enfraquecer sua coesão interna.
Assim, as alegações que vinculam o declínio da população cristã à má gestão da Autoridade Palestina são infundadas; as causas reais são políticas, econômicas e de segurança, criadas pelo próprio Israel.
As instituições eclesiásticas palestinas foram rápidas em responder às declarações de Netanyahu. O Comitê Presidencial Superior para Assuntos das Igrejas divulgou uma declaração classificando seus comentários como “mentiras destinadas a encobrir a ocupação e distorcer a verdade”.
O comitê afirmou que as políticas israelenses de colonização e militares foram responsáveis pela destruição da presença cristã histórica na Palestina — por meio da confiscação de terras da Igreja, do fechamento de estradas que levam a locais de culto, de restrições à liberdade de movimento e até de ataques diretos a igrejas em Jerusalém e Gaza durante operações militares.
A declaração observa que os cristãos representavam cerca de 12,5% da população da Palestina histórica antes de 1948, mas hoje constituem apenas 1,2%. Conclui que esse declínio dramático é principalmente resultado das políticas israelenses, e não da administração da Autoridade Palestina, como afirma Netanyahu.
Os números citados por Netanyahu em seu discurso não resistem a uma análise cuidadosa. Não existem estatísticas confiáveis que confirmem que Belém já foi “80% cristã” sob controle israelense. Estimativas históricas indicam que a proporção de cristãos começou a diminuir gradualmente após a Nakba, devido à emigração e às condições socioeconômicas e políticas, e não apenas após os Acordos de Oslo.
Hoje, os cristãos representam entre 20% e 25% da população de Belém e de suas áreas circundantes, segundo estimativas locais. Essa porcentagem é moldada muito mais por fatores econômicos e políticos mais amplos do que pelas políticas da Autoridade Palestina.
É evidente que o objetivo de Netanyahu não foi apresentar um retrato fiel da realidade, mas utilizar dados seletivos para promover uma narrativa política que retrata Israel como um “refúgio de tolerância” em contraste com um suposto “extremismo palestino”. No entanto, essa narrativa desmorona diante dos fatos históricos, das pesquisas acadêmicas e das declarações das próprias instituições cristãs — todas confirmando que a ocupação é o fator mais significativo por trás do declínio da presença cristã.
Evidências históricas, estudos acadêmicos e declarações das próprias igrejas deixam claro que o discurso de Netanyahu nas Nações Unidas foi pouco mais do que uma tentativa política de distorcer a realidade e responsabilizar a Autoridade Palestina por consequências criadas pelas políticas coloniais de Israel.
Da Nakba até os dias atuais, guerra, ocupação, deslocamento forçado, confisco de terras e pressão econômica reduziram a população cristã na Palestina de mais de 12% antes de 1948 para cerca de 1,2% hoje.
Apesar das tentativas contínuas de miná-la, a convivência entre muçulmanos e cristãos permanece resiliente — fato ressaltado por pesquisas acadêmicas e pelos esforços oficiais palestinos para proteger esse componente essencial do tecido nacional.
A narrativa da “proteção dos cristãos” promovida por Netanyahu desmorona diante dos fatos, que indicam claramente que é a ocupação — e não a Autoridade Palestina — a principal responsável pelas mudanças demográficas na Palestina.
Fonte: BISHARAT, Rassem. Netanyahu at the UN: The “Protection of Christians” narrative collapses under the weight of facts. Middle East Monitor, 7 out. 2025.
Polícia Civil abre investigação contra TitaN por crimes sexuais, de acordo com o SBT News.
Em reportagem, o portal cita que o órgão recebeu denúncia de pelo menos três mulheres, incluindo uma adolescente de 16 anos.
O caso é investigado como divulgação de pornografia, estupro de vulnerável e importunação sexual
📷 Imagens: VTV News-SBT
🎙️BeellzY na coletiva de imprensa após derrota para a Sentinels:
"[...] Por mais que a gente possa, às vezes, jogar bem individualmente em alguma situação ou manter alguma pressão, hoje a gente não é um time. Essa é a verdade. A gente não é um time.
Então, independente do draft que a gente montar para amanhã — obviamente pode ser uma situação completamente diferente —, a verdade é que a gente sente que não vai para frente hoje. Então… por enquanto, o que está acontecendo é essa situação.
Esse é o mais aberto que eu consigo ser em relação à torcida ou a qualquer outra coisa, porque é isso. Chega num ponto em que não é necessariamente sobre o jogo, mas sobre um filho da puta não falar com o outro dentro do jogo e não conseguir coordenar uma situação."
🚨 S.O.S. MINAS GERAIS 🚨
Momento de se unir para ajudar mais de 3.500 desabrigados (incluindo crianças). Qualquer valor é bem-vindo para essa tragédia inesperada e tão triste.
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