simplesmente criaram um site onde você só precisa jogar o nome da sua cidade e ele vai te mostrar tudo que você pode perder caso o flávio bolsonaro seja eleito.
FODA. ISSO AQUI É FODA!!!!!!
Você lembra que tivemos uma pandemia de H1N1 em 2009?
Duvido.
E sabe por quê?
Porque crise sanitária bem enfrentada não precisa virar trauma nacional.
Em 2009, o Brasil registrou cerca de 2.060 mortes confirmadas por H1N1. Não é pouca coisa. Só que o Estado tratou a pandemia como aquilo que ela era: um problema de saúde pública.
Houve vigilância epidemiológica, antivirais, reforço da rede de saúde e preparação da vacinação.
A vacina chegou após a principal onda de 2009, mas em 2010 o Brasil vacinou mais de 89 milhões de pessoas, 97% do público prioritário.
O vírus chegou.
Pessoas morreram.
Só que o presidente da República não subiu num palanque para disputar com a vacina.
Não transformou medicamento sem eficácia em bandeira ideológica.
Não fez da desconfiança na ciência sua identidade política.
Não brigou com governadores que tentavam reduzir o contágio.
Aí veio a Covid.
E o Brasil ultrapassou 700 mil mortos pela Covid.
E dessa vez não tivemos apenas um vírus brutal.
Tivemos um presidente usando seu cargo para espalhar desinformação sobre vacinas e promover “tratamento precoce” sem eficácia comprovada.
Isso não é “narrativa petista”.
A Fiocruz identificou desinformação nos pronunciamentos de Bolsonaro capaz de alimentar hesitação vacinal. A CPI documentou tratamentos sem eficácia e atrasos nas vacinas. Especialistas ouvidos estimaram que dezenas de milhares de mortes poderiam ter sido evitadas com vacinação antecipada.
Não preciso periciar 700 mil certidões de óbito para dizer o óbvio:
houve brasileiros que morreram numa pandemia em que o presidente trabalhou politicamente contra medidas capazes de salvar vidas.
Estou falando de Jair Bolsonaro.
Pai de Flávio Bolsonaro.
E há outra memória que vai desaparecendo.
Prefeitos e governadores agiram enquanto Bolsonaro combatia o distanciamento.
E conseguiram agir porque o STF deixou claro que estados e municípios também podiam adotar quarentena, isolamento e restrições. O Supremo precisou esclarecer que nunca proibiu o governo federal de agir; impediu que a União impedisse os demais entes de agir.
Isso importa.
Porque a linha do Planalto não virou a única política sanitária do país.
São Paulo podia fazer uma coisa.
Maranhão podia fazer outra.
Piauí podia agir.
Prefeito podia agir.
Governador podia agir.
O SUS não ficou inteiro submetido à vontade de um homem.
E talvez muita gente esteja viva porque nossas instituições ainda tinham força para dizer ao presidente:
não, você não decide tudo sozinho.
Por isso me incomoda tratar institucionalidade como conversa de advogado constitucionalista.
Instituição também é isso.
É governador agir quando o presidente não age.
É prefeito proteger sua cidade quando Brasília faz guerra ideológica.
É o STF impedir que o presidente desmonte a reação do resto do Estado.
Nós já vimos o que acontece quando um vírus encontra um Estado organizado para combatê-lo.
E também quando encontra um governo que transforma ciência, vacina e morte em disputa ideológica.
Uma pandemia deixou pouco mais de duas mil mortes confirmadas no Brasil.
A outra deixou mais de setecentas mil.
Evidentemente H1N1 e Covid não são o mesmo vírus. Ninguém sério usa essa diferença bruta como uma continha de responsabilidade presidencial.
Só que não me peçam para fingir que a atitude política do governo não importa.
Importa.
Coordenação importa.
Vacina importa.
Ciência importa.
SUS importa.
Governador importa.
Prefeito importa.
STF importa.
E presidente da República importa pra caralho.
A pandemia já nos deu essa aula.
O problema é que tem gente determinada a precisar assistir de novo.
Só que agora o risco de golpe dentro das instituições é mais real do que nunca. O Brasil já entregou a Câmara e o Senado ao filho; não entreguemos o poder completo. Podemos não ter chance de tomar de volta. Lembremos que nem com o pai deixando gente morrer por omissão conseguimos tirá-lo do poder. Precisou vir a eleição. E mesmo assim tentaram um golpe
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Usaram nossos dados contra nós. E o que vou dizer aqui explica as pesquisas e o domingo.
Imagine o mapa do Brasil com todas as zonas e seções eleitorais marcadas nele. (Fio)
drive completo com dicas de como conversar com os indecisos e abstenções, dados com fontes, comparativos de governo e programas implementados pelo lula.
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Se Flávio ganha com o CN dominado pela direta e podendo indicar 4 ministros para o STF, não haverá qualquer instância de controle político, legislativo e jurídico que vá barrar qualquer supressão de direitos ou outra medida que hoje seria inconstitucional.