@lucas_kurz É muito cultural passar frio aqui, mesmo casas de alto padrão são geladas. As pessoas preferem ter uma sala maior do que uma sala quente.
Muito disso vem de que o resto do país é quente e não se fala muito em aquecimento ou conforto térmico.
@InvestidorCaut1 É muito cultural passar frio aqui, mesmo casas de alto padrão são geladas. As pessoas preferem ter uma sala maior do que uma sala quente.
E isso se explica entre outro motivos porque aqui o frio não mata como no Canadá.
@pedroaccorsi_ O salário é mínimo não porque é o "mínimo para viver dignamente" ele é o mínimo que um jovem trabalhando no serviço mais simples possível deve ganhar (porteiro, limpeza, servente), a ideia é que aprenda alguma coisa e ganhe mais que o mínimo em alguns anos.
O manicômio tributário do inventário no Brasil
Morrer no Brasil não encerra obrigações; inaugura um calvário burocrático e fiscal. O inventário, que deveria apenas organizar a sucessão patrimonial, foi transformado em um manicômio tributário no qual o Estado atua como sócio oculto da herança, tratando a morte como uma oportunidade permanente de arrecadação. O direito de transmitir bens aos herdeiros passa a depender menos da lei e mais da capacidade de pagamento.
O primeiro e mais simbólico golpe é o ITCMD, imposto cobrado sobre a transmissão causa mortis. A cobrança desafia a lógica mais elementar: o patrimônio já foi tributado ao longo de toda a vida do falecido, mas volta a ser onerado no momento da morte. Trata-se de uma bitributação disfarçada de legalidade, que penaliza a família em um dos momentos mais frágeis da vida civil. E há um agravante ainda mais grave: o próprio órgão arrecadador estadual — a Fazenda — estipula o valor dos imóveis segundo critérios unilaterais, muitas vezes dissociados da realidade de mercado. Um insulto à razão e à inteligência média.
Antes mesmo da conclusão do inventário, os herdeiros são obrigados a quitar todos os tributos incidentes sobre os bens herdados, como IPTU, IPVA e ITR, além de taxas, multas e juros acumulados. Não importa se os bens geram renda ou permanecem inativos. O Estado bloqueia a transmissão da propriedade até que todos os passivos estejam regularizados, mesmo quando não há liquidez para tanto.
O sistema se torna ainda mais oneroso com o acúmulo de custas judiciais, emolumentos cartorários e honorários advocatícios obrigatórios, somados à futura incidência de Imposto de Renda sobre eventual ganho de capital na venda dos bens. Mesmo quando não há ganho real, mas simples recomposição inflacionária, a máquina arrecadatória volta a agir, reafirmando sua lógica predatória.
E, quando tudo parece encerrado, surge o pedágio final: o registro do formal de partilha. Sem ele, o herdeiro não se torna proprietário de fato. Os emolumentos cobrados pelos cartórios são elevados, calculados sobre o valor do bem e totalmente desvinculados da complexidade do serviço prestado, transformando o reconhecimento de um direito já declarado em mais uma cobrança compulsória.
O resultado é um sistema que confunde segurança jurídica com espoliação institucional. Em vez de proteger a família e o direito de propriedade, o Estado presume riqueza, má-fé e capacidade de pagamento, inclusive após a morte. Assim, o inventário deixa de ser instrumento de ordem civil e se consolida como mais um mecanismo de coerção fiscal em um país que tributa até o fim — e além dele. Precisamos, urgentemente, de uma segunda Lei Áurea.
@WeiseFranklin Excesso de mortes não necessariamente são mortes pelo covid, essas mortes incluem tratamentos cancelados ou prejudicados para outras doenças e outros casos. Então não se pode afirmar subnotificação maciça.
@MatInvest1 A maioria dos camaradas que conheço não trabalharam quase nada entre os 18 e 28 anos. Com 28 deveriam estar casados e com um trabalho estável, mas preferem fingir que tem 18 anos ainda. Aí já é "tarde" para começar.
@LucasdiGrassi É isso aí! O mínimo que ele deveria ter feito era manter o Lula preso.
Bolsonarismo está se tornando um novo tipo de lulismo, com gente que só sabe defender seu político de estimação.
@hoje_no Desculpe, mas isso aqui já foi uma página séria, agora não mais! Os textos dos últimos dias não fazem o menor sentido com a realidade, como assim "Trump deu a Putin o que ele não conseguiu no campo de batalha"?? O Zelensky que foi na Casa Branca fazer fiasco e perdeu tudo.
@RadarDoMercado Esses "especialistas" não entendem nada mesmo. Os principais fatores que afetam a produtividade são cultura, impostos e burocracia. Só depois vem infraestrutura, os outros são balela.
Uma ferramenta no Brasil custa geralmente o dobro que em outros países, só como exemplo.