Gilberto Mendes diz que se fosse para dar total autonomia/autoridade daria ao cantor Doppaz como uma das pessoas que, para ele, resolveriam certos assuntos do país.
…PENSAR MOÇAMBIQUE 🇲🇿…
Este assunto de intimidações e ameaças de morte está a tomar um rumo profundamente preocupante.
Esperamos que o governo liderado pelo presidente @daniel_chapo24 tome providências e pare com isso.
Há que acabar com os abusos!
Há uma coisa que deve acabar e já. A Frelimo não pode fazer das empresas públicas um lugar para acomodar os seus membros. Até os que nunca fizeram nada de palpável na vida tem o jantar servido. Vejamos, membros não executivos de sete empresas públicas absorvem valor estimado em mais de 185 milhões de meticais por ano apenas em salários. Não estamos a falar de regalias. O valor gasto é superior ao que o Estado pagou a 1.760 funcionários públicos durante o ano de 2023. Como é que isso se explica? Por exemplo, o que faz Roque Silva na HCB? Quer dizer, não conseguiu ser Presidente e colocaram-lhe na HCB para ter pão?
O valor total pago aos 33 membros não executivos nas empresas como HCB, EMOSE, CFM, BVM, Imprensa Nacional de Moçambique (INM), Banco Nacional de Investimentos (BNI) e Silos e Terminal Graneleiro da Matola, SA (STEMA), supera os 184,9 milhões de meticais pagos pelo Estado. Só a 33 membros não executivos que não fazem nenhum.
Dentre eles constam os nomes de Mariazinha Niquice - antiga secretária-geral da OMM, Gustavo Mavie, o lambe -botas-mor, Manuel Ribeiro Formiga - o genro de Talapa -, Gabriel Luís Caetano Dias - membro do Conselho Superior da Magistratura Judicial eleito pela bancada da Frelimo, Guilherme Luís Mavila - antigo ministro do trabalho -, e muitos outros. São esses que comem o vosso dinheiro, moçambicanos, e fazem – no sentados no sofá, lá em casa.
Cc (Justiça Nacional)