@JaspionOpressor@OGabrielSa Deixei de acompanhar futebol há mais de 15 anos. Chamem de saudosista, mas eu vivi as eras Telê e Muricy no comando do time. Depois deles, não vi mais razão para continuar. Entendo que esporte não deve se misturar com política. Ainda tricolor, mas de longe.
@EspacoTricolor_ Sinceramente? Vão dizer que é coisa de velho, mas quem busca protagonismo político deveria de manter afastado do esporte. Roger Machado vai afundar meu tricolor. Se td correr bem, até o final do ano estará fora.
Pro pessoal que gosta de acompanhar umas coisas interessantes no mercado, prestem atenção no movimento de HIMS na segunda-feira no mercado americano.
A Hims & Hers é uma empresa de telemedicina que opera basicamente com assinaturas enviando medicamentos diretamente ao consumidor. Eles têm uma postura agressiva e tentam competir com as big pharma principalmente nos medicamentos de emagrecimento e terapias hormonais.
As ações da companhia chegaram a um pico de US$70 em fevereiro de 2025, caíram fortemente depois disso, mas voltaram para a casa dos US$66 em julho de 2025. No momento, está caindo 76% desse último pico, dos quais 52% foram só em 2026. Isso aconteceu por riscos legais e regulatórios.
A empresa tem atuação bastante agressiva no mercado o que levou a Novo Nordisk a encerrar uma parceria com eles em julho de 2025 e mais recentemente a processá-los por supostas cópias de suas drogas de emagrecimento. No entanto, ontem a Bloomberg divulgou que as empresas encerraram sua disputa legal e devem fazer uma nova parceria para vender medicamentos de emagrecimento em conjunto. Isso faz sentido para a Novo Nordisk porque a Eli Lily está ganhando market share e o setor entrou numa dinâmica de maior competição de preços. Com a parceria com a Hims, a Novo consegue aumentar a penetração e distribuição dos seus produtos, o que pode compensar parte da redução de margem.
Uns dias antes, aliás, RFK Jr., secretário de saúde do governo Trump, também disse num podcast que vai trabalhar para que a FDA mova cerca de 14 peptídios para a categoria 1. A Hims & Hers tem fábrica própria de peptídios e 2,5 milhões de assinantes, sendo a companhia mais bem posicionada para capturar esse mercado que que gira em torno de US$100 bi. Se vocês ainda não estão ligados nesse rolê dos peptídios eu sugiro que pesquisem porque eu acho que vai revolucionar a medicina.
Bem, no aftermarket de sexta a ação subiu 40% e na segunda ou nos dias subsequentes é possível acontecer um short squeeze. Por conta dos problemas legais e regulatórios da empresa, a HIMS é uma das empresas com maior percentual de short interest do mercado com cerca de 81 milhões de ações vendidas a descoberto a um preço médio estimado entre US$28-35 (43,2% do float, o que é super alto).
Além disso, há uma concentração relevante de opções com strikes entre US$16 e US$20. Se a ação abrir e sustentar níveis acima de US$22, e caso os market makers estejam vendidos nessas calls, eles tendem a comprar ações para ajustar seus hedges de calls dentro do dinheiro. Isso pode gerar um efeito de retroalimentação que vira um gamma squeeze: a alta força compras e essas compras sustentam novas altas. Se um gamma squeeze se combinar com short covering, o movimento pode ganhar bastante intensidade no curto prazo.
Por outro lado, o mercado está em modo “risk-off”, o que pode limitar a sustentação dessa alta que vimos no after. Fora isso, o volume médio negociado permite que uma parte relevante das posições vendidas seja reduzida rápido e os institucionais costumam ter fôlego para manter posições short se a tese estrutural continuar válida. Então, na minha visão, não parece um movimento do tipo GameStop, mas pode ser bem interessante de acompanhar na próxima semana. Eu já estou com a pipoca na mão para segunda-feira. 🍿
Ontem tive um debate na CNN com o @fpcoutinho78 sobre o Direito Internacional. Ele é um purista da norma, eu defendo os direitos humanos concretos.
Deixo aqui uma história real sobre direitos humanos no Irão.
Atefeh Rajabi Sahaaleh, de 16 anos, foi enforcada publicamente numa grua em Neka, no Irão.
Sahaaleh foi condenada por fornicação ao abrigo do artigo 221.º do Código Penal iraniano (um crime contra a castidade) quando tinha 13 anos. Na sequência de uma rusga policial, foi encontrada sozinha num carro com um rapaz.
Foi presa e recebeu 100 chicotadas. Enquanto estava na prisão, foi torturada e violada por guardas prisionais. Ela disse à sua avó que só conseguia andar de gatas devido à dor.
Nos anos seguintes, foi presa mais duas vezes por crimes “contra a castidade”, e ambas as condenações foram punidas com açoites e pena de prisão.
De acordo com o artigo 136.º do Código Penal iraniano, uma quarta condenação por um crime hadd, pelo qual a punição foi aplicada três vezes anteriormente, resulta na pena de morte.
Essa quarta condenação ocorreu em maio de 2003, quando Sahaaleh foi presa em casa e acusada de adultério e imoralidade.
A polícia apresentou um relatório que alegava apoiar as acusações contra Sahaaleh, mas as únicas assinaturas no relatório eram de agentes da polícia e outras autoridades locais.
O juiz que presidiu o julgamento foi Haji Rezai. Depois de Rezai interrogar Sahaaleh, ela confessou ter sido violada por Ali Darabi, um ex-guarda revolucionário de 51 anos, casado, que se tornou motorista de táxi.
Sahaaleh foi violada repetidamente por Darabi nos últimos três anos.
Quando Sahaaleh percebeu que estava a perder o caso, ela removeu o hijab, um ato considerado um grave desrespeito ao tribunal, e argumentou que Darabi deveria ser punido, não ela.
Tirou os sapatos e atirou-os ao juiz. Rezai condenou Sahaaleh à morte.
A sua idade foi falsificada para 22 anos para permitir a execução, violando as obrigações do próprio tratado do Irão contra a execução de menores. Ela pediu perdão à multidão. Foi executada aos 16 anos e o seu corpo foi cuspido por crianças.
É este regime que tantos defendem.
@elevamiami Não creio que tenham sucesso. No primeiro bate papo mais elevado, a deficiência intelectual da esquerdista saltará aos olhos do interlocutor, e a tentativa de relacionamento seguirá para o alagadiço.
"RACISMO" PARA TOTÓS
Na primeira imagem temos um exemplo de verdadeiro racismo: segregação, discriminação! Exemplos que felizmente no mundo ocidental deixaram de existir de forma sistémica!
(Há ainda situações graves, mas essas ignoram)
A segunda? A versão woke de racismo, uma vergonha para os que lutaram no passado.
Vitimização e interpretação de gestos ou palavrões como "racismo" onde a vitima é um milionário jogador da bola que usufrui (felizmente) dos mesmos direitos que qualquer outra pessoa.
Os wokes confundem actos de segregação e discriminação com ofensas idiotas e parvas.
São estes que fazem renascer o racismo, minimizando o conceito de racismo a troca de insultos entre privilegiados e uns desconhecidos nas bancadas a fazerem gestos imbecis!
A cartada do racismo é infalível!
Insultas o adversário à bruta
Ele responde na mesma moeda
Corres pro árbitro: “Chamou-me macaco” (sem prova nenhuma)
Fazes teatro de vítima, se chorares, melhor!
Resultado: suspensão preventiva do adversário + adeptos perseguidos por palhaçada na bancada
Depois os woke choram pelo “pobre” milionário jogador da bola vítima de racismo.
Racismo a sério é discriminação e segregação real, não é insulto de estádio entre gente que se odeia 90 minutos. Tal como qualquer outro tipo de discriminação.
@sergiohontza@Clauwild1 Sua indignação está dirigida ao objeto errado. A culpa dos problemas da esposa de Mansell não está no vírus chinês, mas na cura/prevenção mandatória. Não foi o vírus o causador dos males, foi o remédio.
@jeanmarlonn@aassibarreto Usar o Google para traduzir dá nisso. Pfv, esclareça: como chamar de "vítimas" quem possivelmente perpetrou abusos? @aassibarreto
In 1962, a 37-year-old man from England named Brendon Grimshaw suddenly quit his job and bought a small island in the Seychelles for about $10,000.
The island was called Moyenne and, at the time of purchase, had been abandoned for 50 years.
Everyone thought the man was crazy. Brendon eventually moved to the island permanently as its sole inhabitant.
While most people tend to buy islands for luxury, Brendon had a broader vision. He wanted to restore the island to its raw beauty, creating a natural paradise completely uncontaminated by man and tourism.
For the next 40 years, Brendon lived alone on the island; he managed to plant 16,000 trees by hand, built 5 km of nature trails and attracted around 2,000 new birds to the island.
Brendon had transformed a desert land into an island of incredible beauty, Moyenne was so beautiful that Brendon was offered 50 million dollars by a Saudi prince, but he turned it down.
Since Brendon died in 2012, the island has been owned by the Moyenne Island Foundation and is now a national park available to all thanks to his efforts.
Photos that will restore your faith in humanity: https://t.co/60XnAFPt3Y