A clandestinidade do amor não nasce do desejo… mas da interdição.
Quando o filho cai do Ideal parental, o afeto perde legitimidade simbólica.
Amar passa a exigir ocultamento, silêncio, adaptação defensiva.
E o que deveria ser vínculo torna-se território de risco.
Há pessoas que são como respiro em meio ao peso do cotidiano.
Presenças leves, que oferecem delicadeza sem cobrança, generosidade sem espetáculo, atenção sem ostentação.
Elas nos lembram que o convívio pode ser simples, e ainda assim profundo.
@segismar_bergasse