HAJA CORAÇÃO! 👀💢
Tá permitido sofrer, roer unha, fazer promessa e chegar cedo em São Januário.
Porque amanhã você tem um compromisso!
18h. São Januário.
VAMO SUBIR, VAMOS JUNTAS! 🤍🖤
#VascoDaGama#VascoFeminino
𝙽𝚊 𝚋𝚊𝚛𝚛𝚎𝚒𝚛𝚊, 𝚎𝚞 𝚟𝚘𝚞 𝚏𝚎𝚜𝚝𝚎𝚓𝚊𝚛! 🎶🫱🏼🫲🏽
No próximo sábado, as #MeninasDaColina entram em campo, em São Januário, em busca de uma vaga na elite do futebol feminino nacional.
A partida também será marcada pela celebração dos 103 anos do futebol feminino do Vasco, em um dia dedicado a homenagear figuras importantes que fizeram parte da história de pioneirismo e representatividade do clube.
Chegue cedo e venha apoiar as #MeninasDaColina! 🏟️
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#VascoDaGama
🎙️ Rubens Franco, técnico das #MeninasDaColina, falou sobre a campanha histórica do Vasco na primeira fase do Campeonato Brasileiro A2 e projetou os objetivos da equipe para as quartas de final.
Com uma campanha invicta e a melhor classificação da fase, o Vasco segue em busca de mais um capítulo de destaque na competição. ⚽💢
#MeninasDaColina #VascoDaGama
🚨 DOCUMENTO REFORÇA QUE INVESTIDOR MANTÉM INTERESSE NA COMPRA DA SAF DO VASCO 💢
O CRVG e a Vasco SAF protocolaram uma nova petição na 4ª Vara Empresarial anexando uma carta do investidor Marcos Faria Lamacchia, por meio da Almirante Participações e Empreendimentos S.A., como reforço ao pedido de reconsideração da decisão que determinou a intervenção judicial na SAF.
Segundo a petição, a negociação para aquisição de 90% da Nova SAF está em estágio avançado e os contratos já haviam sido negociados em seus aspectos comerciais, jurídicos, financeiros, regulatórios e operacionais. Restaria apenas a assinatura dos instrumentos definitivos.
Na carta, o investidor afirma que as negociações foram conduzidas ao longo de mais de dois anos e que sua intenção sempre foi participar do processo previsto no Plano de Recuperação Judicial, atuando como “stalking horse bidder”, estabelecendo um piso econômico para o processo competitivo de venda da UPI.
O documento destaca que a intervenção judicial interrompeu justamente a fase final da operação ao afastar os integrantes do Conselho de Administração que conduziam as negociações, criando um cenário de insegurança jurídica e instabilidade de governança incompatível com um investimento dessa magnitude.
Apesar disso, Lamacchia deixa claro que não desistiu da operação. Pelo contrário: reafirma seu compromisso com o investimento e diz estar disposto a assinar imediatamente os contratos já negociados.
Entretanto, estabelece duas condições para isso:
• o encerramento da intervenção judicial, com o restabelecimento da governança anterior da SAF e o retorno dos conselheiros afastados, incluindo Pedrinho;
• o saneamento de eventuais irregularidades apontadas pelas autoridades competentes.
Os advogados do Vasco sustentam que não estão tentando pressionar o Judiciário, mas apenas demonstrar um fato novo e relevante: existe um investidor real, com capacidade financeira e disposição para concluir uma operação prevista no próprio Plano de Recuperação Judicial.
Com base nisso, pedem que a Justiça reconsidere a decisão ou leve esse novo elemento em consideração na análise dos agravos já interpostos.
Na avaliação do clube, a conclusão da venda permitiria a entrada de recursos para cumprir o Plano de Recuperação Judicial, fortalecer o futebol ainda durante a janela de transferências e garantir maior segurança para o pagamento dos credores.
Vale destacar um ponto importante: a carta reforça a existência da negociação e os impactos econômicos da intervenção, mas não vincula o Poder Judiciário. Caberá ao Tribunal avaliar se esses novos elementos justificam ou não a revisão da decisão que determinou a intervenção na SAF.
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BASTIDORES DA SAF: O RACHA NA SEMPRE VASCO, A DISPUTA PELO CONTROLE E A GUERRA DE NARRATIVAS NOS BASTIDORES DO VASCO
A negociação para a venda da SAF do Vasco da Gama ao grupo liderado por Marcos Lamacchia ultrapassa há algum tempo a esfera financeira e jurídica. Nos bastidores de São Januário, a operação passou a ser acompanhada por uma intensa disputa política interna que expôs divergências dentro da própria Sempre Vasco, grupo responsável por conduzir o clube desde a eleição de Pedrinho.
Para quem não acompanha lives e discussões mais aprofundadas sobre o tema, compreender esse cenário é fundamental para entender os atrasos nas negociações, os conflitos internos e os movimentos que vêm acontecendo nos bastidores do clube nos últimos meses.
O RACHA DENTRO DA SEMPRE VASCO
Hoje, existe uma divisão clara dentro da Sempre Vasco.
De um lado está o chamado G5, formado por Pedrinho, Felipe, Alan Belaciano, Christiano Campos e Marcelo Macedo, o Tangerina.
Do outro lado estão integrantes da própria Sempre Vasco que passaram a divergir da forma como determinadas decisões vêm sendo conduzidas.
A principal crítica dos chamados dissidentes é a concentração das decisões em um grupo reduzido, sem o compartilhamento e a comunicação que, na visão deles, deveriam existir dentro da estrutura política que levou a atual gestão ao poder.
Entre os pontos frequentemente citados pelos críticos estão:
• Tomadas de decisão sem ampla participação do grupo;
• Esvaziamento do setor jurídico do clube;
• Interferências em áreas estratégicas da gestão;
• Centralização das discussões mais relevantes envolvendo clube e SAF.
Para os dissidentes, a ruptura não aconteceu de forma repentina. Trata-se de um processo construído ao longo do tempo, fruto de divergências acumuladas sobre a condução política e administrativa do Vasco.
A VERSÃO DO G5 SOBRE A ORIGEM DA RUPTURA
O G5, por sua vez, possui uma leitura diferente dos acontecimentos.
Segundo essa visão, o momento que teria servido como marco da ruptura ocorreu durante os trabalhos do comitê criado para investigar os desdobramentos da venda da SAF para a 777 Partners.
Relatos de bastidores apontam que os trabalhos do comitê avançaram até chegar ao nome do então vice-presidente de Finanças, Silvio de Almeida.
Em uma reunião da Sempre Vasco, Silvio teria demonstrado forte insatisfação por não ter sido previamente informado de que seria chamado para prestar esclarecimentos pelo próprio grupo político.
O episódio gerou uma discussão acalorada. Os ânimos se exaltaram e o encontro terminou em tom mais ríspido do que o habitual.
Para integrantes ligados ao G5, aquele momento representou o início efetivo da ruptura.
Já os dissidentes rejeitam essa interpretação e sustentam que a crise já vinha sendo construída muito antes daquele episódio, sendo consequência de uma série de desgastes acumulados ao longo dos meses.
AS FIGURAS CENTRAIS DA DISPUTA
Entre os nomes mais mencionados pelos dissidentes estão Alan Belaciano, Marcelo Macedo (Tangerina) e Christiano Campos.
Enquanto Alan e Tangerina costumam aparecer com mais frequência nos debates públicos, Christiano é apontado por diversas fontes como uma das figuras mais influentes da atual estrutura de poder.
Mesmo mantendo perfil discreto e distante dos holofotes, ele é visto como um dos principais articuladores internos da Sempre Vasco e considerado braço direito do presidente Pedrinho.
Sua participação direta nas negociações da SAF reforça a percepção de influência nos principais temas estratégicos do clube.
Além das divergências políticas e administrativas, também existem relatos de forte participação de integrantes da cúpula política em temas relacionados ao futebol.
Nos bastidores, é citado com frequência um grupo de WhatsApp chamado "Estratégia Futebol", formado pelos cinco integrantes do G5 — Pedrinho, Felipe, Alan Belaciano, Christiano Campos e Marcelo Macedo (Tangerina) — além do CEO da SAF, Carlos Amodeo, e do diretor executivo de futebol, Admar Lopes.
Segundo relatos de pessoas com conhecimento da dinâmica interna do clube, o grupo serviria como espaço para debates, alinhamentos e discussões relacionadas ao futebol do Vasco.
Críticos da atual gestão entendem que a existência desse núcleo ampliou a influência de dirigentes e agentes políticos em decisões ligadas ao departamento de futebol, gerando desgastes internos ao longo dos últimos meses.
Nos bastidores, há quem associe parte das tensões recentes justamente a esse modelo de governança e à participação de figuras externas ao dia a dia operacional do futebol nas discussões estratégicas da área.
Carlos Amodeo é apontado por diferentes interlocutores como um dos nomes que sofreu desgaste dentro desse ambiente. Internamente, existe a percepção de que seu ciclo no Vasco pode estar próximo do fim.
Admar Lopes também vive cenário semelhante. Nos bastidores, a avaliação predominante é de que sua permanência após a conclusão da venda da SAF é improvável, principalmente diante das mudanças estruturais que tendem a ocorrer caso a operação seja concretizada.
Para os críticos do modelo atual, esse cenário reforça a percepção de centralização de poder em um grupo reduzido de dirigentes. Já aliados da gestão argumentam que a participação ampliada em temas estratégicos foi necessária diante da gravidade da situação encontrada no clube e da necessidade de reconstrução da SAF.
A ACUSAÇÃO DE TENTATIVA DE RETARDAR A VENDA
Outro ponto de atrito envolve diretamente a negociação com o grupo liderado por Marcos Lamacchia.
O G5 atribui aos chamados dissidentes possíveis movimentos para dificultar ou retardar a conclusão da operação.
Segundo essa visão, sucessivas exigências, inclusão de novas cláusulas e pedidos de garantias adicionais teriam contribuído para prolongar as negociações e adiar a assinatura dos documentos.
Os dissidentes rejeitam essa interpretação e argumentam que as exigências têm como único objetivo proteger o Vasco de riscos futuros e garantir que a operação seja concluída com o máximo de segurança possível para o clube.
Na prática, esse embate transformou a negociação da SAF em mais um capítulo da disputa interna travada dentro da própria Sempre Vasco.
A SAÍDA DA G5 PARTNERS DAS NEGOCIAÇÕES
Nas etapas mais recentes da negociação, a condução das conversas passou a ficar concentrada em Pedrinho, Christiano Campos e um advogado ligado ao processo.
A G5 Partners, que em determinado momento teve papel relevante na estruturação das tratativas, encontra-se atualmente afastada das negociações ou com participação significativamente reduzida.
A mudança reforçou o protagonismo da cúpula política da Sempre Vasco nas conversas finais com o investidor.
Para aliados da atual gestão, a centralização das negociações em um grupo mais restrito foi necessária para dar agilidade ao processo e evitar ruídos durante uma etapa considerada decisiva para a concretização da operação.
Já os dissidentes enxergam o movimento como mais um exemplo da concentração de poder que, segundo eles, vem marcando a condução do clube desde o início da gestão.
Essa divergência de visões ajuda a explicar por que a discussão sobre a SAF deixou de ser apenas uma questão financeira e passou a refletir também a disputa política existente dentro da própria Sempre Vasco.
O INVESTIDOR E A BUSCA POR INDEPENDÊNCIA
À medida que as negociações avançaram, um tema passou a dominar praticamente todas as discussões: a independência da futura SAF em relação à política do clube associativo.
Segundo relatos de pessoas envolvidas no processo, o grupo liderado por Marcos Lamacchia entende que a operação só fará sentido se houver garantias de que a gestão da SAF estará protegida de interferências políticas futuras.
A preocupação do investidor é criar uma estrutura capaz de funcionar com autonomia, evitando que disputas eleitorais, mudanças de gestão ou conflitos internos do associativo afetem a condução do negócio.
Nos bastidores, uma frase passou a sintetizar esse pensamento:
"Acreditar no investidor, e não no contrato."
Embora dita de diferentes formas por diferentes interlocutores, a mensagem é clara: o investidor deseja liberdade para administrar a SAF sem mecanismos excessivos de interferência.
Por outro lado, o Vasco busca construir salvaguardas contratuais capazes de proteger o clube em um cenário futuro de eventual descumprimento de obrigações ou divergências de gestão.
É justamente nesse ponto que se concentra a principal queda de braço das negociações.
De um lado, um investidor que busca independência quase total para gerir a SAF.
Do outro, um clube que tenta preservar instrumentos mínimos de proteção institucional.
Nos bastidores, a avaliação predominante é de que a posição de força está com o investidor. Ainda assim, dirigentes vascaínos seguem buscando reduzir riscos e ampliar garantias através de sucessivas rodadas de negociação.
Mais do que uma simples venda, a discussão atual gira em torno de quem terá poder, quais serão os limites dessa autonomia e quais mecanismos existirão para proteger os interesses do Vasco no longo prazo.
E é justamente nesse ambiente de disputas políticas, divergências internas e negociações complexas que será definido o futuro da SAF vascaína.
Apuração: Gustavo Cunha - @gustavotutinha
@mariocoelhovasc https://t.co/lQttaBfrqT foi publicado pelo Podcast Cruzmaltino e o cara não se deu nem o trabalho de criar a arte copiou tudo e não deu os créditos.
💢 RETORNO INDEFINIDO!
Segundo apuração do Podcast Cruzmaltino, Lucas Piton e Nuno Moreira iniciaram o período de férias em clima de incerteza sobre a permanência no Vasco.
O canal @AVascainos informou recentemente que Piton tem grandes chances de não retornar para o segundo semestre, diante do interesse do mercado no lateral.
Já Nuno Moreira também vive situação que merece atenção. Após rendimento abaixo do apresentado na temporada passada e a recente exposição envolvendo seu nome, o jogador não estaria totalmente satisfeito com o cenário atual. Nos bastidores, existe a possibilidade de o atleta buscar um retorno ao futebol europeu.
Até o momento, não há definição oficial sobre os dois casos, mas o mercado promete ser movimentado para a dupla.
Siga o Podcast Cruzmaltino para mais informações.
🚨INVESTIDOR PEDE REUNIÃO URGENTE COM O VASCO
Investidor interessado na SAF do Vasco pede reunião emergencial e demonstra preocupação com risco esportivo
Apuramos com exclusividade que Marcos Lamacchia solicitou uma reunião com a diretoria cruz-maltina nesta semana, não apenas com o presidente Pedrinho, mas com toda a alta cúpula do clube.
Os últimos resultados negativos do Vasco acenderam uma luz de alerta no grupo de Lamacchia, que entende a necessidade de acelerar as tratativas para a aquisição das ações da Vasco SAF, especialmente antes da abertura da próxima janela de transferências.
Nos bastidores, há um entendimento de que uma eventual demora no processo de venda pode comprometer o planejamento esportivo do clube, reduzindo o tempo disponível para contratações e reforços na sequência da temporada.
O temor é que a indefinição administrativa impacte diretamente o desempenho dentro de campo, aumentando o risco de o Vasco terminar a temporada em uma situação delicada na tabela e até mesmo enfrentar a possibilidade de rebaixamento.
APURAÇÃO: @Leo_lacerda74 - Cleymi Santiago - @AmadeuVasco
💢 Justiça mantém plano da recuperação judicial do Vasco.
A 20ª Câmara de Direito Privado do TJRJ negou o recurso do Bradesco contra a sentença que homologou o plano de pagamentos e concedeu a RJ ao Vasco da Gama e à Vasco SAF.
O banco questionava pontos como carência, deságio, subclasse de credores e possibilidade de alienação de ativos, mas os desembargadores entenderam que não havia ilegalidade no plano aprovado pelos credores.
Dos mais de 600 credores, apenas dois recorreram da homologação. O recurso do Bradesco foi o primeiro a ser julgado, reforçando a segurança jurídica do reperfilamento da dívida cruzmaltina.
ℹ️ @Ancelmocom
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CIRURGIA
O lateral-direito do Sub-20 do Vasco, Breno Vereza, teve constatada lesão na posterior da coxa direita e terá que passar por cirurgia na próxima semana. Ainda sem previsão de retorno. Com isso, Lucas Melin assume a vaga no time neste sábado (15h) contra o Corinthians.