TRAIDOR NACIONAL
Acionei a PGR após Flávio Bolsonaro admitir que recebeu um relatório “reservado” e repassou a autoridades dos Estados Unidos.
Não é episódio isolado.
É um padrão: entrega da Amazônia, defesa de sanções contra o Brasil e agora envio de informação sensível ao exterior.
Isso tem nome: traição à soberania.
E ainda apoiam o Donald Trump que chegou ao absurdo de dizer que “uma civilização inteira morrerá esta noite”.
Inadmissível.
Quem age assim não defende o Brasil. Trabalha contra ele. A soberania brasileira é inegociável!
O presidente Lula concede, nesta quarta-feira, a partir das 9h, uma entrevista exclusiva ao ICL Notícias. A conversa será comandada por Eduardo Moreira e Leandro Demori direto de Brasília.
Daqui a duas horas termina o ultimato criminoso de Donald Trump, que ameaçou destruir uma civilização hoje à noite. Chegou a hora de ter coragem cívica e afirmar em uníssono: Trump é o maior criminoso de guerra do século XXI. E precisa ser parado. E deve ser preso. Vamos?
O Brasil está vivendo, com o presidente Lula, o governo de maior sucesso desde a redemocratização. Mas essa informação não chega pra todo mundo. Por isso, eu queria ter uma conversa com cada um de vocês, militantes, pessoalmente. Como não dá, gravei esse áudio.
São 13 minutos muito importantes. Ouça com atenção e manda pra frente. A gente precisa que a verdade circule.
Proposta urgente: vamos repostar a mensagem: Silas Malafaia NÃO É INVESTIGADO COMO LÍDER EVANGÉLICO, mas como agente político que manipula o repertório bíblico. Silas Malafaia NÃO É LÍDER EVANGÉLICO, mas liderança política da extrema direita. Concorda? Reposte e compartilhe!
A recente decisão do ministro Flávio Dino reforça com clareza e altivez um princípio fundamental: a soberania do Brasil. E a autoridade de nossa Justiça não pode ser contornada por decisões externas. Ao afirmar que sentenças estrangeiras só terão validade no Brasil se validadas pelo Supremo, o ministro reafirma que entes públicos — sobretudo após tragédias como Mariana e Brumadinho — devem submeter seus atos ao crivo de nosso sistema jurídico, protegendo o patrimônio coletivo e garantindo que as reparações ocorram sob o rigor da soberania nacional. Ninguém vai coagir ou intimidar as instituições brasileiras.