@reztirps Gratidão pela nota!
Dignidade nas atividades; tanto ela quanto FHC.
Cada um no seu cada qual, sempre querendo somar e mudar para melhor; dando valor ao próprio nome, honrando, como consequência.
Só despeitados negam.
Lula pediu autorização para que seus advogados levassem a carta para fora da prisão, e a autorização foi concedida pela juíza responsável pela execução da pena, Carolina Lebbos. Ele não tinha proibição judicial ao contrário do que ocorre com Bolsonaro. https://t.co/rJpVxof5Th
Flavio Bolsonaro e seus irmãos têm liberdade para visitarem seu pai quando quiserem .
Assim sendo,uma carta destinada a eles não se justifica.
A carta escrita não é uma correspondência privada ,não traz assuntos familiares, orientações , lembranças. Ao contrário , é uma “Carta aos Brasileiros” conforme seu título, conteudo e endereçamento demonstram.
É um pronunciamento POLÍTICO de apoio a um pré-candidato e dirigida aos eleitores brasileiros.
Não bastasse, é lida publicamente com uma peça de propaganda antecipada e republicada nas redes sociais , o que fere as medidas cautelares impostas ao presidiário.
Não dá para reduzir essa peça a uma comunicação familiar quando o destinatário é o povo brasileiro .
Cabe interpretação jurídica e aplicação de punição devida, SIM.
@orlandoguerreir Por isso que é um país desgovernado ..... cidadãos fracos ..... história flutuante, sem conexão.
Mas, quando o país resolveu mudar as políticas, removendo a direita, ficamos mais cultos ... e nem era esquerda.
Orçamento Secreto é ILEGAL!
Poço sem Fundo com o seu, o nosso dinheiro de impostos!
Ilegal! Fere Art. 37 da Constituição Federal : legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
Escândalo com Valdemar da Costa Neto e o orçamento secreto.
E tem gente que ainda defende o Valdemar: Flávio “Rachadinha” Bolsonaro.
#marcoantoniovilla #valdemardacosta #rachadinha #flaviobolsonaro #impostos
Marco Antonio Villa pré-candidato a deputado federal por São Paulo
Contra o Orçamento Secreto!
A Revolução Constitucionalista de 1932, além dos que historicamente sempre tiveram suas participações registradas, também foi feita por quem a história oficial, em vez de registrar, apagou.
Em julho daquele ano, São Paulo se levantou contra um governo que havia fechado o Congresso, cassado a Constituição e passado a governar por decretos. A exigência era simples e urgente: uma nova Constituição, eleições e o retorno à legalidade.
Mais de 72 mil mulheres sustentaram o movimento. Costuraram 450 mil peças de fardamento, abriram hospitais de campanha e trabalharam nas fábricas de guerra. Algumas foram além. Maria José Bezerra, conhecida como Maria Soldado, alistou-se passando por homem e foi para a linha de frente. Só foi descoberta depois de ser ferida em combate.
A presença negra também foi imensa e igualmente apagada. A Legião Negra reuniu cerca de dois mil combatentes em batalhão próprio, mas havia mais de dez mil pessoas negras entre as forças paulistas, quase um quarto do contingente. Palimercio de Rezende, um dos principais comandantes da revolução, era negro. A maioria desses nomes nunca entrou nos livros.
São Paulo perdeu a guerra. Mas, mesmo derrotado militarmente, o levante deixou uma pressão política que Vargas não conseguiu ignorar. Uma Assembleia Constituinte foi convocada, e a Constituição de 1934 consolidou o voto feminino e a Justiça Eleitoral.
Carlota Pereira de Queirós, que organizou 700 mulheres para cuidar dos feridos durante o conflito, tornou-se a primeira deputada federal da história do Brasil.
Quando me formei em História, aprendi que a memória não se constrói sozinha. Parte do nosso trabalho é devolver protagonismo a quem foi apagado, reconhecendo a força da sociedade civil.
Esse mesmo espírito aguerrido paulista, que mobilizou o país em defesa da democracia e da ordem constitucional, é o que se faz necessário diante dos desafios do nosso tempo.
Hoje, o pioneirismo de São Paulo precisa se voltar para a vanguarda da sustentabilidade e da justiça climática. Olhar para 1932 é lembrar que este estado tem a coragem necessária para liderar as grandes transições do Brasil.