Com base em tudo que você já percebeu sobre mim nas nossas conversas, escolha um personagem fictício que tenha a personalidade mais parecida com a minha. Só me diga o nome.
Esclarecimento, sobre a nota publicada pelo candidato Professor Jocelino
Professor Jocelino é candidato a Deputado Estadual pelo Espírito Santo.
Ontem ele postou em seu perfil a Nota na imagem abaixo.
A postagem do candidato, no entanto, não corresponde à realidade dos fatos.
Publicamente, o candidato afirma que sua assinatura foi incluída na Carta-Compromisso de forma indevida e fala em medidas jurídicas, levando seus seguidores à conclusão de que a MATRIA teria incluído seu nome na lista de assinantes sem sua autorização.
Por email, no entanto, sua assessoria reconhece que a Carta-Compromisso foi assinada, ainda que, segundo o texto, o formulário tenha sido “respondido equivocadamente” .
A Carta foi assinada pela candidatura dia 02/09/2026. Ontem, mais de 10 dias após enviarmos um e-mail com a confirmação da assinatura e pouco antes da publicação da Nota, o candidato começou a receber ataques por conta de sua assinatura.
Como outros candidatos do seu partido já fizeram, aparentemente o Professor Jocelino decidiu recuar em seu apoio aos direitos de mulheres e meninas com base no sexo.
A MATRIA acolhe e respeita a solicitação de retirada de assinatura, mas é necessário deixar transparente o que aconteceu: a MATRIA não falsificou, inventou ou incluiu unilateralmente a assinatura do candidato.
Ele assinou. Depois, pediu a retirada.
É isso que os documentos registram.
A MATRIA continuará tratando o episódio com transparência.
Os posts coletivos que já foram publicados e contêm o nome do Professor Jocelino não serão apagados, pois incluem outros candidatos e informações que permanecem válidas.
Nestas publicações, informaremos que ele posteriormente retirou sua assinatura.
Respeitamos a escolha de retirar a assinatura. Também esperamos que os fatos sejam respeitados.
Pressão faz parte da política.
Se basta pressão para um candidato recuar de um compromisso que assumiu, que compromissos ele sustentará quando for eleito e a pressão aumentar?
Procurador do MPF reconhece: Adripaulo foi “indevidamente denunciado
e condenado”
A Procuradoria Regional da República da 5ª Região apresentou parecer favorável ao recurso do Sr. Adripaulo, condenado a um ano de reclusão e multa por suposto crime de discriminação contra Odara Sade (nome social), pessoa do sexo masculino, em situação envolvendo a presença dele em banheiro feminino da UFPB.
E o parecer é contundente.
O Procurador Domingos Sávio Tenório de Amorim sustenta que a conduta é atípica - isto é, que o Sr. Adripaulo foi condenado por uma conduta que não é considerada crime no ordenamento jurídico brasileiro.
Adripaulo foi condenado com fundamento na Lei do Racismo aplicada à transfobia conforme ntendimento estabelecido pelo STF na ADO 26.
Mas o parecer faz uma defesa do princípio constitucional da reserva legal: “nul lum crimen, nulla poena sine previa lege.”
Isso quer dizer que ninguém pode ser condenado criminalmente por analogia, interpretação extensiva ou pela criação judicial de um crime que não foi previamente definido em lei.
Por isso, o Procurador afirma que o Sr. Adripaulo foi “indevidamente denunciado e condenado por um fato que não é criminoso”.
Segundo o Procurador, ao ampliar o alcance da lei penal nesse caso, o STF foi “muito além daquilo que lhe foi delegado como seu intérprete”.
Na sentença que condenou Adripaulo, o juiz considerou que a ausência de norma a respeito do uso de banheiros na UFPB por pessoas que se declaram trans não criava o dever de negar a Odara o acesso ao banheiro feminino.
Nesse novo parecer do MPF, o Procurador aponta que o juiz inverteu a questão e que a ausência de norma justifica o cuidado que o Sr. Adripaulo teve de preservar o banheiro feminino que, historicamente, é reservado ao sexo feminino.
Não apenas não havia, no momento do incidente, norma da UFPB a respeito de uso de banheiros por “ identidade de gênero” como inexiste Lei que permita tal uso.
Por isso, é extremamente relevante que o parecer do MPF reconheça a importância da tradicional separação dos banheiros por sexo e que a sociedade age, de forma legítima, de acordo com tal tradição.
O procurador também reconhece algo que durante todo esse debate tantas vezes foi tratado como se não pudesse sequer ser mencionado: as mulheres também estavam presentes naquela situação e também possuem direitos.
Ao analisar a motivação do Sr. Adripaulo, o MPF afirma expressamente: “parece a este Órgão do Parquet que o objetivo do réu foi preservar
a intimidade das mulheres”.
O parecer não interpreta a preocupação com a separação de um banheiro feminino por sexo como manifestação de ódio ou preconceito, como fez o juiz ao condenar Adripaulo.
O Procurador reconhece que o servidor atuou em um contexto no qual não existia regulamentação institucional clara e agiu de acordo com a compreensão que a sociedade tem da divisão de banheiros, que sempre foi por sexo, por motivos
de segurança e privacidade.
Essa ainda não é a decisão do Tribunal a respeito do recurso que a advogada da MATRIA apresentou.
Mas é um importante reconhecimento de que o Sr. Adripaulo não deveria ter sido condenado e que defender a intimidade das mulheres não transforma uma pessoa em criminosa.
Seguiremos acompanhando e informando sobre a todos sobre o caso do Sr. Adripaulo, cuja defesa foi possível graças às doações recebidas através deste perfil.
Que este parecer represente um passo importante em direção à sua absolvição e a um olhar crítico sobre as consequências da decisão do STF de criar, por analogia, um suposto crime de “homotransfobia” sem sequer explicitar o que, afinal, constituiria esse crime.
Reconhecer que sexo importa na proteção dos direitos das mulheres não é crime.
@jeantuite Eu, adulta, com um bom emprego, felicíssima por finalmente ter conseguido comprar (com ajuda da minha mãe) um videocassete para gravar meus programas favoritos? 🤔 De nunca ter podido gravar um vídeo do meu amado cachorro pq câmeras eram muito caras? 🤔 Inflação de novo, não!
Every politician and celebrity still chanting ‘trans women are women’ should be asked how they square their loud commitment to ‘kindness’ with this inevitable end point. Explain how your ‘feminism’ led you here. Tell us why the abuse of these women is so unimportant to you.
É claro que uma série criada por uma mulher que ficou rica e escolheu usar a sua fortuna para, mesmo com risco de “manchar” seu legado, defender os direitos femininos iria sofrer todo tipo de resistência e boicote. Mulheres sempre serão odiadas, ainda mais as que têm algum poder.
Mulheres foram historicamente excluídas do esporte e lutaram por gerações para conquistar categorias próprias, oportunidades e espaços seguros.
Esses direitos não podem ser tratados como negociáveis.
E precisamos falar sobre isso sem medo. Quando discordar gera perseguição, censura e retaliação, não existe debate livre - existe silêncio imposto.
Defender o esporte feminino é defender a história, a privacidade, a segurança e o futuro de meninas e mulheres.
E essa responsabilidade não termina na aprovação de um projeto de lei: exige coragem e compromisso cotidiano de quem ocupa espaços de poder.
obs: Fala de representante da MATRIA ocorrida na Camara de vereadores de Tubarão - Santa Catarina
@Ariel_gomes106@farofa_alho Isso não é direito negado, é direito reestabelecido, direito das mulheres terem seus próprios espaços sem nenhum macho invadido.
“If trans activism poses no threat to women’s rights, why is it that every attempt to protect women’s rights is ‘anti-trans’?” - J.K. Rowling
They’re answering this question by never answering it.
Há momentos em que os princípios de uma pessoa são medidos não pelo que ela diz quando é fácil dizer, mas pelo que ela sustenta quando sob pressão.
Ana Carol é candidata a deputada estadual em Goiás.
Ela foi pressionada e recebeu cobranças de seu partido para retirar a assinatura da Carta-Compromisso da MATRIA.
Ela poderia ter recuado para evitar conflitos.
Mas não recuou.
Ana Carol fez algo que deveria ser básico na política, mas que, infelizmente, exige cada vez mais coragem: ouviu as mulheres de sua base, refletiu, formou sua própria convicção e se recusou a ser subjugada pela pressão de terceiros.
E sua posição é muito clara: defender direitos específicos de mulheres e crianças não significa retirar direitos de ninguém.
Por isso, ela decidiu manter sua assinatura na Carta-Compromisso da MATRIA.
Não ceder a pressões e se manter fiel àquilo em que se acredita demonstra independência, corageme compromisso com os próprios princípios.
A democracia precisa de mulheres que possam pensar por si mesmas.
Mulheres que possam discordar.
Mulheres que não aceitem que partidos, grupos ou movimentos determinem quais pautas femininas podem ou não defender.
Ana Carol escolheu não se calar.
E, em tempos de silenciamento, fazemos questão de registrar isso publicamente.
Coragem é não abandonar seus princípios quando o preço aumenta.
Candidatos, compromentam-se com aquilo que acreditam, assinem nossa Carta-Compromisso.
No ano de 2018, conheci a militância da neurodiversidade. Era exatamente isso: criadores de conteúdo e até profissionais falavam que, depois do diagnóstico, a pessoa simplesmente parava de "mascarar".
28, 30, 35, 40 anos fazendo as mesmas coisas, vivendo normalmente e lidando com as próprias dificuldades. Aí, viu a militância na internet, se deram o diagnóstico e, aparentemente, junto com ele, um botão de "desaprender a funcionar" era acionado.
De repente, tudo incomodava, tudo era sofrimento e surgia a necessidade urgente de usar fones com cancelamento de ruído, item que, por alguma misteriosa coincidência, aparecia em praticamente todas as fotos deles.
E, claro, vinham os textões contando uma vida inteira de dificuldades que, curiosamente, nunca tinham sido mencionadas antes do diagnóstico. Pessoas paravam de falar, desaprendiam a usar filas, de shows a finais de semanas a "não aguento barulho". E o autismo deles caminhava "agora sou nível 2, regredi". Uma vida inteira atualizada.
Sim, a decisão do TRF-5 de março de 2026 é real: por unanimidade, afirmou que dizer "mulheres trans não são mulheres" é opinião protegida pela liberdade de expressão, sem crime se não houver incitação à violência ou discriminação.
Biologicamente, sexo é definido no nascimento por cromossomos e gametas. Um homem permanece homem, independente de fantasia ou hormônios. Grok
Caso Frente LGBTIA+ RJ: autoritarismo
e consenso forjado.
A nota da Frente LGBTIA+ contra a MATRIA e contra os candidatos que assinaram nossa Carta-Compromisso revela muito mais sobre o método político de quem a escreveu do que sobre nós.
Comecemos pelo básico: direitos das mulheres não são uma invenção inconveniente da MATRIA.
A Constituição reconhece homens e mulheres como categorias jurídicas e prevê proteções específicas às mulheres baseadas no sexo.
Defender direitos baseados no sexo e exigir que sejam respeitados é absolutamente legítimo e dentro dos próprios parâmetros legislativos.
Mas, quando faltam argumentos, abundam os rótulos. Já fomos acusadas de “eugenia” por este mesmo grupo, uma acusação grotesca e frontalmente oposta ao que defendemos.
Mas não basta atacar a MATRIA, é preciso constranger publicamente os candidatos que dialogam conosco: exigem que candidatos expliquem suas assinaturas, que as retirem e ainda cobram posicionamento de seus partidos.
A mensagem é clara: dialoguem com a MATRIA e serão prejudicados. Assinem nossas propostas e serão pressionados a recuar.
Esse método parece funcionar: duas candidaturas do PT que haviam assinado a Carta-Compromisso recuaram diante da pressão da militância.
Mas vale perguntar:
- que tipo de construção política se pretende fazer pela intimidação?
- de que vale uma assinatura retirada pelo constrangimento?
- que valor tem uma adesão obtida pelo medo?
A MATRIA jamais quereria que um político diga se comprometer com as pautas que defendemos por obrigação ou pressão.
Queremos políticos que leiam nossas propostas, conversem conosco, façam suas próprias avaliações e, se concordarem, assumam publicamente esse compromisso.
Do contrário, qual o interesse?
Decisões tomadas de forma informada e independente significam autonomia política. E democracia.
A MATRIA não exige que candidatos deixem de conversar com movimentos LGBTIA+. Até porque existem demandas importantes e legítimas nesses grupos.
Não exigimos punições aos que acham que mulher é um sentimento autodeclarado, não fazemos listas de quem pode ou não ser ouvido.
Nós apresentamos propostas.
Os candidatos decidem.
Porque quem tem argumentos, debate. Quem não consegue vencer o debate é que tenta controlar quem pode participar dele.
E há uma ironia ainda maior nessa história.
Quando a Frente fala em “população LGBTIA+”, fala basicamente da letra T.
A MATRIA reúne massivamente mulheres lésbicas e bissexuais, em proporção absurdamente maior do que sua representação na população geral.
32% das nossas associadas são lésbicas e bi. Nós também fazemos parte da “população LGBTIA+”.
A letra T não fala em nome de todas as outras letras.
Por fim, observem como o suposto consenso da esquerda sobre as demandas do transativismo vem sendo forjado:
Candidatos de esquerda que reconhecem sexo como marcador relevante são pressionados, atacados, silenciados e excluídos.
Os grupos que fazem essa pressão justificam dizendo que defender tal posição é “coisa de direita”.
Depois, tentam transformar o resultado da pressão que exerceram em prova de que não existe tal posição na esquerda.
Percebem o mecanismo?
Primeiro, constrangem. Depois, usam o constrangimento para produzir a aparência de consenso.
E é justamente por isso que a nossa Carta-Compromisso é tão importante.
Ela rompe esse mecanismo ao afirmar que há políticos na esquerda que defendem políticas baseadas na realidade material do sexo e que candidatos podem assumir esse compromisso sem precisar pedir autorização a nenhum grupo de pressão.
A reação da Frente LGBTIA+ RJ não enfraquece a Carta-Compromisso a MATRIA. Pelo contrário, demonstra sua relevância.
Se fosse uma questão irrelevante, ninguém precisaria pressionar candidatos a retirar suas assinaturas.
Se fosse uma posição exclusivamente “de direita”, não seria necessário tentar impedir que pessoas de esquerda a defendessem publicamente.
Lembramos, mais uma vez, que a Pesquisa Nacional de Opinião realizada em 2024 pela IRG Pesquisa mostrou que 67,8% das pessoas que votaram em Lula para presidente em 2022 se opõem ao acesso de homens que se identificam como mulheres a políticas públicas pensadas para mulheres.
O medo dos grupos transativistas é que essa maioria dentro da esquerda passe a expressar publicamente suas opiniões.
Por isso o desespero para silenciar quem ousa se manifestar é cada vez maior.
A existência da Carta-Compromisso da MATRIA torna visível justamente aquilo que alguns querem manter invisível: há disputa política dentro da própria esquerda sobre questões ligadas a “identidade de gênero”, e as mulheres estão organizadas para participar dela.