vá à academia, não falte à terapia, evite fofoca, invista em você, ganhe seu dinheiro, eleve suas relações, fale só o necessário, ore com frequência e se enxergue como prioridade.
Me apaixonei por essa frase:
Se você ganha o seu próprio dinheiro e faz tudo por si mesma, um homem não tem muito a oferecer além do caráter, dos valores e da forma como te trata.
E é isso que mais aperta o coração saber que foi real. Porque quando algo é verdadeiro, a saudade não passa facilmente. Ela fica guardada em cada lembrança, em cada história e em cada momento que a gente viveu juntas.
Quem convivia com nós duas sabia que o que existia ali era verdadeiro. Era diferente. Não era uma amizade por conveniência, por interesse ou por hábito. Era uma conexão genuína, daquelas que acontecem poucas vezes na vida.
As pessoas viam o carinho, a parceria, o cuidado e a forma como estávamos presentes uma para a outra. Sabiam que existia amor, lealdade e uma amizade sincera. Talvez por isso seja tão difícil entender como algo tão bonito acabou se perdendo no caminho.
Às vezes eu ainda me pego pensando em nós duas e desejando que a vida tivesse sido um pouco mais gentil com a nossa amizade. Desejando que ela ainda fosse a Dinda dos meus futuro filhos, ou apenas desejando um simples abraço, uma conversa boba. Saudade!
que a vida nos levou para caminhos tão diferentes. Eu não guardo mágoa. Guardo lembranças, carinho e uma saudade enorme. Porque algumas pessoas passam pela nossa vida e deixam marcas que o tempo não apaga. E a Cristiane foi uma dessas pessoas para mim.
Talvez a distância não tenha sido causada pela falta de procura de uma única pessoa. Talvez ela tenha acontecido porque ambos deixaram de dar um passo em direção ao outro. E antes de apontar a ausência de alguém, vale a pena refletir sobre a própria ausência também.
Uma verdade difícil da vida é perceber que alguns vínculos não carregam o mesmo peso para os dois lados. O carinho que você oferece, a lealdade que demonstra e a importância que dá a alguém nem sempre serão devolvidos na mesma medida.
Chega um momento em que a gente cansa de ser sempre quem manda mensagem primeiro, quem corre atrás, quem tenta manter a conexão viva sozinho. Não porque deixou de se importar, mas porque percebe que amizade não deveria ser um esforço individual.