Hoje recebemos uma notícia que traz alívio e esperança: foi expedido o alvará de soltura de Débora Caiado. Depois de tanto sofrimento, ela finalmente poderá voltar para casa, reencontrar sua família e, principalmente, abraçar seu filho, que é autista e sentiu profundamente toda essa ausência.
Nenhuma mãe deveria ficar distante de seu filho por tanto tempo. Hoje é dia de agradecer a Deus e a todos que estiveram ao lado da família durante essa caminhada tão difícil.
Nosso agradecimento especial ao Deputado Estadual Gil Diniz @carteiroreaca que esteve presente visitando os presos políticos, levando apoio, atenção e suporte às famílias que enfrentam esse momento delicado.
Agradecemos também ao Dr. Paulo Feitoza, pelo apoio, dedicação e compromisso nessa luta por justiça.
Parabéns Doutora Ana Sibut pela dedicação incansável !
Que este reencontro seja marcado por paz, acolhimento e pela reconstrução dessa família. Hoje, uma mãe volta para os braços do seu filho. 🙏🏻
Lawfare Contra Bolsonaro — O Padrão de Perseguição Política
Lembram quando Sergio Moro tentou derrubar Bolsonaro através da Lava Jato seletiva? Lembram quando vazaram aquele vídeo "bomba" da reunião ministerial, editado e descontextualizado para criar escândalo político? Lembram dos inquéritos infinitos, das acusações infundadas, da máquina estatal mobilizada contra um presidente eleito?
Pois é. Já vimos esse tipo de "escândalo" contra Bolsonaro antes. É o padrão. É o método. É lawfare.
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Os Fatos Falam Por Si: Transparência vs. Narrativa Fabricada
Aos fatos, que não mentem:
Um banqueiro, até então com reputação ilibada e zero contratos com o governo Bolsonaro, decidiu bancar um filme sobre o maior líder da direita brasileira contemporânea. Decisão legítima. Investimento privado. Liberdade de expressão.
De repente, ele para de pagar atores, equipe técnica e diretores. Abandona o projeto. Compromissos não honrados. Prejuízos materiais.
Flávio Bolsonaro, como qualquer cidadão com direitos, cobra o compromisso assumido com a produção do filme. Exerce seu direito contratual. Defende o que é certo: a honra da palavra empenhada.
Ponto final. Simples. Transparente. Legítimo.
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O Contraste Gritante: Corrupção Sistêmica vs. Direito Privado
Mas aqui está o ponto que a mídia corporativa quer esconder:
Isso não tem absolutamente nada a ver com empresas envolvidas em contratos criminosos com governos do PT, financiando filmes de propaganda do "Luladrão" com dinheiro público desviado. Não tem nada a ver com JBS pagando R$ 10,3 bilhões em propinas a 1.800 políticos petistas. Não tem nada a ver com Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão — todas empreiteiras que saquearam o Brasil sob PT/Temer.
Flávio Bolsonaro defendeu um direito contratual legítimo. Cobrou o que era devido. Agiu com transparência.
Enquanto isso, a máquina de perseguição segue seu padrão:
Vazamentos seletivos para criar "escândalos"
Edição de vídeos para distorcer contexto
Inquéritos infinitos sem fundamento jurídico
Narrativas fabricadas pela mídia corporativa alinhada ao regime
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Conclusão: Inocência e Justiça
Flávio Bolsonaro defendeu o que é certo. Defendeu um contrato. Defendeu a honra. Defendeu a verdade contra a narrativa fabricada.
Inocente. Do lado certo da história.
E enquanto isso, os verdadeiros corruptos — aqueles que saquearam bilhões do Brasil, que financiaram campanhas com dinheiro criminoso, que usam o STF como máquina de perseguição política — continuam impunes, protegidos por ministros que vendem HCs e injunções.
Isso é lawfare. Isso é seletividade judicial. Isso é o Brasil de hoje.
👇🏻👇🏻Veja o que é o maior escândalo da história do Brasil abaixo👇🏻👇🏻
Fiquem tranquilos, senhores do crime organizado: o governo abriu um prazo de regularização da fuga. Quem conseguiu escapar até semana que vem, parabéns pela eficiência. Quem não conseguiu, aguarde novas instruções burocráticas.
Vocês viram o que aconteceu em Goiás? A Polícia Federal prendeu a sogra do atual governador, Daniel Vilela, por tráfico de pessoas e migração ilegal! É uma movimentação de MILHÕES de reais em um esquema criminoso que atravessa fronteiras. Mas a pergunta que não quer calar é outra... A "Operação Travessia" revelou um esquema digno de filme. Maria Helena de Sousa Netto Costa, mãe da primeira-dama de Goiás, é acusada de chefiar um grupo que mandava brasileiros ilegalmente para os Estados Unidos. O negócio era tão lucrativo que o grupo dela teria movimentado, sozinha, cerca de 45 MILHÕES DE REAIS! No total, a rede criminosa passou dos 240 milhões.
Thomas Sowell tem 95 anos.
Deixe esse número assentar em você.
Noventa e cinco anos na Terra, e em todos eles, ele nunca ocupou cargo público, nunca teve um momento viral, nunca implorou pela atenção de ninguém.
O que ele fez foi escrever 30 livros e dedicar 50 anos de pesquisa paciente para construir um corpo de obra que sobreviveu a toda ideia da moda que seus críticos tentaram enterrá-lo.
Enquanto as vozes mais altas em Washington perseguiam pesquisas e as mentes mais espertas no campus perseguiam bolsas de pesquisa, Sowell estava na biblioteca lendo os dados, rastreando os resultados e desmontando uma má ideia após outra.
Ele não discute sentimentos.
Ele mede resultados.
Ele não está vendendo nada.
Toda a sua abordagem se resume a uma frase que todo político e ativista neste país deveria ser obrigado a recitar antes de abrir a boca:
“Não há soluções. Há apenas trocas.”
Deixe isso assentar em você também.
Todo programa federal, toda determinação, toda cruzada bem-intencionada tem um custo, e alguém o paga.
O trabalho de vida de Sowell tem sido o simples ato de perguntar quem.
Ouça-o sobre a “ajuda” que nossas comunidades foram prometidas por duas gerações:
“Tenho feito estudos há 20 anos sobre programas projetados para aumentar a igualdade. Eles aumentam a desigualdade.”
“Mesmo quando os programas são projetados para grupos desfavorecidos, eles ajudam os membros abastados dos grupos desfavorecidos, enquanto os membros mais baixos desses grupos caem ainda mais para trás do que nunca antes.”
Isso é toda a tramoia da ação afirmativa exposta em duas frases.
As crianças dos mesmos códigos postais que a faculdade de Harvard conseguem a vaga, enquanto as crianças dos bairros que realmente precisam de uma escada são mandadas esperar sua vez.
Sowell diz isso de forma clara:
“A vasta maioria dos negros que vão para lugares como Harvard, Cornell e Stanford não são negros do gueto. Eles são dos mesmos bairros que os brancos de lá.”
Os vigaristas raciais não querem que você saiba disso, porque eles precisam do ressentimento para continuar no negócio.
O conselho de Sowell aos jovens corta direto pelo esquema:
“Fiquem longe dos vigaristas raciais.”
“Capacitem-se com habilidades pelas quais as pessoas estejam dispostas a pagar.”
Isso é todo o jogo aí, uma questão de habilidades, trabalho e responsabilidade em vez de slogans, hashtags ou outro programa federal projetado para encher o salário de um consultor enquanto deixa o South Side pior do que antes.
Aqui está a frase que eu quero que todo jovem em Cincinnati, Cleveland, Columbus e em todos os outros cantos da América leia esta noite:
“Muita da história social do mundo ocidental nas últimas três décadas envolveu substituir o que funcionava pelo que soava bem.”
Essa única frase explica nossas escolas, nossas cidades e por que os bairros que a Guerra contra a Pobreza supostamente salvaria estão em pior forma agora do que antes dos cheques começarem a fluir.
Sowell empurrou uma geração inteira de nós para parar de reagir e começar a fazer perguntas mais difíceis.
Quais são os incentivos?
Quem realmente se beneficia dessa política?
Como os números se parecem cinco, dez, vinte anos depois?
Faça essas perguntas com honestidade, e a ilusão desmorona.
O homem mais perigoso na América agora não é o que grita na televisão.
Ele é o professor de 95 anos em Palo Alto que não precisa que você concorde com ele, porque ele tem os dados do seu lado.
Noventa e cinco anos dizendo a verdade.
Obrigado, Dr. Sowell.
ATENÇÃO!!!!!
Gravem bem os nomes dos senadores, no @congressoemfoco , que querem manter a ditadura da toga aprovando a indicação do infame Jorge Bessias , e aqueles que não apoiam a submissão do @congressoemfoco às ordens do STF. @SenadoFederal
https://t.co/f745WK7Mrd
Viramos o placar?
Faltam os indecisos.
E quando alguém não decide… sempre tem um motivo.
Na sua opinião: o que eles estão esperando?
Veja quem são:
https://t.co/IOTCR2cdFw
Viramos o placar?
Faltam os indecisos.
E quando alguém não decide… sempre tem um motivo.
Na sua opinião: o que eles estão esperando?
Veja quem são:
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Que loucura!!! 😱
“Acabaram” com a vida do Gabriel Monteiro
E agora a suposta vítima disse que mentiu ?
Fez um acordo judicial se retratando integralmente das acusações do processo de estupro e lesões corporais ?
Até onde o ser humano pode ir para prejudicar o outro?
Editorial pesadíssimo da FSP. Merece a leitura. 👇
República do Supremo que pode tudo
por Folha de São Paulo
“Para um ministro do Supremo Tribunal Federal, tudo. Para os demais cidadãos, a lei —tal como amplamente interpretada por um ministro do Supremo. Cristaliza-se no Brasil um regime anômalo de prevalência de dez indivíduos sobre o restante da sociedade.
Como se vê pelas decisões de Alexandre de Moraes, a latitude de um juiz da corte quando os seus próprios interesses estão em jogo é máxima. Fulmina-se a regra que exige do magistrado afastamento de casos em que ele conste como vítima potencial.
Sob sigilo decretam-se prisões, censuras e intimações sem a devida provocação da Procuradoria. Quem critica o arbítrio corre o risco de cair nas garras do Grande Inquisidor. Advogados não têm acesso aos autos.
Burocracias do Estado são obrigadas a ajoelhar-se diante da toga agigantada. A atividade policial sujeita-se a intervenções esdrúxulas, como a que por um período escudou de investigação material apreendido sobre a máfia que atuava no Banco Master.
A intimidação da Receita Federal levará servidores a adotarem a regra tácita de não abrirem procedimentos administrativos quando detectarem inconsistências fiscais relacionadas aos supremos magistrados. Afinal, o resultado mais brando poderá ser o afastamento sumário da função, com um rastreador no tornozelo.
Ameaça parecida paira sobre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o instrumento mais eficaz do país para detectar transações atípicas, de que as atividades ilícitas amiúde se valem. Num golpe solitário de caneta, Moraes esvaziou o órgão.
Não há o que controle um ministro do Supremo que se ponha a subverter a institucionalidade para se proteger e atingir supostos adversários. Ele não depende da petição de partes para agir sobre virtualmente tudo o que deseje.
A submissão das decisões individuais aos pares, imperativo dos tribunais, passou a ser na prática facultativa. Um ministro pode atuar como o demiurgo que desfaz e reescreve as leis e manda soltar, prender, calar, pagar e não pagar. A revisão do plenário, quando ocorre, não raro se depara com fatos consumados e danos irreparáveis.
Mesmo o contrapeso do colegiado esbarrou no corporativismo quando dois de seus membros passaram a ter as condutas questionadas no escândalo do Master. O encastelamento funciona como estímulo para que ministros reforcem as decisões singulares visando à autoproteção.
Esvai-se a esperança de que comecem dentro do Supremo os ajustes para desbastá-lo dos superpoderes estranhos à República. Os ministros mostram-se incapazes de adotar um mero código de comportamentos óbvios, que já deveriam ser moeda corrente.
É inevitável que caminhe no Congresso uma reforma para recolocar o STF em seu lugar constitucional.”
@wilson_ani35042@rodrigolimamdh É óbvio que essa delação não passa de uma armação para soltar o Vorcaro. Vai entregar crimes que pouparão os grandes e cairão no buraco negro do Ministério do Gonet, do STF e do Congresso de Alcolumbre.
Melanie Phillips expõe o colapso intelectual do Ocidente: evidências objetivas e racionalidade são descartadas quando entram em conflito com ideologias utópicas (multiculturalismo, relativismo moral, ambientalismo radical, escolha de estilo de vida).
Esses "ismos" são tratados como sacrossantos — verdades intocáveis que prometem perfeição: ausência de preconceito, ausência de conflito, um planeta salvo. Dissidência? Não apenas errada — maligna. Evidências se tornam "de direita", indizíveis. Quem as contesta enfrenta intimidação, ostracismo e perda de emprego.
Desde sua época no The Guardian até escrever "Anjo da Guarda", ela testemunhou isso em primeira mão: universidades que antes defendiam a verdade; agora, a distorcem. A ideologia triunfa sobre os fatos, transformando a discordância em crime moral.
Um diagnóstico arrepiante de como o Ocidente perdeu o controle da razão. Seu vídeo, de 3 minutos e 45 segundos, revela tudo.