🚨AGORA - Câmara de Deputados é reprovada por 48% dos brasileiros, segundo PoderData
🔴 Câmara - 48%
🟡 STF - 46%
🔵 Senado - 44%
📝2.500 pessoas ouvidas entre 30 de maio e 1º de junho.
🚨AGORA - Flávio pede orações para seu pai, Bolsonaro, e diz que o Brasil voltará a ser uma nação irmã de Israel, durante a Marcha para Jesus
“Orem por Jair Messias Bolsonaro. Orem pelo nosso Brasil, que vai voltar a ser uma nação irmã de Israel.”
O feminismo é um movimento assassino, que torna as mulheres retardadas, putas e que nunca as responsabiliza por seus atos. O que vimos hoje foi o feminismo na prática.
- Seja conivente com as agressões ao próprio filho.
- Minta para médicos, policiais e conselheiros tutelares, pra tentar proteger o namorado.
- Horas depois do filho morrer, vá hidratar o cabelo no salão.
- Receba perdão judicial da juíza, por ser mulher e vítima de MISOGINIA.
EU JAMAIS FALEI EM SUBSTITUIR O PIX!
Pix foi criado pelo meu pai, sem taxas e assim deve permanecer. Sou pró-PIX e desafio aqui a Globo e demais jornais a se retratarem.
Compartilhe a verdade. Veja:
A decisão judicial que concedeu perdão a Monique Medeiros gerou forte revolta no engenheiro Leniel Borel, pai do menino Henry Borel. Em declaração indignada, Leniel afirmou que a medida representa a "terceira morte de Henry" e alertou que o precedente abre um caminho perigoso, podendo fazer com que outras mães permitam a morte de seus filhos. Diante do veredito, ele prometeu acionar seus advogados para recorrer e tentar anular o julgamento. Entenda o caso: https://t.co/Ltmz6urjo1
🚨AGORA - André Mendonça exalta a imprensa e diz que uma sociedade democrática e livre demanda liberdade de imprensa e expressão
“É fundamental! Uma sociedade democrática e livre demanda liberdade de empresa e liberdade de expressão”
O pai de Henry Borel, Leniel Borel, criticou o perdão judicial dado a Monique Medeiros, mãe do menino: “Mataram meu filho pela terceira vez”.
“O que foi falado ali agora é que a misoginia matou o Henry. O Henry, ele representa essas milhares de crianças que são vítimas todo dia, e por causa de decisões como essa, que se abre precedente para outras mães, genitoras, que possam matar os seus filhos, que possam permitir que os seus filhos sejam mortos”, disse.
Em sua decisão, a juiza afirmou que Monique foi vítima de uma cultura patriarcal que exige da mulher a figura da “mãe perfeita” e criticou o machismo na reação da sociedade ao caso.
*A justiça não pode ter dois pesos e duas medidas*
Hoje de madrugada, depois de 11 dias de julgamento, o caso Henry Borel chegou ao fim. Jairinho, o assassino, levou 43 anos de cadeia. Justo. Mas a decisão sobre Monique deixou uma ferida aberta. O júri a condenou por omissão diante das torturas sofridas pelo próprio filho. E a juíza usou esse veredicto para fazer um discurso de gênero, concedendo perdão judicial com o argumento de que a sociedade exige da mulher ser “mãe perfeita” e isso tornaria a punição injusta.
A fundamentação da sentença não veio do Código Penal. Veio de Judith Butler, filósofa americana que criou a teoria de gênero usada como base pelo movimento woke. A juíza não aplicou a lei. Aplicou uma ideologia que é defendida pela militância e por políticos de esquerda no Brasil, o que os torna corresponsáveis desse absurdo.
Não estou dizendo que Monique é a mesma coisa que Jairinho. O júri fez a distinção. O que questiono é o critério usado para conceder o perdão: o sexo da ré. A Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Não existe dosimetria de pena baseada em teoria de gênero. Se um pai tivesse sido condenado por omissão no assassinato do próprio filho, a juíza teria dado o mesmo perdão com o mesmo argumento? A resposta honesta é não.