🚨Moraes comete mais um absurdo jurídico.
Não basta o réu demonstrar conhecimento de que existe contra ele um processo, precisa ter ciência integral do conteúdo, do contexto, de quem são os demais réus e de qual a acusação feita contra todos. Algo que postagem em rede social não demonstra, por óbvio.
A citação de residentes no estrangeiro é um ato formal feito por carta rogatória (artigo 368 do CPP).
Se o Estado é incapaz de citar alguém, o ônus de sua incompetência não pode ser repassado ao réu. Citação absolutamente nula.
🗣️EXCLUSIVO | Flávio Bolsonaro concede entrevista à Times Brasil, licenciada exclusivo CNBC.
Entrevista vai ao ar logo mais. Fiquem ligados no Canal do Youtube da Times Brasil.
Bolívia 🇧🇴/EUA 🇺🇸: O Congresso da Bolívia autorizou o Presidente Rodrigo Paz declarar Estado de Emergência e utilizar o exército para restabelecer a ordem no país.
O secretário de guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarou apoio ao governo boliviano.
Igor Gadelha: delação de Vorcaro sobre o filme Dark Horse vai deixar claro que não houve nenhuma ilicitude. E que só está na delação porque houve vazamento das mensagens e é preciso esclarecer o fato.
Vendo lenços…
O governo falou muito sobre soberania nas últimas semanas.
Agora corta R$ 4,3 bilhões da Defesa e uma operação de fronteira contra o crime é suspensa.
Cada um define prioridades à sua maneira.
O governo diz que as bets prejudicam as famílias brasileiras. Mas colocou sob sigilo os documentos que explicam como essas empresas receberam autorização para funcionar.
Sou caminhoneiro, sou CLT e não ganho a vida na internet. Mas, todo o tempo que eu tiver, estarei aqui para mostrar a putaria que esses babacas estão fazendo na campanha do Flávio.
Keven, Pablo Almeida, Samantha Pozzer e Nikolas Ferreira são quatro patetas e babacas. Trabalham de forma desonesta e muito canalha. Não valem o que o gato enterra.
Podem olhar este post e falar: “Pode falar à vontade, seu otário, nós temos milhares de seguidores”. Ok. Mas eu estarei aqui para comemorar a destruição política de vocês, seus otários.
Eu aprendi uma coisa muito verdadeira com a vida: o tempo é o senhor da verdade.
Relaxa, eu ainda vou ver vocês se fuderem.
🚨 TRUMP ACABOU DE PROIBIR TODA A PROPRIEDADE ESTRANGEIRA DE TERRAS AGRÍCOLAS NOS EUA — A CHINA ESTAVA COMPRANDO OS ESTADOS UNIDOS HECTARE POR HECTARE
A China possuía 384.000 HECTARES de terras agrícolas americanas. Bem ao lado de bases militares. Bem ao lado de fontes de abastecimento de água. Bem ao lado dos alimentos que alimentam SUA família.
Bill Gates possuía 270.000 acres. A Arábia Saudita estava comprando direitos hídricos no Arizona. Empresas estrangeiras estavam adquirindo comunidades agrícolas inteiras.
O ABASTECIMENTO ALIMENTAR DOS EUA estava sendo vendido ao maior lance estrangeiro. E ninguém em Washington disse NADA.
Até Trump.
Decreto presidencial — com efeito IMEDIATO:
TODAS as terras agrícolas de propriedade estrangeira devem ser VENDIDAS no prazo de 24 meses. NENHUMA nova compra por governos estrangeiros, entidades ou seus representantes. Terras num raio de 160 km de instalações militares — CONFISCADAS e devolvidas aos agricultores americanos. Bill Gates e todos os bilionários não agricultores — LIMITADOS a um máximo de 1.000 acres. Fazendas familiares americanas — com DIREITO DE PREFERÊNCIA para comprar todas as terras alienadas pelo valor justo de mercado.
A comida é uma ARMA. A água é uma ARMA. A terra é SOBERANIA.
Você não deixa seu inimigo comprar o solo sob seus pés. Você não deixa nações estrangeiras controlar o que seus filhos COMEM.
Terra americana. Agricultores americanos. Comida americana. PARA SEMPRE. 🇺🇸
🔗 Paul White Gold Eagle (@PaulGoldEagle)
🇧🇷🇧🇷
VAI CHEGAR AQUI!!
SÓ AGUARDAR!!
@selva_e_aco
Muita gente falou em soberania quando os EUA classificaram PCC e CV como organizações terroristas.
Mas soberania também é conseguir impedir que duas organizações criminosas se espalhem por praticamente todo o território nacional.
E esse mapa mostra que estamos falhando nisso há bastante tempo.
Cinco dias atrás a Receita Federal e o MP de SP derrubaram seis fintechs que eram banco particular do PCC. Movimentaram R$26 bilhões entre 2022 e 2025. Uma única fintech recebeu mais de R$1 bilhão em dinheiro vivo.
O mais grave: quando a primeira operação bloqueou as fintechs em 2025, o PCC reorganizou tudo em semanas. Abriu empresas novas com laranjas e voltou a operar como se nada tivesse acontecido.
O Ministério Público estima faturamento total acima de R$100 bilhões. O Wall Street Journal chamou o PCC de multinacional do crime. 28 países. Parceria com a ‘Ndrangheta e a Yakuza. Hackers. Mergulhadores profissionais. E por dentro: postos de gasolina, fintechs, fundos de investimento, contratos públicos de saúde, coleta de lixo. Até na Faria Lima o dinheiro circula.
Isso não é tráfico. É conglomerado.
A pergunta que fica: por que o governo Lula se opôs publicamente à classificação terrorista oferecida pelos Estados Unidos? O que exatamente se perde quando o FBI pode rastrear contas do PCC no exterior?
Episódio 2 de uma série. Se perdeu o episódio 1, tá no perfil. Salva e acompanha. O próximo mostra quantos políticos devem o cargo ao crime.
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#PartidoDoCrime #PCC #PauloMansur #AliadoDeBolsonaro #SegurançaPública BolsonaroPresidente Brasil
PAÍSES QUE JÁ RESTRINGIAM PRODUTOS BRASILEIROS ANTES DA ATUAL DISPUTA COMERCIAL DOS EUA
Nos últimos meses, tornou-se comum encontrar publicações afirmando que diversos países já haviam "sancionado" o Brasil muito antes das medidas adotadas pelos Estados Unidos.
O problema é que essa afirmação mistura conceitos diferentes.
E isso acaba prejudicando o próprio debate.
Na maior parte dos casos, não estamos falando de sanções políticas.
Estamos falando de embargos sanitários, suspensões temporárias, protocolos de saúde animal, barreiras técnicas e exigências regulatórias que fazem parte do comércio internacional há décadas.
A diferença é importante.
Uma sanção política é aplicada como forma de pressão diplomática, econômica ou geopolítica contra determinado governo ou país.
Já um embargo sanitário normalmente ocorre quando um país identifica riscos relacionados a doenças animais, contaminações, protocolos de segurança alimentar ou exigências técnicas de importação.
Misturar as duas coisas gera confusão.
E os fatos não precisam de exageros para serem relevantes.
A realidade é que o Brasil já enfrentava restrições comerciais muito antes da atual disputa envolvendo os Estados Unidos.
A China, por exemplo, suspendeu temporariamente importações de carne bovina brasileira em diferentes momentos devido a protocolos relacionados à Encefalopatia Espongiforme Bovina, conhecida popularmente como "doença da vaca louca".
O Japão manteve durante anos restrições à carne bovina brasileira devido às exigências relacionadas à febre aftosa.
A União Europeia historicamente impôs exigências rigorosas envolvendo rastreabilidade animal, hormônios, certificações sanitárias e, mais recentemente, requisitos ambientais.
Coreia do Sul, México, Chile, Peru, Filipinas, África do Sul, Canadá, Argentina, Uruguai, Arábia Saudita e diversos outros mercados também aplicaram suspensões temporárias ou restrições específicas a produtos brasileiros em diferentes períodos.
Grande parte dessas medidas ocorreu em função de surtos sanitários, especialmente relacionados à gripe aviária, febre aftosa ou protocolos de proteção agropecuária.
O caso mais abrangente ocorreu durante os episódios recentes de gripe aviária.
Mais de vinte países ou blocos econômicos adotaram algum tipo de suspensão total ou parcial sobre produtos avícolas brasileiros.
Entre eles estavam:
• China
• União Europeia
• México
• Iraque
• Coreia do Sul
• Chile
• Filipinas
• África do Sul
• Peru
• Canadá
• República Dominicana
• Uruguai
• Malásia
• Argentina
• Timor-Leste
• Marrocos
• Índia
• Sri Lanka
• Macedônia do Norte
• Paquistão
• Albânia
Além desses casos, diversos outros mercados adotaram restrições regionalizadas, limitadas a determinados estados brasileiros ou vinculadas a protocolos sanitários específicos.
O próprio Japão aplicou suspensões localizadas em determinadas circunstâncias.
O mesmo ocorreu com Reino Unido, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita em diferentes momentos.
Isso demonstra que o comércio internacional moderno é muito mais complexo do que simplesmente vender ou comprar produtos.
Cada país possui protocolos próprios.
Cada mercado possui exigências específicas.
Cada bloco econômico possui seus critérios regulatórios.
Por isso, afirmar que todos esses casos representam "sanções contra o Brasil" não é tecnicamente correto.
A maioria das medidas foi apresentada pelos países importadores como resposta a questões sanitárias, veterinárias, técnicas ou regulatórias.
Isso não significa que tais decisões sejam sempre neutras ou isentas de interesses econômicos.
Mas significa que elas pertencem a uma categoria diferente das sanções políticas clássicas.
A discussão atual envolvendo os Estados Unidos deve ser analisada dentro de seu próprio contexto.
Mas também é importante reconhecer que o Brasil já convive há décadas com embargos sanitários, barreiras técnicas e restrições comerciais impostas por diversos países.
Ignorar essa realidade produz uma narrativa incompleta.
E compreender a diferença entre sanções políticas e restrições sanitárias é essencial para analisar os fatos com precisão.
O debate fica mais forte quando é baseado em fatos verificáveis.
E os fatos mostram que as restrições a produtos brasileiros não começaram agora.
🇧🇷🇺🇸‼️| De acuerdo a UOL Brasil, Lula estaba informado de que Estados Unidos iba a aplicar aranceles nuevos. La información es que el presidente brasileño no hizo nada para evitarlo, prefirió optar por la sorpresa y usó esa táctica para criticar y “responsabilizar” a Flavio Bolsonaro.
🚨 MARCELO SUANO: O RECADO DOS EUA NÃO É SOBRE INVASÃO
Segundo Marcelo Suano, o debate não gira em torno de uma invasão ao Brasil, mas da defesa dos interesses estratégicos dos Estados Unidos e do combate a organizações classificadas como terroristas.
Na análise, o foco está na escalada de medidas que podem ir de sanções e bloqueios até ações mais severas, caso haja comprovação de vínculos entre autoridades e organizações criminosas.