É um quarta ensolarada. Isis Valverde liga para seu advogado: Doutor, compulsei os autos e exijo que o senhor faça a impugnação à gratuidade de justiça da ré com fulcro no art. 100 do novel CPC, posto que há signos exteriores de riqueza suficientes para o indeferimento. Grata
As universidades brasileiras estão repletas de pessoas burras que se acham o suprassumo da inteligência ao ponto de se julgarem capazes de iniciarem uma revolução política e ideológica.
É um teatro nojento de semi analfabetos com síndrome de Napoleão Bonaparte.
O que eu vejo de pagão, ateu e cristão de IBGE usando essa expressão não tá escrito.
Você precisa largar de ter um repertório crítico tão limitado, minha querida.
Homicídio com envenenamento tem mulheres como autoras.
O que eu acho que aconteceu: ele desrespeitava a medida protetiva e ela (advogada safa) tinha medo (ele era PM) e decidiu fazer algo antes de ser mais uma na estatística. Bolou um bem bolado e ele foi de arrasta e ela tem um álibe (apesar de ficar estranho ela ter aceitado passar a madrugada com ele. O que ela pode falar que foi uma tentativa de reconciliação).
Crime perfeito não existe? Vejamos.
@CamusPuto@doisdedosdeteo@matheusnobrga Creio que ele não esteja necessariamente defendendo, mas contrapondo o argumento de “não precisamos”.
Talvez se a crítica utilizasse outro verbo ou estruturada de outra forma, faria mais sentido.
+isso é visto como uma grande vantagem e privilégio para os outros.
Aí, com a evolução da sociedade, vem toda a questão de imagem, status, respeito, prestígio, etc.
Não foi algo criado só pelo homem, mas acabou que toda a sociedade se moldou a isso.
(Minha opinião).
Na verdade, acredito que isso veio de um processo natural. O homem com mais posses, deduzo eu, sempre teve mais “valor” porque elas garantem uma vida material melhor - ou deveriam.
Isso atrai as mulheres mais interesseiras e, como o instinto masculino é bem… “lascivo”+