O deputado Luiz Philippe questiona o resultado do Flávio no 1.º turno e diz que é necessário uma reforma no sistema eleitoral
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Essa declaração é de Luiz Philippe de Orleans e Bragança, em entrevista ao canal Time Line, ao comentar a diferença aparentemente contraditória entre a votação de Flávio Bolsonaro e a soma dos votos obtidos pelos senadores eleitos da direita.
O deputado chama atenção para uma incongruência que, segundo ele, precisa ser analisada: como os senadores de direita podem, somados, ter recebido uma quantidade de votos muito superior à de Flávio, se pertencem ao mesmo campo político e foram escolhidos pelo mesmo eleitorado?
Luiz Philippe também considera “muito estranho” o comportamento da votação para os demais cargos durante o episódio da apuração, enquanto a votação para presidente teria apresentado um comportamento diferente.
Mas o ponto central da fala vai além de questionar um resultado específico.
Ele defende que é preciso colocar em pauta uma revisão completa do sistema eleitoral e do funcionamento do TSE, porque uma parcela enorme da população não está satisfeita com a forma como o processo funciona.
E faz uma observação importante: não basta o Judiciário afirmar que temos “o melhor sistema”. Em uma democracia, a confiança da população também precisa ser levada em consideração.
Se milhões de brasileiros não confiam no sistema, a resposta não deveria ser simplesmente desqualificar essa desconfiança. É preciso abrir os dados, discutir, investigar e, se necessário, aperfeiçoar o sistema para que o resultado das eleições seja não apenas tecnicamente proclamado, mas também socialmente reconhecido como legítimo.
E Luiz Philippe encerra com sua posição pessoal, sem rodeios:
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Vale ouvir o trecho completo e prestar atenção aos argumentos apresentados.
“Banco do Brasil a gente estruturou isso com ele. É... O Augusto adianta ali para o Okamotto do Instituto Lula... E aí tem o negócio do filme também. O cara pede para colocar dinheiro no filme do Lula. Tudo no... (inaudível) O filme do Lula eu coloquei acho que até mais, eu acho que dá
até mais. Só que o do Lula foi por fora, foi errado.O do Flávio não foi porque foi patrocínio, foi patrocínio normal.”
Essa é a verdade do que o Governo Lula está fazendo e tenta esconder com quem depende de benefício do INSS: ele tem ossos de vidro, é cadeirante e, mesmo assim, teve o benefício cortado.
São inúmeros relatos de pessoas que tiveram seus benefícios cortados do INSS pelo governo Lula.
📌QUEM É, DE FATO, LULA DA SILVA? QUEM O CONHECEU DE PERTO DEIXOU SEU TESTEMUNHO PARA A HISTÓRIA.
Hélio Bicudo não conheceu Lula pelos discursos, pelas propagandas ou pelos palanques. Foi seu candidato a vice-governador de São Paulo em 1982, deputado federal, dirigente histórico do PT e um dos juristas mais respeitados do Brasil.
Depois de décadas de convivência política, rompeu com o partido e, em uma entrevista ao Roda Viva, em setembro de 2015, fez acusações gravíssimas contra seu antigo companheiro.
“O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira”, declarou diante das câmeras.
Hélio Bicudo morreu em 2018, aos 96 anos, mas deixou um testemunho que merece ser conhecido e examinado por todos os brasileiros antes de mais uma eleição.
ESSE VÍDEO TEM QUE VIRALIZAR!
Nós nunca seremos capazes de compensar essas pessoas… suas famílias.
Débora do batom 💄 e todos os outros injustamente presos no 8/1 nos desculpe a demora!
Mas estamos quase lá!
Essa é a cena mais obscena e perversa que já vi na vida -- grotesca, sub-humana, macabra. O tom de voz, o sorriso, a frivolidade com que o Mal é elogiado... Não lembro de ter visto algo tão imoralmente sórdido nem em filme sobre o nazismo.
Sabe o que é acinte, Folha?
Acinte é um jornal passar sete anos operando como órgão de propaganda do regime, aplaudindo censura e perseguição política, e ainda ter a cara de pau de chamar de "justa" a condenação de um ex-presidente num processo que jamais deveria ter existido.
Vocês estão entre os principais responsáveis pela destruição dos direitos fundamentais no Brasil e pela consolidação de um ESTADO DE EXCEÇÃO.
No domingo, o povo deu o recado. O candidato com sobrenome de "golpista" terminou o primeiro turno em primeiro lugar. A narrativa que a Folha e praticamente toda a "imprensa profissional" passaram anos empurrando não colou.
Não houve tentativa de golpe. O golpe foi consumado, e foi da esquerda: tiraram Lula da cadeia, descondenaram o sujeito e, em paralelo, criminalizaram a direita com censura e perseguição em massa, até devolvê-lo à Presidência.
Esse foi o golpe.
O que veio depois foi Bolsonaro questionar esse processo pelas vias LEGAIS. O PL foi ao TSE contestar o resultado e levou multa de R$ 22,9 milhões por isso. Em seguida, centenas de milhares de brasileiros foram às ruas e à porta dos quartéis, num protesto desesperado contra a entrega do país ao que há de pior na política nacional.
O 8 de janeiro virou o pretexto que o establishment precisava para consolidar o estado de exceção. Veio o show trial: defesa cerceada, garantias elementares atropeladas, e Bolsonaro julgado por um ministro que se apresentava como alvo do suposto plano, por um ex-ministro da Justiça de Lula e pelo ex-advogado pessoal do Descondenado. Os juízes eram, ao mesmo tempo, adversários e "vítimas" do golpe imaginário.
Tudo isso precisa ser ANULADO, e os responsáveis, punidos. E mesmo assim nada vai devolver os anos roubados das centenas de perseguidos. Nada vai devolver a vida do Clezão, que morreu nas masmorras do regime em novembro de 2023, com parecer da PGR pela soltura parado na mesa de Moraes, por conta do seu estado de saúde.
A Folha e a imprensa brasileira têm sangue e sofrimento nas mãos.
Isso, sim, é um acinte.