O fato de eu precisar pagar para existir e desfrutar de um planeta no qual eu simplesmente apareci aleatoriamente me irrita pelo menos uma vez por dia.
A verdade, meu povo, é que facilmente qualquer pessoa, homem ou mulher, hétero ou gay, Alanis ou Gabi, eu ou você, se apaixonaria perdidamente por Lorena ou por Juquinha, igualmente.
Elas são a personificação do amor puro, verdadeiro, intenso. Exalam correição, caráter, dignidade, respeito. Demonstram afeto sem medo de ser brega, falam do desejo naturalmente.
Elas são o desejo consciente e inconsciente de relação que todos queremos.
Só que elas são personagens, criadas para encantar. Não existem na vida real.
Então, só nos resta guardá-las em nossa memória afetiva e em nosso coração.
E enaltecer @gabimedvedovsky e Alanis por terem dado vida, de forma tão verdadeira, à nossa Loquinha.
Madonna fala do conceito de seu figurino para a Vogue:
“Meu visual é inspirado por uma das minhas pintoras surrealistas favoritas, Leonora Carrington. A reinterpretação dela da história de Santo Antônio, o Grande. Toda essa história é sobre a luta da alma. Mas Leonora, ela via isso como a luta das mulheres e da divindade feminina. Ela tem um navio na cabeça, simbolizando a jornada da alma. A trompa simboliza a unificação da música. E então, as sete mulheres ao redor dela representam o número místico.”
Fiquei muito tocado por "O Diabo Veste Prada 2". O primeiro filme tinha um quê de fábula sobre manter sua própria essência, enquanto você busca realizar seus sonhos. O segundo, apesar de certo romantismo, traz uma amargura, especialmente, mas não apenas para os jornalistas. +