@landofhop 1/ aucune réalité historique m, c’est une légende dont on a des fragments écrits 8 à 10 siècles après.
2/ Nolan respecte plutôt bien l’histoire.
Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
@dupontaignan Journaliste ou porte parole d’une puissance ennemie ?
Pouvoir haineux mais qui ne lui fait strictement rien ?
Tsstss, vous avez encore bu vous
Il est le quinzième enfant d'un fabricant de chandelles. Il quitte l'école à 10 ans.
Apprenti chez son frère imprimeur, il fuit Boston à 17 ans avec quelques sous. Arrivé à Philadelphie, il dort dans une maison de passage. Il travaille dans une imprimerie. Le soir, il lit.
À 42 ans, il a fait fortune. Il arrête les affaires. Il se tourne vers la science. Il démontre que la foudre est électrique. Il invente le paratonnerre. Il refuse de le breveter. Il aurait pu devenir l'homme le plus riche du monde. Il préfère sauver des vies.
En décembre 1776, il débarque à Nantes. Il a 70 ans. Il porte une toque en fourrure et pas de perruque. La France est éblouie. Marie-Antoinette lui offre sa propre litière. Louis XVI lui signe un traité d'alliance le 6 février 1778. Sans lui, les États-Unis n'existent pas.
Le 17 avril 1790, il meurt à Philadelphie.
Trois jours de deuil national sont décrétés. Pas aux États-Unis. À Paris, par l'Assemblée nationale. C'est la première fois dans l'histoire qu'un pays porte le deuil d'un étranger.
A Casa da Barbárie: O Homem que Matava 10 Mil por Dia e Depois Ia Jantar com os Filhos
O CHEIRO.
Não o cheiro de morte que você acha que conhece. Não. Um cheiro doce, enjoativo, de carne humana queimada misturado com o odor químico do Zyklon B. Um cheiro que entrava pelas janelas, se grudava na roupa, no cabelo, na pele. Um cheiro que nunca saía.
Esse era o ar que Rudolf Höss respirava todos os dias.
Ele não era um monstro de filme, de olhos vermelhos e risada maligna. Era pior. Era um administrador. Um burocrata pontual, organizado, obcecado por eficiência. Sob o comando dele, Auschwitz não era um campo de concentração. Era uma fábrica de morte em escala industrial, a maior que o nazismo construiu.
Os trens chegavam como relógios.
Portas se abriam.
Em minutos, famílias eram rasgadas ao meio: para a esquerda, a sobrevida; para a direita, a chaminé.
Mulheres carregando bebês. Velhos. Crianças que ainda sorriam porque não entendiam.
A maioria ia direto para as câmaras de gás.
Höss supervisionou tudo.
Ele expandiu Birkenau. Mandou construir câmaras de gás e crematórios projetados para matar em massa, como se fossem linhas de montagem. Testou e aperfeiçoou o Zyklon B porque era “mais rápido e mais limpo”.
Em 1944, o sistema chegava ao pico de brutalidade: entre 6.000 e 10.000 seres humanos assassinados em um único dia.
Um dia.
Ele caminhava por entre os esqueletos vivos que ainda trabalhavam até cair.
Via famílias destruídas na rampa de seleção.
Via a fumaça grossa, preta, subindo sem parar das chaminés.
Via o silêncio aterrorizante daqueles que já sabiam que o próximo passo era o fim.
E quando terminava o “expediente”?
Ele voltava para casa.
A casa ficava a poucos metros do arame farpado. Uma casa bonita, com jardim florido, varanda, quintal. Da janela da sala dava para ver perfeitamente as chaminés funcionando.
Lá dentro, sua esposa Hedwig arrumava a mesa com orgulho.
Os filhos corriam, brincavam, nadavam, riam, tudo com vista para as torres de vigia e o crematório.
Eles viviam uma infância aparentemente normal.
Enquanto o pai deles, o mesmo homem que havia passado o dia organizando o extermínio de milhares, tirava o uniforme, lavava as mãos e sentava à mesa para jantar como se tivesse trabalhado num escritório qualquer.
Ele não levava o trabalho para casa.
Disse isso nas próprias memórias.
Precisava “desligar” as emoções.
Era só um dever.
Só um procedimento.
Só um número.
Depois da guerra, quando foi capturado, ele não negou nada.
No tribunal de Nuremberg e nas memórias escritas na prisão, falou com a mesma frieza de quem descreve o funcionamento de uma máquina: quantos trens, quantos por vagão, quantos minutos para a morte, quantos corpos por crematório.
Sem remorso.
Sem humanidade.
Apenas logística.
Foi enforcado em 1947… exatamente em Auschwitz.
No mesmo lugar onde ele havia transformado o extermínio em rotina.
Hoje é o dia do Holocausto.
Dia de lembrar os seis milhões.
Dia de lembrar os rostos que viraram cinza.
Dia de lembrar que o mal não precisa ser caótico, histérico ou louco.
O mal pode ser organizado.
Pode ter horário de entrada e saída.
Pode regar flores no jardim enquanto fumaça de corpos sobe ao céu.
Pode beijar os filhos boa noite sabendo que, amanhã cedo, mais dez mil vão morrer.
Rudolf Höss não era exceção.
Era o retrato perfeito do que acontece quando gente comum decide que “só está cumprindo ordens”.
E é exatamente por isso que a história dele não pode ser esquecida.
Porque o monstro não mora só no campo de concentração.
Ele mora na casa ao lado.
Com jardim.
Com crianças.
Com um jantar quente esperando.
E o pior, Ele se parece muito com pessoas comuns vivas hoje.
Pessoas que andam entre nós, respiram o mesmo ar, sorriem no mesmo elevador, participam das mesmas salas virtuais, aqueles que agem sem parar para se questionar.
Total soutien à Jean @quatremer qui se fait harceler par des collègues de Libé qui ne supportent pas qu'il ne soit pas d'extrême gauche et se disent "indisposés" par ses textes. On reconnaît toute l'ouverture d'esprit de LFI...