Uma mulher acaba de dizer em pleno Senado que é contra o fim da escala 6x1 porque ela, que faz escala 5x2, faz cabelo e compras aos sábados e as pessoas precisam trabalhar PRA ELA.
Além de não conhecer o conceito de ESCALA, ela se acha proprietária da vida e do trabalho alheio.
Agora, o "detalhe": essa mulher é simplesmente Diretora-executiva da Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que representa os patrões e os bilionários. É esse o nível da "elite" do Brasil, que parece não ter superado a escravidão.
Ancelotti é esperto
quando precisa ganhar ele coloca jogador de verdade pra tentar vencer
aí quando ta ganho ele deixa o aleijadinho fazer uma gracinha uns 10 minutos pra animar uns otarios iguais a voce
Não vamos deixar que o cão Orelha seja esquecido. Vamos fazer o mundo conhecer Orelha e como ele mudou a realidade de outros animais comunitários 🐕🐾🙏🏻
🕊️ QUEM FOI O CÃO ORELHA? O legado de um cão comunitário que mudou leis
Muito além das notícias e dos tribunais, existe a história de um serzinho que marcou uma comunidade inteira. Quem conheceu o Orelha sabe que ele não era apenas um "cachorro de rua" — ele era o morador mais ilustre e amado da Praia Brava, em Florianópolis.
🐕 Como era o Orelha?
Orelha ganhou esse nome por um detalhe charmoso: uma de suas orelhinhas era permanentemente caída, o que lhe dava uma expressão dócil e única. Ele viveu por cerca de 10 anos na região e era a definição de um verdadeiro cão comunitário.
Amigo de todos: Ele não tinha apenas uma casa, tinha dezenas. Circulava livremente pela praia, pelos comércios e condomínios.
Muito bem cuidado: A comunidade se revezava para garantir que ele tivesse ração de qualidade, água limpa, vacinas em dia e consultas ao veterinário.
Mansinho e carismático: Era conhecido por sua extrema docilidade. Adorava acompanhar os moradores em suas caminhadas na areia e receber carinho dos banhistas. Ele era o xodó da Brava.
A partida dele deixou um vazio enorme, mas a indignação diante do ocorrido se transformou em combustível para mudar a realidade de outros animais.
A comoção nacional provocada pelo caso do Orelha gerou desdobramentos práticos fundamentais para fortalecer a proteção animal e combater a violência contra os pets:
A Criação da "Lei Cão Orelha": O maior marco legal foi a aprovação da Lei Estadual nº 19.726 em Santa Catarina. Ela instituiu a Política Estadual de Proteção e Reconhecimento do Cão e Gato Comunitário. Agora, animais que vivem sob os cuidados de uma comunidade têm amparo legal explícito, garantindo seu direito de permanecer no local e receber cuidados, além de prever sanções para quem tentar expulsá-los ou feri-los.
Rigor na Aplicação da Lei Sanção (Lei Federal 14.064): O judiciário e o Ministério Público passaram a atuar de forma ainda mais célere em crimes de maus-tratos, aplicando com rigor a lei federal que prevê reclusão de 2 a 5 anos para quem bota em risco a vida de cães e gatos. O caso do Orelha acendeu um alerta para que denúncias de violência animal sejam investigadas como prioridade pelas Delegacias de Proteção de Animais.
Jurisprudência contra o Abandono: A mobilização do caso reforçou o entendimento dos tribunais de que animais comunitários possuem tutela jurídica. Isso significa que agredir um animal sem tutor definido é um crime contra toda a sociedade, facilitando que associações de proteção e moradores atuem como assistentes de acusação nos processos.
🐾 Maus-tratos é crime: Orelha não está mais aqui, mas sua história virou um divisor de águas. Proteger o animal comunitário do seu bairro é dar continuidade ao legado que ele deixou.
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