@concatenarsim Uma vez quando eu era pequeno ajudei meu pai a instalar um ventilador de teto, no final sobrou 3 parafusos e ele falou que estava certo porque geralmente mandam peças sobressalentes por garantia... dois dias depois o ventilador caiu em cima de mim...
Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
🚨 O zagueiro brasileiro David Luiz conta uma história de seus tempos de Paris Saint-Germain!
É longa, mas vale muito a pena:
🗣️ “Alguns meses depois de me mudar para Paris, dois amigos de Diadema vieram passar um tempo comigo. Eles tinham terminado com a esposa e a namorada e estavam tristes, então os convidei esperando que a visita ajudasse a clarear a mente deles.
Logo eles conheceram outros brasileiros, que jogavam em um time parecido com a sétima divisão de uma liga amadora nos subúrbios de Paris; todos imigrantes sem documentos em situação regular.
Todas as noites, meus dois amigos chegavam em casa irritados, reclamando que apanhavam o tempo todo. Então eu disse: ‘Amanhã vou assistir vocês jogarem’. E foi o que fiz.
Cheguei com um chapéu de ninja, meio disfarçado, e fiquei observando. Os adversários estavam todos uniformizados, com equipamentos, garrafas de água e um treinador. E o time dos meus amigos não tinha nada: um de shorts branco, outro roxo, um terceiro amarelo. Os caras se penduravam nas traves para se aquecer… Era um desastre.
No fim da partida, que eles perderam, perguntei: ‘Vocês querem que eu treine o time?’
Nunca vou esquecer os sorrisos daqueles caras. Eles estavam genuinamente felizes e empolgados, algo que eu só tinha visto quando era criança, quando empinávamos pipa em Diadema.
Comecei a treinar os caras todas as segundas-feiras, das 22h à meia-noite. Às vezes eu os treinava na segunda e jogava uma partida de Champions na terça. Inclusive lembro de ter marcado um gol contra o Barcelona em um desses dias. Passei a amar as segundas-feiras. Mal podia esperar para estar com eles. Conversávamos, eu os ouvia muito e conheci as histórias e as dificuldades de cada um.
Alguns ganhavam dinheiro jogando capoeira, outros fazendo entregas de moto ou lavando pratos. Todos levavam uma vida dura, com medo por causa da situação ilegal, com pouca esperança de que as coisas melhorassem. Mas o futebol alegrava a vida deles e tirava um peso das costas.
Nas minhas primeiras férias voltei ao Brasil e fui falar com a minha mãe: ‘Mãe, você pode fazer algumas coisas para os caras de lá?’
Nem precisou pedir duas vezes. Ela fez polos de viagem, agasalhos, uniformes de jogo, uniformes de treino, tudo nos tamanhos P, M, G e GG…
Voltei para Paris com 21 malas. A dedicação dos caras cresceu junto com a alegria deles. Começamos a treinar duas vezes por semana, depois três. Subimos de divisão e, no fim da temporada, tive uma ideia maluca. Mais uma. ‘Vou organizar uma gala para o time, como o PSG faz com a gente todos os anos.’
Aluguei uma discoteca com aparência de castelo onde o Matuidi tinha comemorado seu aniversário e comecei a preparar a nossa festa.
Eu já tinha contratado um cara que costumava gravar para o PSG para também filmar os jogos do nosso time. Pedi que ele trouxesse todos os vídeos para minha casa para assistirmos e escolhermos os melhores gols do ano, o artilheiro, as melhores defesas do goleiro. ‘Vamos projetar tudo em uma tela grande!’
Depois encomendei troféus para os vencedores de cada categoria.
E os outros? Placas! Vamos fazer pequenas placas de madeira e acrílico com o nome de cada um.
Tudo estava perfeito. No dia anterior, reuni os caras:
‘Vocês têm uma camisa branca social e um casaco preto básico para a festa de amanhã?’
Ninguém tinha. Tudo bem, eu comprei alguns.
Fui à loja e comprei. Depois pensei nas namoradas e esposas deles. Liguei novamente para o grupo e dei dinheiro para cada um para que suas parceiras pudessem comprar um vestido, se quisessem.
Chegou a noite da festa.
E se eu disser que foi incrível, um dos momentos mais emocionantes da minha vida, tão especial quanto ganhar a Champions League”
A nova expansão do Hearthstone vem aí e a @PlayHSBrasil oferece uma pré-venda pra promover a Liga de Karazhan!
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Ruben Neves publica mensagem final ao amigo Diogo Jota no Instagram:
Cara, onde quer que você esteja, sei que vai ler isso. Nunca fomos tão idiotas assim, e talvez eu me arrependa um pouco agora, mas você sabe o que significa para mim tanto quanto eu sei o que significo para você.
Mais do que amigos, somos família, e não deixaremos de ser só porque você decidiu assinar um contrato um pouco mais longe! Quando eu for para a seleção, você continuará ao meu lado na mesa, no ônibus, no avião... você estará sempre comigo, como sempre.
Continuaremos rindo, fazendo planos, compartilhando nossas vidas. Vou garantir que você esteja sempre presente e que sua família nunca falte nada enquanto você estiver aí, longe, mas pensando em nós, nos esperando.
A vida nos uniu e agora não pode nos separar. Conquistamos coisas maravilhosas juntos; ainda temos muito mais a conquistar. Eu sei que conseguiremos.
A partir de hoje, você entrará em campo comigo e continuaremos nossa jornada juntos, no palco onde nos conhecemos.
Diogoal, você é minha garrafa de limão favorita!
Eu te amo 🤍