Em uma doçura adulta irônica, «Right Place, Wrong Person» brinca com o frenético e o calmo, o apático e o sensível.
Que sorte a minha ter nascido na mesma era que RM e poder acompanhar sua evolução como artista ano após ano. ★
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Em meio a uma sonoridade tão complexa, pela primeira vez se aventurou pelo experimentalismo de maneira mais crua e assumida como carro-chefe de um álbum e o resultado é a peça artística mais extasiante de sua carreira.
Uma novela de RM em uma fase intelectual-boêmia encarando as pressões da vida e analisando o quanto elas são coisas que quer/não quer ou se está sendo influenciado por essas pressões para pensar e sentir de maneira oposta. Família, gênero, amigos, relacionamento.
[ Come Back To Me ] ★
O pós-créditos lançado prévio ao álbum, é Kim Namjoon em seu ato final da tentativa de aprender a lidar com sua mente-labirinto.
Uma música muito gostosinha, trás essa cara jazzy para um retrato de um homem de 30 anos em busca de si mesmo dentro de si.
[ ㅠㅠ (Credit Roll) ] ★
Eu não estava errada em assumir que o dado audiovisual/cinematográfico foi pensado na composição do álbum também. Porra, completamente genial, uma música de créditos, mano.
[ Around the world in a day (feat. Moses Sumney) ] ★
Fui enganada pelo que pensei ser uma composição de respiro pós LOST!, com instrumentação e ritmo cantado simples (e mesmo assim inebriante), a segunda metade cresce numa virada divertida, com complexidade coral intensa. Amei.
[ Heaven ]
É totalmente entendível o porque da escolha de uma visualidade mais cinema para este álbum, com clipes curta-metragens. Seu áudio, mesmo sem ver a letra, traz uma composição que direciona os sentidos a uma dramaturgia musicada.