not to humble brag, I got plenty of flaws, but I'm a fucking stand-up dude. I'm loyal till the death of me. If I fuck with you then I fuck with you. Loyalty, Honesty and Honor.
There are a few others, but I'll settle on hundreds of posts like this as the ONE reason why a World Cup should NEVER again be held in the US. Ever.
Nobody in the history of the World Cup and football, back to the Roman Times, has EVER said only their country can have an atmosphere like this. Literally EVERY World Cup has had better atmospheres than this.
Estou percebendo muitos cambios bruscos nas análises em relação às Seleções: de fracasso à candidata. De não jogar nada a evoluindo bem. Parece mais uma proteção em relação a “eu avisei”. Tudo muito superficial, com efeito manada e pouca análise real.
Anos e anos e não entendem que uma Copa do Mundo se vive dia por dia, jogo a jogo.
"Confia" significa aposta. E significa também que outras questões parecem prevalecer além da análise direta em torno da qualidade e eficiência do futebol apresentado pelo Sport, sobretudo na Ilha. O time não evolui, não é estável e já nem tem mais aquela condução "lógica" do início do trabalho de Márcio.
Por que confiar? Por que acreditar que mais 10 dias serão utilizados para correções de rumo se o outro recorte similar foi jogado fora?
O Sport escolheu se arrastar. E não é a 1ª vez. Repete 2023 passo a passo. A direção usa a posição no campeonato não para tentar enganar a torcida - que já virou a chave na avaliação do trabalho - e sim para se enganar. Tapinhas nos próprios ombros. "Estamos certos", "Escolhemos certo", "Vai dar certo".
E se, no final, não der? E se for tarde demais?
O discurso será "Ah, mas pegamos o clube quebrado e estamos fazendo milagre..."
Mas...uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Muito interessante essa teoria de porque mesmo as grandes cidades não funcionam mais 24hs/dia.
São Paulo era assim, Nova Iorque também.
A hipótese é que é porque essas cidades eram industriais e muitas industrias trabalham 24hs por dia, ou próximo disso.
Hoje que é uma economia de serviços, não faz mais sentido e sobraram poucas lojas, supermercados, restaurantes que trabalham em 3 turnos.
Se a hipótese for correta, eu imaginaria que a China (que virou a fábrica do mundo) tem muitos estabelecimentos 24hs. Faz mais de uma década que eu não vou à China, mas a minha impressão é que isso é verdade.
Agora, eu não acho que o ocidente se reindustrializa, e se se reindustrializar será com dark factories.
A implicação disso é que ter cidades que funcionam 24hs/dia foi um acidente histórico. Um devaneio do século XX causado por uma industrialização urbana intensiva em trabalho.
Nunca mais acontecerá.
Eu discordo do João por 3 motivos:
1- É impossível, repito, é impossível falar no atual Estado iraniano sem mencionar o golpe de 1953 que derrubou o governo democraticamente eleito do Mohammad Mossadegh, resultado do conluio entre EUA e Reino Unido, após Mossadegh nacionalizar o petróleo em 1951. Curiosamente, assim como o Reino Unido, Israel tbm trouxe os EUA para a questão iraniana.
2- Não adianta ele responder um questionamento justo sobre Catar e Arábia Saudita com "parece minion falando e o pt?". Salman mandou matar Khashoggi na Turquia por ser um dissidente. Vai cobrar dos jogadores sauditas ou jornalistas questionamentos sobre isso?
3- Muitos jornalistas foram leões pra cobrar a FIFA pelo Catar, serão leões pra cobrar por Marrocos 2030 e Arábia Saudita 2034. Mas o silêncio de muitos sobre o país sede que matou 155 pessoas em uma escola, a menos de 3 meses da copa, que alega um inexistente genocídio branco na África do Sul e um inexistente genocídio cristão na Nigéria é gritante. Não vão cobrar dos seus pares estadunidenses para que perguntem aos jogadores sobre tudo isso? E a política de vistos para os torcedores?
O governo iraniano não é inquestionável nem impoluto; há muitas críticas a ele. Mas o que vejo com frequência é que falta compreender as origens desse Estado, e existem Estados piores nesses quesitos. Só que, por serem aliados dos EUA, ou os próprios EUA , muita gente vira o rosto e finge que não é com eles.
Caderno de políticas públicas da prefeitura do Rio de Janeiro para o legado da Rio-2016, produzido pela sua gestão.
Não sei por que o senhor resolveu mentir, ainda mais crescendo pra cima de uma matéria minha que está correta.
Mas sempre tem um documento pra desmentir político malandro.
Sua gestão prometeu que essas arenas seriam um CT de alto rendimento. Não serão. Vão virar oficialmente estrutura do RIR.
Faz parte, solução de mercado, esporte teve 10 anos pra assumir as arenas e não o fez. Tem trocentos culpados.
Agora: mentir sobre qual era o plano? Não precisa né?
Não foi só a Cazé TV que nos premiou com comentários ruins sobre o Irã.
Esse vídeo não deixa por menos.
Primeiro, João Castelo-Branco tenta fazer um “doisladismo” em relação a Estados Unidos e Irã, ao dizer que ambos os lados estariam errados nessa história toda. A seleção iraniana está recebendo o pior tratamento já dispensado a uma equipe em Copa do Mundo e ela também é responsável pelo problema? Que história é essa?
Depois, vem o orientalismo: o governo iraniano é um “regime”. João Castelo-Branco teria utilizado o termo “regime” para se referir ao governo Trump, que assassinou 167 meninas no primeiro dia de uma guerra ilegal? E do governo genocida de Netanyahu? Não né? Aí não são regimes, são governos.
Pior ainda é criticar jogadores e treinador do Irã não por falarem mal do governo iraniano. Essa preocupação existe com os jogadores estadunidenses? Eles precisam vir a público denunciar o assassinato de 167 meninas? Se não o fazem, é porque são comprados ou intimidados por Trump?
Pra não dizer que não falei de flores, João acerta ao dizer que os “protestantes” pahlavistas nos jogos não representam o povo iraniano. Nisso ele acertou em cheio.
O Irã está sofrendo uma duríssima agressão de Estados Unidos e de Israel. Um jornalista comprometido com o direito dos povos não se prestaria a esse papel representado nesse vídeo.
Que história inacreditável essa!
Vou tentar traduzir, segundo El Ciudad News de Quito, a seleção do Equador alugou um avião da Gol para voos fretados durante essa copa (esse da foto).
A seleção do Equador está hospedada em Pasadena, na Califórnia, acaba o jogo e eles vão direto para o voo.
Hoje eles jogaram em Kansas, voo de 3 horas até Califórnia.
Acabou o jogo, tomaram banho e pegaram o voo, no céu, cadê o Enner Valência?
Os caras simplesmente esqueceram o Valência pra traz.
Segundo o centroavante, ele viu que era da GOL e errou o voo.
Inacreditável.