Chorei sozinha, dormi sozinha, desabafei sozinha, acalmei os ataques de ansiedade sozinha, me senti sozinha, me aconselhei sozinha, comi sozinha, passo tempo sozinha. Ninguém viveu minha vida, nem chorou minhas lágrimas, então ninguém tem direito a julgar minha forma de ser.
Eu posso até não fechar o ano da forma que imaginei, mas foi um ano onde aprendi a me impor. "Não quero, não vou, não aceito, não mereço, não gostei" e assim por diante. Uma coisa SIMPLES, mas que precisei passar por pocas e boas pra aprender: Dizer não... e foi bem melhor assim!