@MumudNeBebe@comunadememes O agronegócio que apoia esse discurso de mercado livre, quando são eles que tem a maior bancada do governo, que recebem os maiores benefícios do governo e que não pagam um puto de imposto.
@Azn_Phucboi No, it's because in the story, after the first crusade, some templars decided to do a little trolling in Jerussalem and ended up summoning a portal straight to hell because of it, and before anyone could stop the demons they practically exterminated that entire region.
Brian Thompson, o CEO da United Health Care (UHC), foi assassinado a tiros na última quarta-feira em Nova York. Ele estava na cidade para participar da conferência anual de acionistas da empresa.
A United Health Care é a maior provedora de planos de saúde privados dos Estados Unidos. A companhia é uma subsidiária da United Health Group — a 9ª maior empresa do mundo em receita e a maior no ramo da saúde. A receita da empresa chegou a quase 300 bilhões de dólares em 2021.
A UHC administra uma gigantesca rede de centros médicos privados e presta diversos serviços para o governo dos Estados Unidos, atendendo parte substancial da demanda gerada pelos seguros de saúde subsidiados por programas como o Medicare e o Medicaid.
A companhia foi alvo de várias denúncias de corrupção nas últimas décadas. Ela já foi acusada de superfaturamento na gestão dos seguros Medicare e de manipular os preços dos serviços de saúde.
A UHC também é alvo de muitas críticas nos Estados Unios por priorizar os lucros em detrimento da qualidade do bem estar de seus clientes. A companhia é conhecida por negar ou restringir a cobertura de procedimentos médicos mais caros, deixando pacientes que sofrem de doenças crônicas ou precisam se submeter a procedimentos caros e complexos sem atendimento.
Essa poderia ser a motivação do assassinato do CEO da empresa. A polícia afirmou que as cápsulas de bala recuperadas na cena do crime estavam inscritas com as palavras "negar" (deny), "defender" (defend) e "destituir" (depose).
É possível que se trate de uma referência ao livro "Delay, Deny, Defend", do jurista Jay Feinman. O livro traz críticas à UHC e às companhias de seguros que impedem o acesso de seus clientes a procedimentos médicos, objetivando reduzir os custos e potencializar os lucros.